Obscure the Aftermath Review - Wii

Por Gustavo Assumpção
Confesso que quase fui influenciado pelas críticas negativas com relação a continuação do bom Obscure lançado para Playstation 2, X-box e PC há dois anos. Na época, e ainda mais agora, os críticos não aliviaram o que para eles é um game "sem criatividade, com um enredo bobo e confuso e inimigos retardados". Sem muita expectativa, acabei dando uma chance para Aftermath. E Não me arrependi.

Medo, sustos... Mas não é Resident Evil!

O que mais me chamou a atenção logo à primeira vista em Obscure é seu design de inimigos e personagens. Em momento algum eu achei grotesco ou pouco competente. Muito pelo contrário. Aftermath me deu a rara sensação de medo em algumas partes e de repugnação em outras. Fale o que quiser, mas nesse aspécto ninguém pode reclamar muito. O ambiente de jogo eu acho que poderia ser menos óbvio. Não sei, mas senti algumas vezes que estava passando pelos mesmos lugares que já passei em outros games.

Ela olha como ela está tendo um mau dia.

No aspécto técnico, o visual é mediano. Os diversos tons de marrom usados nos cenários são uma característica pesada, essencial em games com esse tipo de elemento. Outro ponto que chama a atenção é a expressão facial dos personagens. Mas nem tudo é bem feito: os modelos poligonais e a movimentação fazem o game parecer um típico jogo de Playstation 2 da primeira geração. Os efeitos de luz também são toscos e mal acabados. A trilha sonora por outro lado consegue ser tensa e variada na maior parte do jogo. A atuação de voz também me surpreendeu, apesar de não estar em um nível muito alto.

Obscuro: o rescaldo Imagem


Os problemas começam quando o controle começa

Na minha opinião, o grande problema de Aftermath é a câmera, mais precisamente a angulação. Embora possa parecer que ela escolha o melhor para ângulo para dar o clima de terror, ela é estúpida, porque acaba prejudicando a jogabilidade. Jogabilidade que é presa, meio confusa e em algumas partes grotesca. Não são raros os momentos em que você se verá sem saber para onde ir, simplesmente porque o game não informa o que fazer!

Os combates são muito legais e divertidos, principalmente no modo Cooperativo para dois jogadores, onde lembra vagamente Resident Evil Outbreak (a bomba online da Capcom). As armas e equipamentos são interessantes também, mesmo que não fujam do usual. E por último vamos falar do enredo. Não vou contar a história, mesmo porque ela é um pouco confuda, mas prepare-se para clichês, muita forçada de barra e batalhas contra chefes pouco convincentes.

Barato e divertido... Mas nada de mais

Gostei mesmo de Obscure. Apesar do visual datado, da atuação de voz média, da jogabilidade enfadonha e cheia de problemas, gostei muito de passar alguns momentos com o game. Seu custo pequeno (apenas 30 dólares) justificam o fato de ser um port, ainda mais quando é melhor que o original. É aquele tipo de game que não é necessariamente bom, mas que diverte. Dê uma olhada nele.

Nintendo World testa Speed Racer para o Wii e adora!











Parece que a Nintendo World realmente está se superando nos últimos meses. Eles tiveram recentemente a possibilidade de testar exclusivamente Speed Racer, a versão game do filme que os mãos Wachowski estão preparando para o cinema. O site Herói (do grupo Futuro, que edita a NW), publicou as impressões do game. Leiam aí:


Sinceramente, eu não consegui nem piscar os olhos direito. Fiquei fascinado com o visual, queria aproveitar cada detalhe do game, aproveitar ao máximo o controle-sensação do Wii... Depois de jogos como Nascar e Fórmula 1, pelos quais eu sou um grande fã, este game é daqueles para você babar. Ficar com a boca aberta e falar palavras feias a cada dez segundos de jogo faz parte. Sim, isto parece ser um plano da Nintendo ao lado da Warner Games, mas a verdade é que é para babar muito e não ter vergonha de ser chamado de babão.

Caso você tenha um Nintendo Wii na sua casa, o Herói recomenda o jogo. Se você não for um dos felizardos, assim como eu, que não tem este console, o jeito é ir na casa de um amigo ou agendar uma hora na videogame house.



E aí, o que acharam? Eu não esperava muita coisa do game, mas agora estou em dúvida... Será que vem coisa boa por aí??

Army Men no Wii

O Amazon sempre estraga algumas surpresas. Dessa vez, eles divulgaram que um suposto Army Men estaria a caminho do Wii. Veja a imagem e confira.



Nunca fui muito fã da série, mas sei lá, pode ser bom no fim...

Notas da Nintendo World: Mais uma boa avaliação para Blast Works

http://gry.o2.pl/upload/files/e32006_p4_Pokemon-Mysterious-Dungeon-.jpg
Pokémon Mysterious Dungeon 2 recebeu uma nota apenas razoável...

Bom, as notas que vocês vêem abaixo são da edição de junho da revista Nintendo Power. Tá certo que muita gente pode questionar o desempenho da revista nos últimos tempos, mas é uma importante revista na história dos games. Bom vamos para as ressalvas... Primeiro: parece que Blast Works é realmente excitante (notão da EGM, notão da NP), Segundo: Todo mundoi acha que Top Spin é o máximo e não é (7.0 merecido) e terceiro a nota acima da minha expectativa para Boom Box (8.0) Eu esperava na casa de 7. Tomara que eu esteja errado!


Pokemon Mystery Dungeon : Explorers of Time/Darkness (DS) : 7.0
Drone Tactics (DS) - 7.0
Summon Night: Twin Age (DS) - 7.5
Super Dodgeball Brawlers (DS) - 6.5
Jake Hunter: Detective Chronicles (DS) - 5.0
Top Spin 3 (DS) - 6.0
Top Spin 3 (Wii) - 7.0
Iron Man (DS) - 5.0
Iron Man (Wii) - 5.5
Blast Works: Build, Trade, Destroy (Wii) - 8.5
Boom Blox (Wii) - 8.0
We Ski (Wii) - 6.0

Capcom dá sinais de Bionic Commando Wii

por Neo Raph







Bem Judd em entrevista recente ao site SiliconEra citou a possibilidade da criação de um novo Bionic Commando para o Wii, o produtor da Capcom fez referencia a estória da série com os consoles Nintendo. ‘’Uma versão do jogo para o Wii é algo que estamos considerando, se fizéssemos uma versão para a plataforma da Nintendo, não poderia ser uma conversão direta de PS3 e Xbox 360, seria algo original, não usaria o Wii-Mote para simular o balanço com movimentos de 1-a-1, tenho uma idéia bem criativa decomo criar os controles’’.



Em nota relacionada, Christian Svensson porta voz da Capcom explicou a ausência de Bionic Commando no Virtual Console da Nintendo ‘’vocês tem que ver isto com a Nintendo. Isto não é, repito, não é um problema com a Capcom. Lembrem-se que a Nintendo é quem decide o que sai no Virtual Console, não as produtoras independentes’’.

No fim das contas só nos resta aguardar, a Nintendo tem razão em embargar a versão Nes, criaria um marketing em cima das versões da concorrência, a Capcom tenta contemporizar a situação fazendo uma pressão quanto ao lançamento, mas já anuncia veladamente uma versão Wii, vamos torcer mais um jogão pro nosso lado.

Não custa sonhar #02



Hoje, uma semana depois do não custa sonhar 01, venho aqui escrever novamente minhas idéias. A grande idealização da minha vida, queira eu ou não, foi imaginar como seria um game da série Donkey Kong Country, em 3D. A maioria dos fãs, desapontados com a mudança precária que a série fez para a terceira dimensão, dizem que o jogo não deveria ter saído do 2D. Eu discordo, e logo mais você vai saber porque. Antes de mais nada, é importante ressaltar, mais uma vez, que isso aqui é pura imaginação minha, e eu não tenho a mínima intenção de mostrar que sou superior a equipe da Nintendo. Não, nada disso, quero apenas mostrar caminhos que vocês provavelmente não devem ter pensado antes.

Bom, vou comparar bastante todos os jogos da sériecom jogos da série Mario, um exemplo de plataforma na terceira, e segunda dimensão. Não sei porquê foi tão difícil para a Rare fazer de Donkey Kong 64 um jogo decente. Conker's: Bad fur day ficou bem melhor, e utilizou de idéias completamene novas. Donkey Kong já tinha nomes, estágios, história, inimigos, e até uma trilha sonóra que compõe a emoção de quem joga. Parece que eles pegaram tudo que tinha de interessante na série e deixaram para dividir entre os inúmeros jogo de plataforma da Rare. DKC, o criador dessas idéias, ficou com a pior fatia.
Para um começo interessante, é bom ressaltar que eles criaram em Country, uma jogabilidade 3 em um jogo 2D. Coisas que eram inimagináveis, e outras que jogos para a última geração de hoje em dia, e com certeza absoluta, dos anos que ainda seguem, não vão conseguir colocar em prática. A série tinha tudo pronto, era só pegar e colocar no 64 com um sistema parecido com o de Mario 64 e nos surpreender. Mas isso foi tão difícil, que o resultado final, além de enjoativo até a morte, jogou completamente fora todos os ambientes difícilmente criados e lapidados para a trilogia do SNES.



Não tem uma pessoa que não ficou imaginando as fases da época com os gráficos em 64 bits. Imaginar fases como as de gelo passadas para o 3D, era tão fácil para os fãs, me pergunto por quê não para os criadores. Em uma comparação com Mario, DKC tinha um prato muito mais cheio e colorido, pronto para alavancar de vez como um dos melhores games da história. Principalmente porquê, ninguém desconfiava que a Rare iria fazer mal do seu dever. Certo, você deve estar se perguntando: "Caramba, nessa seção o Tobi aponta jogos que ele gostaría de ver, que raios ele está falando do passado?", bom, agora que vocês entendem o úniverso que Donkey Kong 64 jogou fora, vão entender como eles podem voltar no Wii em grande estilo.
Para que servem os erros se não para corrigir-nos? O primeiro erro da Rare em Donkey Kong 64 foi na velocidade. Não é legal controlar os Kongs a 1/5 m por segundo. Outro erro é ter se livrado do ambiente, e não mais interagir com nada. Antigamente, as coisas eram muito diferentes. Depois, a falta de variação matou qualquer um. As cores vibrantes de Country 2 se transformaram em uma cor colorida e feliz. Pronto. O Game tem que ser rápido, abusar do cenário, ser lindo visualmente, certo? Mas não vamos esquecer o mais importante: A trilha sonóra. Dado tudo isso, vou parar de falar do passado e vamos para o presente.

A Rare não faz mais parte da Nintendo, e já fazem 12 anos que não temos um Donkey Kong bom. As idéias deixadas ao vento de Country 2 ainda continuam vivas. É difícil que a equipe da Nintendo, a mesma responsável por Galaxy não dê conta do recado. Para o Wii, seria um titúlo de peso, e para a Nintendo, seria o titúlo de honra por reviver uma franquia. A adaptação ao Wii mote é facilmente pensada, pelo menos por mim, não acho que eles estraguem. Então vamos lá, minhas idéias para o retorno família da macacada!:
O overworld de Donkey Kong 64 era sem graça. Sem nada a explorar, nenhum segredo, nada muito significante. Vamos pensar que o jogo do Wii se passe na terra de K.rool mais uma vez, este overworld teria que ser enorme, e as fases, cada uma em uma área seriam ativadas em sequência, forçando você a passar na ordem. Diferente de Mario Galaxy, o interessante do jogo seria a lineridade que ele teria, fazendo com que você aproveite cada uma das 200 fases únicas do jogo. Ele deve ser interativo também, chovendo de vez em quando, ou até mesmo nevando. Claro, não vai ser tudo isso a toa...



Vou dar um exemplo para vocês de como pode ser feito. Pensem em uma área de gelo no jogo, uma de lava e uma na floresta. Quando você passa a fase na floresta, volta para o overworld, então pode apenas salvar e dar um rolé, mas não escolher a fase em que você vai. Como se elas todas estivessem fechadas, e você só pudesse ir na obrigatória. Isso iria dar uma baita ajuda com o clima épico e a seriedade transpassada pelo carisma que a série perdeu faz tempo. Pode parecer estranho no começo, mas é o único jeito de manter a sobriedade da série.
Se vocês voltarem para a série Country, vão ver que muitas das fases se repetem, mas mesmo assim, são única e completamente exclusivas daquela jogada. Não tem nenhuma que repita o mesmo ambiente e jogabilidade da outra, e com esse não pode ser diferente. No DKC 1 e 2, eles pesavam cada vez mais o clima da fase, ou variavam seu objetivo nela. Ou ainda, na maioria das vezes, os dois. Isso é um capricho não só de Donkey Kong, mas de Metroid Prime e Mario Galaxy também. Com tantas referências, é impossível fazer um mal trabalho.

Para variar o clima, temos que deixar cada vez as fases mais épicas. Se você passa uma vez pela floresta em chamas, não vai querer passar pela floresta ao meio dia com passarinhos cantarolando da próxima vez. Por esse motivo, a linearidade da obra. Quando você chegar no fim do jogo, vai começar a se surpreender com a última fase de cada estágio. E por falar em estágio, é só juntar os melhores dos Countrys, e criar poucos novos, que já vira um jogo de no mínimo 150 fases. Estas divididas em cada área, subdivisões do overworld.
Você provavelmente se lembra de algumas das fases mais memoráveis, se você jogou, viu alguém jogando, ou ainda, viu uma matéria do Gamer Nintendo. No Mario 64, o ambiente são plataformas em que devemos subir em cima para alcançar a próxima. Mas em Donkey Kong, seu melhor amigo eram as próprias fases, e seus próprios inimigos. Com eles, você seguia um roteiro linear em suas ações, ou você morre. A fase, mais que você mesmo, era viva.



Em muitas das vezes, o vento atrapalhava, o grude das abelhas te prendia no chão, o gelo te fazia deslizar. Tudo isso para mudar a jogabilidade da série, fazendo de tudo para não perder o ritmo anterior. Com o vento, se alcançava mais rápido plataformas altas. Mas ao mesmo tempo, ele vinha na sua direção em momentos estratégicos para ferrar com a sua felicidade. É aí que você entende o que eu quis dizer com linearidade da série. E isso e só um exemplo, praticamente todo o jogo se enquadra em exemplos diferentes. E quando você finalmete conseguia passar, soltava um grito hipnotizado que te deixava dias de castigo.
Embora você deva estar pensando que sim, essa escolha não proibiu ninguém de fazer speedruns, pois cada fase, com ou sem o vento/gelo, tinha várias maneiras de ser passada. Isso não é liberdade, são varias maneiras lineares de se passar um mesmo lugar. E é isso que devia voltar para o jogo do Wii, totalmente reformulado em 3D, lindo como nunca e com físicas que se assemelham a Mario Galaxy.

As músicas deveriam retornar em formato orquestrado, e isso, sozinho, daria pela compra do jogo inteiro. Mesmo assim, músicas novas ainda podem nos surpreender tanto (vide Mario Galaxy) que eu aposto que eu esqueceria de metade das músicas deixadas para fora do projeto. E para finalizar, cada fase teria a sua própria música, bem divergentes umas das outras. Os efeitos sonóros devem sofrer uma reformulação, não pode ser colocado aquela grito: "Groo!" quando os bixos morrem no Wii.
Sobre o elenco. Que tal todos os Kongs? E você pode escolher qual deles usar (em dupla) para passar cada fase do seu jeito. Sendo assim, existe em cada fase uma jogabilidade para cada dupla escolhida. E algumas são nescessárias, em uma troca de habilidades, pra chegar aos segredos da fase. Além dos personagens principais, os Animais coadjuvantes são também de importância major para a série. São também uma boa forma para utilizar do cenário e criar situações completamente fora do normal.





Eu não sei se vão mesmo lançar mais um Donkey Kong para o Wii. Nem mesmo sei se a série tá com fôlego para se renovar algum dia. Mas ao acaso, eu estou livre e cheio de idéias para trabalhar na série. Só a Nintendo que não vê...ê lá viu...
E então, algo faltou? Algo não ficaria bom? Quer fazer do seu jeito? Apenas deixa um comentário. Estamos todos atentos. Até a próxima semana, com Metal Gear Solid. See ya...

WiiWare: Primeiros números de downloads

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E como era de se esperar, o WiiWare está indo muito bem, obrigado! A Nintendo divulgou hoje os números de downloads de alguns games, bem como a renda vinda deles. O grande campeão foi Everyone´s Pokémon Ranch com quase 250 mil downloads, seguido por FF My Life as a King. Particularmente, eu esperava um número maior de donwloads de FF. Não sei mas achei a estratégia de marketing ineficaz e simples demais. Poderia ter havido maior ousadia. Acompanhe os números:

  • Everyone's Pokémon Ranch - 234.735 downloads, ¥ 234.735.000 de renda (~ R$ 3.750.000)
  • Final Fantasy CC: My Life as a King - 129.904 downloads, ¥ 194.856.000 de renda (~ R$ 3.110.000)
  • Mojipittan - 72.971 downloads, ¥ 72.971.000 de renda (~ R$ 1.165.000)
  • Dr. Mario & Virus Buster - 43.354 downloads, ¥ 43.354.000 de renda (~ R$ 692.270)

Top 10: jogos que queremos continuações

10- Star Wars episode 1: Racer




Um dos jogos que eu mais joguei, aposto como ficaria lindo com os gráficos do Wii. Para se ter uma idéia, a velocidade é insana, e os gráficos presentes na versão d 64, de tão bons, são competentes para um jogo de PS2. Além disso, temos muitos veículos e vías fases nos mais variados lugares, tudo de acordo com o Universo Star Wars. Que a força esteja com a Luccas Arts na hora de fazer uma sequência...

09- Jet force Gemini:



O jogo não tão famoso da Rare, é na verdade um dos melhores deles. Um jogo do gênero Sci-fi shooting que nunca viu o por do sol além do 64, Jet force Gemini tinha tudo: uma boa trilha sonóra, jogabilidade de dar inveja, e lindos gráficos que estão entre os melhores do console. Inexplicávelmente, o jogo sumiu do mundo. Queremos logo uma sequência.

08- Battle Toads:



Certo, tivemos sequências estranhas com outros personagens mas ainda falta um jogo com o estilo que o primeiro, para NES, teve. Com certeza ele não pode ser concebido pra o Wii, mas quem sabe não sai um para o DS? Contra 4 no Hard ainda não é lá aquelas coisas...

07- Eternal Darkness:



A Silicon Knights pode estar trabalhando a uma decada no Too Human, mas o que realmente queremos é uma sequência para Eternal Darkness, um dos melhores jogos do Gamecube. Não sabemos apenas se ela sai ou não para Wii, mas sabemos que a Silicon Knights não é de fazer mal o seu trabalho.

06- Ogre Battle:



Um dos jogos mais raros do SNES e do 64, ele com certeza está no topo quando se trata de RPG. Com múltiplos finais, muitas horas de jogo, vários segredos e uma história simplesmente brilhante, Ogra Battle 64 é um de meus jogos favoritos. Uma pena mesmo que não pretendem lançar alguma sequência, eu ainda aguardo...

05- Adventure Island:



O jogo é bom, simples, e difícil, muito difícil. Para atravessar a ilha, você provavelmente vai morrer 500 vezes nas pedras, ou nos caracóis endiabrados das fases. A série teve um jogo para NES, um para Gameboy, e outro para SNES. Mas e depois disso? Eu penso o quanto seria bom um jogo para o DS...

04- Act Raiser:




Um dos melhores jogos do SNES, e um dos melhores de todos os tempos. O jogo tinha um sistema inovador, uma trilha sonóra linda demais, e de quebra, monstros e ambientes épicos. Eu agradeço tanto se passar para 3D, quanto uma sequência 2D para o DS, mas não matem o sistema de criação dessa vez, por favor.

03- Chrono Trigger:



O melhor jogo de RPG para o SNES, tinha tudo. Com os mais belos gráficos da época, 13 finais diferentes e muitas horas de jogo, ele é dado como o melhor RPG de todos os tempos por muitos. Certo, mas o que aconteceu com a série? E a equipe dos sonhos? Certo, depois veio Chrono Cross, mas eu quero mesmo um bom jogo inspirado no homonimo de SNES. Imagina quantos não morreriam ao ouvir a música tema da série em um começo de trailer na E3?

02- Super Mario Bros. (4!)



Super Mario teve apenas 3 jogos. Depois que veio o World, esqueceram completamente de fazer uma sequência para Super Mario Bros 3. No Wii, experimentamos o melhor game do bigode, mas falta mesmo um jogo do nível dos anteriores para o DS. Eu espero que ele nos traga algo completamente novo, e inove, afinal, Nintendo e Mario são sinónimos de inovação.

01- Donkey Kong Country



O maior erro da Rare, e provavelmente do mundo dos videogames foi ter feito Donkey Kong 64. O Country (principalmente o 2), tinha tanta coisa, que eu mal podia esperar para ver em 3D. Na minha mente, iria, e aida vai ficar muito bom. Eu pensei tanto na sequência, mas tanto, que quando anúnciarem uma, e ela estiver de acordo com as minhas idéias, eu acho que bato as botas. Mais tarde tem uma surpresa relacionada com isso para vocês...

Bom galera, é isso aí. Agora, por favor, comentem: Qual jogo vocês querem uma sequência?

Alone in the Dark Wii Preview - Será que vale a pena?



Certo, eu nunca apostei nadica no jogo. Algo mudou pouco tempo atrás. Para conhecimento geral, eu adoro Dead Rising, e quando olhei que Alone In The Dark tinha um sistema parecido eu logo pesquisei mais e resolvi escrever o preview. Respondendo a pergunta-titúlo, eu acho difícil surpreender, mesmo com o sistema Dead Rising e os comandos quase perfeitos em que temos notícia.

Os controles estão (pelo menos parecem) perfeitos, e o jogo tem muito comando. Ele abusa do cursor do Wii mote para quase qualquer tarefa que não seja atirar ou usar algum objeto que você pegou no chão. Para isso,ele apenas move o cursor para cima do local e aperta o botão para abrir alguma coisa. Os gráficos parecem simples, mas estão em um primor técnico semelhante a versão de PS2 de Resident Evil 4.



Várias demonstrações dos gráficos foram exibidas. Entre elas, quase todas dão destaque maior para a realidade presente no fogo, e também, na textura detalhada para o chão e o teto, por exemplo. Seguindo o padrão de Silent Hill, muito dos ambientes do jogo são escuros, precisando de uma tocha, um esqueiro ou uma lanterna, perfeito para tomar um belo susto. Além desses recursos, o visual da série, pelas fotos exibidas, parece ser bastante variado.
A trilha sonóra teve poucas revelações, mas como se trata de um Survival Horror, acho difícil esta decepcionar. Já os efeitos sonóros, como vistos no vídeo técnico, estão de arrasar. As explosões soam muito realmente, o barulho do passo de seu personagem e a respiração do mesmo estão perfeitas. Resta saber se o jogo tem falas e se é dublado, como Resident Evl 4 foi.



A jogabilidade é o melhor disso tudo. Muito parecida com a de Dead Rising, muitos dos itens do cenário podem ser usados como arma. Cada um pode ser pego de uma vez, eles quebram se usados de maneira incorreta, e servem para acrescentar uma segunda maneira de passar por um quarto, além de te poupar munição. Itens como a espada tem uma variedade imensa de golpes, todos utilizados com o Wii mote e o Nunchuk.
Um acréscimo legal é um sistema de poder usar dois itens do seu inventório de uma vez. Por exemplo, você está num corredor escuro, e lotado de monstros, o melhor a se fazer é equipar a lanterna, para ser controlada com o Nunchuk, e a arma, controlada pelo Wii mote. Para andar usa-se o analógico, a câmera é automática quando em terceira pessoa, mas tem também o modo em primeira pessoa, quando se vai atirar.



O jogo tem trocentos comandos e promete uma jogabilidade excelente, sinónimo de bom uso do Wii. Os gráficos não puxam, nem de longe, o potencial do Wii, mas são competetes e podem ainda assim sofrer alterações. Com tantos comandos, o game passa longe de ser algo casual. Eu resolvo apostar no game e no seu sistema, e você o que acha?

Virtual Console - Jogo especial adicionado essa semana

por Neo Raph



Mais uma semana se iniciando, mais lançamentos na rede nostalgia da nossa Big N, na verdade mais um lançamento, uma fonte fidedigna revelou o tal jogo, nada mais nada menos que Double Dragon, aquele que definiu um estilo nos arcades, e que manteve sua fama no 8bit da Nintendo.
Confira:





Double Dragon (NES – 500 WiiPoints)

Double Dragon começou a trilhar sua fama nos arcades, definiu o estilo “dar porrada em tudo que aparecer pela frente”, sua estória contava o seqüestro de Marion, namorada de Billy, que junto com seu irmão Jimmy, saem em busca dos malfeitores, com a ajuda das Double Dragons (dois amuletos que continham poderes especiais) eles enfrentam a gangue inteira até chegar no real chefe, Willy dá muito trabalho e compensa o fim desse grande jogo. Double Dragon marcou a infância de muitos jogadores, foram lançadas 2 seqüências para este clássico, para nossa sorte a primeira chega ao Virtual Console, mais que recomendado para os novatos que não o conhecem, e para aqueles que cresceram jogando (euuuu, rsrss) uma ótima chance de lembrar os bons tempos de fliper e do Nes também.

Top 10 - Dungeons que gostaríamos de visitar na vida real

Por Danilo Medeiros

Na série Zelda tem dungeons tão marcantes que ficam na mente como se fosse um lugar real, que realmente estivemos lá, e estivemos mesmo, de coração e mente, aliás só a série Zelda pode proporcionar essa imersão em seus games.

Abaixo segue listadas as dez melhores, as mais marcantes , mais difíceis, ou mais importantes pra série.





10 - The great Palace / Zelda 2: Adventures of Link

Entra na lista pelo seu nível de dificuldade, imensa , uma das maiores da série, e a aparição das paredes e pisos falsos, idéia que seria reutilizada no Shadow temple de Ocarina of Time.










9 - Death Mountain / Legend of Zelda

Aparece na lista por ser a dungeon mais infernal de todos os Zeldas,coitado do jogador que não chegar lá equipado o suficiente pra sobreviver ao covil de Gannon.






8 - Inside Lord Jabu Jabu's Belly / The legend Of Zelda Ocarina of time

Tá certo, não é a dungeon com o design mais magnífico, é até bem simples por sinal...mas entra pela fantasia de ser dentro de uma criatura viva (e fazer você sentir isso ) e pela surpresa, ou vai dizer que na primeira vez que jogou já imaginava que a próxima dungeon seria dentro daquele peixão?







7 - Forsaken Fortress / The legend of Zelda The Wind Waker

Importante e divertida por ter introduzido um estilo furtivo a la Solid Snake, principalmente na primeira vez que você passa por lá e a batalha contra Shadow Ganon mostra que o estilo bate rebate utilizado desde A link to the past não estava desgastado, tanto que apareceu novamente em Twilight princess.






6 - Temple of time / The legend of Zelda Twilight Princess

Nada de coisas super inovadoras e completamente fácil, até bem ridicula por sinal, até que você usa o Dominion Rod e descobre que tem que descer uma estátua até a primeira sala pela qual você passou, com direito a puzzles com balanças, no qual você divide o peso de objetos com o da estátua e de si mesmo, surpreendente essa.








5 - Goron Mines / The legend of Zelda Twilight Princess

O lugar repleto de mecanismos, ambientado num setor que passa uma idéia de um lugar que passa por uma espécie de industrialização e o uso das Iron boots para se prender às paredes ou ao teto com a ajuda dos imãs, fazem desta, uma dungeon memorável.




4 - Shadow Temple / The legend of Zelda Ocarina of Time

Completamente assustador, com passagens secretas invísiveis, trilha sonora macabra e tudo mais,você joga e já acha o item desta dungeon logo no comecinho, e passa uma asneira na sua cabeça: Já tá acabando...
É ruim hein, muita coisa ainda se tem no caminho depois das Hover boots, até um navio fantasma e criaturas bizarras, quem já esteve nele, lembra até hoje em sonhos, ou pesadelos. O chefe Bongo Bongo é um dos mais grotescos da série.







3 - Water temple - The legend of Zelda Ocarina of time

O nível da água já deixou muitos fãs descabelados, com aquele sobe e desce, e muitos já ficaram encalhados por falta de uma única chave, a batalha contra Shadow Link é um dos pontos altos dessa dungeon.







2 - Spirit temple / The legend of Zelda Ocarina of Time

Trilha sonora encaixa perfeitamente no clima dessa aqui, tão sinistra quanto o shadow temple, mas nessa você entra criança e adulto, e é incrível jogar em duas épocas diferentes, e acessar com o Young Link áreas que o Link adulto não tem acesso, e se valer disso para resolver certos puzzles, sem contar a aparição do Mirror shield e puzzles envolvendo luz solar, magnífico esse Spirit temple.




1 - Stone Tower Temple / The legend of Zelda Majora's Mask

Foi Dificil chegar a d ecisão de qual seria a melhor dungeon, mas nenhuma foi párea pra loucura de ver baús de ponta cabeça, coisas invertidas, e no final descobrir que tinha que inverter a dungeon, isso mesmo, ela ficava de cabeça para baixo, em algumas salas até você era obrigado a virá - la repetidas vezes para concluir alguns puzzles bem sacanas. A luta com o chefe é bem diferente de tudo já visto na série até então, pois contas com a ajuda da Giant mask, exclusiva para essa dungeon, e deixa Link gigantesco...bem luta de titãs mesmo...

Review: Karaoke Revolution American Idol Encore - Wii

Por Gustavo Assumpção

Karaoke Revolution é uma série do tipo ame-o ou odeie. Eu particularmente sempre estive na primeira alternativa, principalmente quando o assunto eram os games do Playstation 2. Me lembro muito bem, das noites que passava jogando (ou cantando) Karaokê Revolution Country, mesmo que parecesse um idiota. Claro que o console mais vendido da atualidade não poderia ficar sem um game da série. Lançado em fevereiro, Karaoke Revolution presents American Idol Encore, é um port fa versão Playstation 2. Como a original já possuía defeitos, essa aqui não fugiu à regra. Apesar do esforço do estúdio Blitz, o game não conseguiu oferecer uma experiência tão rica como poderia. Você saberá o porquê agora:

Cante para os jurados

Como já deu pra perceber, o grande trunfo do game é usar da licença do reallity show musical American Idol, que é um grande sucesso nos Estados Unidos. Os jurados de lá (Randy, Simon e Paula Abdul) não chegam aos pés do carisma da turma brasileira. E isso se reflete no game: falta carisma, falta profundidade, falta grandiosidade e falta empenho.


A dor!

Os jurados não são nem um pouco carismáticos

No game estão disponíveis 40 canções diferentes, um número baixo se comparamos a outros games da série. Entre as cançõesestão clássicos americanos e inclusive um brasileiro: Copacabana (Copacabana princesinha do mar/ pelas manhãs tu és a vida a cantar...).Cada vez que você escolher uma música, as palavras e sílabas começam rolando em toda a tela. Você deve cantar as palavras e tentar manter a seta que reage a sua voz no devido lugar. Mantendo ritmo e tempo certo, você conseguirá uma boa pontuação.

Esse esquema de julgamento acaba trazendo uma lição interessante. Não é preciso cantar bem para obter uma boa pontuação e se sair bem. Apenas é necessário estar no ritmo e se manter no tempo da música. Dependendo do estilo, que vai de soul a dance, a música possui uma velocidade própria, e acompanhá-la não é muito simples, apesar de ser prazeroso. O microfone que acompanha o game funciona bem, apesar de dar umas falhadinhas algumas vezes.

Se cantar é bom, o resto é péssimo

Todo mundo gosta de soltar a voz. E em um game isso é potencializado. Mas tirando as partes da cantoria, KR Encore tem muito pouca coisa que realmente valha uma olhada com mais carinho. A capacidade de customização, bastante presente na versão para X-box 360, é praticamente nula aqui. Já imaginou poder escolher o visual das apresentações, o que vai responder aos jurados... pois é, nós também pensamos, mas não podemos.

É Comei, Avril!

Outro grave problema é a falta de modos diferenciados de jogo. Embora exista o Quick Play e o principal, o American Idol. Nele você canta, recebe a opinião dos jurados e é ou não aprovado para a próxima fase. Na segunda etapa, ao invés de ganhar emoção, o game se torna mais estático. Não espere emoção e choro na hora de passar pra próxima fase, não espere aplausos e comentários. Você tem direito a apenas um quadro com a votação do publico dizendo quem fica e quem sai. Só isso, nada mais

Outra coisa que não deu muito certo é o visual. Sinceramente, a versão GameCube de Karaoke Revolution Party tinha uma animação mais funcional e um visual mais agradável. Não tem como definir de outro jeito: O game é feio. Feio mesmo. A movimentação é dura e lenta e os personagens parecem que não tem articulação. É grotesco e mal feito.

Jogue mesmo assim

Apesar dos problemas de longevidade, já que o game é meio carinho porque vem com um microfone (mas o de Boogie funciona também), Karaokê Revolution Presents American Idol Encore (ufa!) é uma delicinha de ser jogado. Você vai se sentir nas nuvens cantando My Heart Will Go On (ok, exagerei) ou silabando Knockin 'On Heaven's Door. Quem gosta de cantar, os fãs da série, ou quem procura um desafio curto e descompromissado sem se ligar no visual pode gostar, Quem procura algo mais complete, vai sentir que faltou algo mais… Infelizmente.

Notas da EGM: Blast Works vai bem, Mario Kart Wii vai mal

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Blast Works: Simples à primeira vista, maravilhoso quando jogado

A edição de junho da revista EGM não trouxe grandes novidades. Mario Kart Wii como era esperado, obteve uma avaliação bastante mediana. Apesar disso, houve uma excelente avaliação para Blast Works, game da Majesco para o Wii. O destaque fica por GTA IV com duas notas máximas:


Mario Kart Wii - B+, C+, C

Blast Works: Build, Trade, Destroy - Wii - A, A-, B-
Castle of Shikigami III -Wii- C+, C+, B-
UEFA Euro 2008 - PS3/ X360 - B+, B+, A
NBA Ballers: Chosen One PS3/ X360 - D+, D, C
Grand Theft Auto IV - PS3/ X360 A+, A+, A
Viking: Battle for Asgard PS3/ 360- D+, C-, C+
Persona 3: FES PS2- A, A, A
Myst -DS C-, D, D
Super Dodgeball Brawlers - DS C+, C, C+

Um jogo épico: Donkey Kong Country 2



Donkey Kong Country 2, era um jogo que explorava o máximo do Super Nintendo. É de todos, um dos melhores jogos do Super Nintendo, o melhor DKC, e um dos melhores jogos ja feito pela Rare, se não o melhor. Cheio de carisma, segredos, os melhores gráficos do Snes e uma trilha sonóra completamente inesquecível, esse jogo é pura nostalgia para muita gente. E para quem não jogou, é obrigatório!

Assim como fizemos com Super Mario World, vamos falar dos princípais atributos, locações e trilha sonóra que fizeram com que este game entrasse para a história.



Diferente do Country 1, o segundo capítulo não se passava mais na terra dos macacos. Dessa vez, Donkey Kong foi capturado e cabe a Diddy, do primeiro jogo, e Dixie, esreiante desse, salvarem o grandalhão de King K.rool. A aventura dessa vez se passava em locais mais perigosos em que o primeiro, e trouxe também os mais bem ambientalizados de toda a série. Logo no começo, primeiro mundo, estaríamos no Navio de K.Rool, lugar aonde lutamos contra ele no primeiro jogo da série.



Logo no primeiro mundo, tinhamos as fases ambientalizadas na frota de Navios de K.Rool. Assim como no primeiro jogo, não existe uma única fase que seja igual ou semelhante a outra em atmosfera ou jogabilidade. Seja por meio de uma mudança no clima, na cor ou tom do lugar, ou até mesmo a incrementação de uma jogabilidade diferente, esse jogo torna cada fase única. Voltando ao primeiro mundo, temos a primeira e a terceira fase, na parte plana do Navio. A primeira fase com uma ambientalização de manhã, e a outra com um sol que se põe conforme você avança na fase.



Ainda as fases que se passam na parte superior do Navio, nas velas. A segunda fase e a quinta seguem esse modelo. Na primeira fase, um ambiente de neblina na manhã, e na quinta, um clima pesado e chuvoso (foto acima). Ainda assim, contamos ainda com a fase aquática, que diferente da primeira fase na água do primeiro, é totalmente morta. Mas uma vez, destaco o trabalho genial na hora do ambiente da fase. O chefe é um pasaro, mais puxado para corvo pirata e gigante. O qual você mata usado os próprios ovos chocando no ninho que ele mesmo derruba. A foto dele você vê abaixo.



Passando pelo passaro você então chega ao segundo lugar do jogo: Crocodile Cauldron
Bem diferente do primeiro jogo, aqui você ja pega a fase de lava logo de cara. Crocodile Cauldron é responsável por nos apresentar a primeira fase de lava do jogo, duas fases protagonizadas em minas, e mais duas fases na lava. Em uma delas, você tem a aranha a sua disposição, e na outra, pode optar pelo Rambi, ou ir sozinho pelos balões da fase até o final.



Nesse mundo chegamos ao primeiro Klubba's Kiosk, um lugar guardado por um crocodilo bruta monte, onde devemos pagar 15 Krem coins para passar para uma das fases do mundo secreto do jogo. Também nesse estágio temos o Swanky, um macaco que promove quizes e minigames ao redor de todos os outros estágios do jogo. Também em todo o jogo, você vai ver o Kong College, e o Funkys flight. Um usado para salvar, e o outro para voltar a mundos que você já passou, respectivamente.



O chefe do estágio e um dos mais divertidos do jogo. Sem uma forma de humano, a primeira fase da batalha é com a espada na mão de um inimigo, que não pode ser visto por estar na lava. Logo mais, você acaba descobrindo que a espada tem vida, e que ela pode te perseguir pela fase inteira. Apenas use os ganchos para desviar dos golpes e a bola do canhão para matar de vez o chefe, ganhando acesso ao terceiro mundo. A foto do boss você confere a seguir:



Após derrotar o chefe, você e Dixie podem finalmente ir para o terceiro mundo, chamado de "Krem Quay". O mapa de acesso do terceiro estágio consiste basicamente em um navio quebrado em um pantâno, de forma que a água é mortal para os primatas. Além das fases com mata virgem, a jogabilidade agora fica mais arriscada, presicando fazer exatamente o que é para ser feito na hora certa, para se avançar e passar de fase.



Agora a difículdade estava absurda. Conheceremos ainda nesse estágio fases que se tornaram históricas para a série, tanto pela difículdade, quanto pela belissíma ambientação. Trata-se das fases Slime Climb, aonde o jogador deve subir por uma fase parecida com as do primeiro mundo, enquanto o nível da água sobe. Caso você caia, uma piranha das mais letais espera para jantar. A outra delas, não tão notável quanto essa é Bramble Blast, com a ação inteira focada nos Barris arremessantes da série.



O chefe do estágio é um Klubber, parecido com aquele que fica nos esperando em Klubba's Kiosk. Ele exige menos habilidade do jogador que o chefe do mundo anterior, mas ainda assim é desafiante. Para derrota-lo, apenas desvie de todos os golpes. Quando o Barril cair, jogue o contra o monstro para vence-lo. Vitória fácil, o Token é nosso. A foto você confere abaixo.



Após completar a Krem Quay, você pode seguir viagem para Krazy Kremland. Nesse mundo temos muitas novidades, como a fase no parque de diversões e uma das mais carismáticas de todas, as que se passam dentro de uma colméia gigante. A música para essas duas fases são uma das melhores do jogo. Para não repetir a dose, uma das fases dentro da Colméia conta com o papagaio para te ajudar.



Vem também, uma das fases mais difíceis do jogo, e também a mais memorizada pela sua trilha sonóra incrível (a melhor da série!), e pelo seu design confuso e quase impossível de se passar sem morrer uma vez. O nome da bendita é Bramble Scramble, e a sua música, conhecida como Stickerbrush Symphony, faz um bico em Brawl. Não tem quem não babe com a ambientalização e a atmosfera da fase, é uma coisa que poucos conseguiram igualar, mais de 10 anos depois do jogo.



O chefe do estágio não é nada mais nada menos que uma abelha, Gigante. Para enfrentar, você faz a primeira transmutação em chefes do jogo, se transformando em um papagaio para matar a Abelhuda. Para isso, apenas acerte o ponto fraco, o ferrão, e espere ela se desmanchar. Acabe com todas as abelhas de uma vez e você derrota o chefe. A imagem confere embaixo.



Após derrotado, os Kongs seguem para o próximo estágio. Trata-se de Gloomy Gulch, uma mistíca floresta, com fantasmas e tudo que temos direito. As fases a estreiar são as mais lindas do jogo. Passando-se na maior parte na floresta mistíca, a jogabilidade também foi afetade de um modo drástico. Logo na primeira fase, o jogador deve seguir por cordas que somem, e pular sobre plataformas pequenas sem margem de erro.



As duas maiores genialidades presentes nesse estágio são as fases Web Woods, e Gusty Glade. A primeira, pela música e ambiente mistíco, além do excelente uso do botão A para o especial da aranha. Uma das fases mais complicadas do jogo, com os segredos mais bem escondidos. Já a segunda, por reinventar a jogabilidade da série. Agora, o vento levava Diddy para lugares mais altos, ficava na sua oposição e certos momentos e ajudava na velocidade em outros. Tudo para seguir um roteiro linear. Genial!



O chefe desse mundo é o mesmo do primeiro, mas dessa vez, na sua forma Polthergeist. Agora, a batalha estava mais complicada do que nunca, e passar com apenas um dos macacos era praticamente impossível. A batalha começa no térreo, e cada vez que você acerta o passaro vocês sobem um nível. Após o terceiro, o filhote de cruz credo morre, te levando para o último mundo.



No último mundo, a estréia da fase de gelo, a mais linda de todas. O uso do vento da fase Gusty Glade agora na vertical, e as fases no castelo, de longe as mais difíceis de todas. Começando do começo, temos Artic Abyss, uma fase linda numa gruta de gelo. Temos ainda as fases verticais do castelo de K.rool, com uma música incrívelmente bem arranjada para a época, e, se reparar bem, uma variação da música de encerramento.



No mundo de K.Rool, todo o destaque vai para a fase mais bonita de todo o jogo. A mais linda, chamada de Klapper's Cavern, se passa no subsolo de uma caverna congelada. Mesmo com esse ambiente lindo, eles não se contentaram, e nesse estágio, é preciso congelar a água para passar. Usando a mesma foca que esfriava a água fervendo no mundo de lava. É uma coisa muito linda de se ver, e muito gostosa de se jogar. Foto abaixo.



Após passar todas essas fases complicadíssimas, e finalmente pensar que chegamos ao final do jogo, já começamos a pular de alegria. Pobre de nós...

Ao chegar aonde K.Rool está, reparamos que Donkey Kong está numa corda, de ponta cabeça, e K.Rool apenas está rindo da situação. Então, K.Rool avança mais um nível no mapa, abrindo um novo estágio, algo que ninguém esperava.



Não sei até quando podemos chamar isso de mundo. O estágio contém apenas uma fase, e esta, é difícil para burro. No mesmo esquema de Bramble Scramble, agora, além de desviar dos espinhos, você deve fazer isso em tempo recorde, pois um "evil papagali" está apostando corrida com você. Após pasar essa fase, você finalmente chega ao confronto final com o King K.rool.



Após uma luta épica, você finalmente pode assistir o final do jogo.

Donkey Kong Country 2 é um dos meus jogos favoritos. Ele representa o ápice do primor técnico do SNES, e uma das maiores aventurar de todos os tempos. O jogo é cheio de segredos, cheio de técnicar e muito, mas muito bem ambientalizado. A sua trilha sonóra nos provou o potencial do SNES em criar música, e pode ser destacada como uma das melhores até hoje. Nem tudo ainda foi explicado, mas os segredos e o final do jogo deixamos para você jogar. Tá esperando o quê?

IGN: 10 para Grand Theft Auto IV




O site americano IGN.com deu nota 10 para a versão do X-box 360 de GTA IV. Segundo o site o game é simplesmente perfeito. Nota 10 em todos os quesitos. Resta saber quanto foi a quantia paga pela Rockstar para uma avaliação tão "cega". Sinceramente me decepcionei com o IGN. Soou forçado e sem personalidade.

Filosofia N #04

por Neo Raph



A volta dos CrossOvers??



Bem, em primeiro momento é o que está indicando, essa moda começou com a Capcom lá pelos idos de 96, com X-Men Vs Street Fighter, logo no anuncio causou furor em todo o mundo, uma pergunta se anunciava ‘’Como seria ver Wolverine lutar contra Ken? ‘’, a Capcom não foi nada boba e criou um jogo antes desse, X-Men – Children of the Atom criou um novo modo de jogar, novas táticas, com super saltos, e dinâmica acelerada, baseada em DarkStalkers.


O mundo Street casou perfeitamente com o universo Marvel, prova disso é a quantidade de jogos lançados, a estória não era muito atraente, mas a jogabilidade era viciante, a década de 90 foi das Lutas, indiscutivelmente, os fliperamas eram a sensação da época. Quem bem se lembra sabe, o Saturn humilhou o PlayStation nesse quesito, as conversões eram perfeitas no console da Sega, mas não fugindo do tópico, por que a volta dos CroosOvers?




Essa semana a Midway anunciou de forma surpreendente algo que muitos nunca sequer imaginavam, e a pergunta de 12 anos atrás volta de uma maneira diferente ‘’ Como será ver Sub-Zero lutando com The Flash? ‘’ é isso mesmo, Mortal Vs Dc Universe. O jogo foi anunciado para X360 e Playstation 3 para o fim do ano, no entanto uma versão de Wii não foi totalmente esquecida diz John Tobias, mentor da série.








Porem alguns detalhes foram anunciados, sem Fatality em primeiro momento, não há duvidas que a Midway está tentando criar um hype em torno desse titulo, a série Mortal Kombat já não esta bem das penas, e um anuncio desse porte pode ajudar a alavancar a série, mas eu não consigo imaginar Sonia enfrentando Mulher Maravilha, sem aquela magia da era 2D, fica muito difícil imaginar e esperar por algo que possa valer a pena estou na espera e atento às novidades, torcendo por uma versão de Wii.













Bem, essa semana foi divulgada o número gigantesco de vendas e lucros da nossa querida Big N, é incrível a ascendência do Wii nesse ano de 2007, eram previstos anteriormente 18 milhões de unidades no período, porem foram vendidas mais de 24 milhões de Wii, juntamente com 30 milhões de DS, essa boa fase continua nesse ano onde a previsão chega a 25 milhões de Wii, podendo chegar à marca de um grande sucesso, o Super Nes que em todo mundo vendeu 49 milhões de consoles, Wii Fit e Mario Kart prometem manter a boa fase na terra do Tio Sam, onde é impossível encontrar um Wii nas lojas. As coisas começam a mudar e as Thirds passam a enxergar o Wii como um nicho muito lucrativo, caça-níqueis existem, mas torcemos para que os medalhões também confirmem sua presença no Wii.







Mudanças e transformações acontecem em todo lugar há todo momento certo?! Bem, aqui no nosso cantinho Nintendo também não seria diferente, um membro muito importante saiu da Playlist de colaboradores, Riicardo saiu deixando como marca seus textos perfeitos e seu amor a Nintendo, novos amigos fazem parte desse time, Augusto e Fred sejam bem vindos, ótima matéria de ambos em suas estréias, essa coluna tem como objetivo discutir assuntos polêmicos, lembrar antigos hábitos e por que não saudar novos amigos?! Mais uma vez sejam bem vindos ao mundo Gamer Nintendo.
Mais um Filosofia chega ao fim.
Agradeço a todos pelo prestigio.


Abraços.

Vídeo de Line Rider: Wii.


Line Rider Wii from WiiNintendo.net on Vimeo.

Como vocês podem ver, o jogo tem muitas opções a mais que a sua versão em Flash. Além dos cenários variados, ele conta com muita, mas muita mais ferramentas que a versõ menor dele. Até mesmo por ser um jogo mais sóbrio, para um console. Eu goso muito d jogo, e a física, continua a mesma, o mais legal na história. Além disso, tem a possibilidade de mandar suas construções para seus colegas pelo Wii.

Wii fit: Europa.




O Wii fit está vendendo muito bem na europa. Alguns lojistas dizem que chega a sair 90 Wii fit's por minuto. Não sei se o povo da europa é curioso ou um pouco acima do peso, mas uma coisa é certa: Wii fit é um sucesso total.

Resident Evil Zero: Wii Trailer




Uma pena, quase tudo que está no vídeo também estava presente na versão de GC. Talvez a faca ganhe o uso do Wii mote, mas não era bem o que eu esperava. O jogo do Game Cube é 100% compatível com o Wii, não sei quem compraria o jogo apenas para dar facadas, já temos RE4, muito obrigado pela tentativa Capcom.

Equipe britânica do IGN avalia Wii Fit



A Equipe UK do IGN avaliou hoje Wii Fit, o aguardado game do Wii. Os avaliadores gostaram bastante da experiencia oferecida pelo game, mas não foram muito felizes na avaliação. A Nota final acabou sendo 8,0 com destaque para a grandiosidade e o funcionamento do mecanismo da Balance Board, definido como perfeito... Tá chegando a Hora!


Shigero: parabens!



Certo, acabaram-se as votações, e como vocês podem ver, o Tio Shigero teve que se contentar com o 9º lugar, em visto que o primeiro lugar é um tal de Rain. Com certeza não é o do Mortal Kombat, mas eu já nem sei quem é. Eu hein...

Nintendo: A Número 1

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E os bons números não param de chegar. A lista grandiosa que você vê abaixo são dos números de vendas no ano de 2007. Em 12 meses, a Nintendo teve 28 games com venda superior à 1 milhão de cópias. Sabe o que isso significa? Um recorde histórico batendo a Eletronic Arts que obteve 24 games com esse resultado em 2004. Pode comemorar, a Big N é definitivamente a Número 1!


TítuloTotal em 07/08JapãoFora do JapãoTotal Acumulado
GAMEBOY ADVANCE
Pokémon Fire Red & Leaf Green1.170.000100.0001.060.00011.820.000
NINTENDO DS
Pokémon Diamond & Pearl9.560.000340.0009.220.00014.770.000
Brain Age 26.530.000630.0005.900.00010.830.000
Brain Age5.280.000400.0004.880.00012.980.000
Nintendogs (todas as edições)5.070.000240.0004.830.00018.670.000
New Super Mario Bros.4.660.000790.0003.870.00014.160.000
The Legend of Zelda: Phantom Hourglass4.130.000910.0003.220.0004.130.000
Mario Party DS3.620.0001.790.0001.840.0003.620.000
Mario Kart DS3.420.000830.0002.590.00010.450.000
Flash Focus2.520.000980.0001.540.0002.520.000
Animal Crossing: Wild World2.050.000540.0001.510.0009.530.000
Big Brain Academy1.590.000130.0001.460.0005.010.000
Pokémon Mystery Dungeon: Explorers of Time & Darkness1.580.0001.570.000--1.580.000
Super Mario 64 DS1.380.000100.0001.280.0006.120.000
Pokémon Ranger1.190.00010.0001.180.0002.700.000
Yoshi's Island DS1.040.000480.000550.0002.910.000
WII
Wii Sports16.290.0001.590.00014.700.00021.560.000
Wii Play8.890.0001.220.0007.660.00011.510.000
Super Mario Galaxy6.100.000930.0005.170.0006.100.000
Mario Party 84.860.0001.260.0003.600.0004.860.000
Super Smash Bros. Brawl4.850.0001.610.0003.240.0004.850.000
Super Paper Mario2.270.000500.0001.780.0002.280.000
Big Brain Academy: Wii Degree2.260.000380.0001.880.0002.260.000
Wii Fit1.850.0001.850.000--1.850.000
Mario Strikers Charged1.770.000240.0001.530.0001.770.000
Wii Zapper com Link's Crossbow Training1.710.000--1.710.0001.710.000
Metroid Prime 3: Corruption1.310.00080.0001.230.0001.310.000
The Legend of Zelda: Twilight Princess1.250.00010.0001.230.0004.520.000

Guitar Hero: Aerosmith é mais aguardado no Wii



Segundo algumas pesquisas, a versão mais procurada de Guitar Hero Aerosmith é a do Wii. Isso pode acontecer por motivos óbvios, aqueles que compraram a versão do Wii, com a guitarrinha, agora podem se deliciar em outro jogo com ela. E uma surpresa para todos, olhem o "Wi-fi" na Boxart...

Wii: 60%
PS2: 17%
X360: 14%
PS3: 9%

Speed Racer: 5 minutos In-Game



Finalmente, depois do game inacabado da Ubisoft parece que temos algo bom. O único problema relativo do jogo é essa câmera lenta que acontece toda santa vez que ele rela em alguém. Vamos lá vai, concorde que o visual é lindo e a velocidade é sensacional. Ainda falta sabe muito, mas espero que o jogo impressione.

Vídeo: Emergency Heroes



Ok, nada de preconceito. Os gráficos tem tudo para serem lindos, mas parece um jogo inacabado. Eu não jogaria nem no fliperama, pago para ver me surpreenderem com essa idéia banal. Maldita seja a Ubisoft...

Nintendo Channel chega em 12 de maio

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Foto da versão japonesa do Channel

Originalmente lançado no Japão com o nome "Minna no Nintendo Channel" ("Canal da Nintendo para Todos", numa tradução livre), a versão americana deste canal gratuito será disponibilizada próximo ao lançamento do WiiWare, este último marcado para o dia 12 de maio. O WiiWare é um canal de distribuição digital de jogos originais para Wii.

Neste canal, os jogadores poderão baixar demonstrações jogáveis de games para Nintendo DS e dar notas a jogos do WiiWare que já tenham jogado por pelo menos uma hora e escrever pequenas resenhas que poderão ser lidas por outros usuários. De acordo com Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo para os Estados Unidos, como os jogos para WiiWare não tem demonstração jogável, essa será uma forma de os jogadores conhecerem o game antes de comprá-lo.

A versão japonesa do canal também oferecia vídeos com entrevistas e outros artigos, além de uma tabela dos próximos lançamentos para o Wii e DS na região.

Fonte: UOL Jogos

Megaman Star Force 3 vem aí!



Já está no ar o teaser do site oficial da terceira versão de Megaman Star Force. Os dois primeiros foram questionáveis quanto a qualidade e esse aqui não deve ser muito diferente. Para ver o site clique abaixo:

Clique aqui

High Voltage anuncia Animales de la Muerte para o WiiWare



A High Voltage (e como ela tem aparecido!) anunciou mais um game para o Wii Ware. Dessa vez é o divertido Animales de la Muerte, meio complicadinho de explicar. Fique com as imagens, que logo a gente traz mais informações! Hasta!




10 produtoras de olho em The Conduit

A imagem “http://www.aussie-nintendo.com/images/NEWS/theconduit.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Logo após o anúncio de The Conduit, a High Voltage já recebeu 10 propostas de publishers para o game. A informação é do editor de Wii do IGN, Matt Cassamasina. Segundo conversas de bastidores, a THQ deve lançar o game. Mas muita gente está dizendo que a Ubi Soft seja a mais cotada. Eu aposto na primeira: a THQ é uma das produtoras que mais tem se destacado na concepção de games pro Wii (Deadly Creatures e de deBlob mostram isso). Seria um importante game para a produtora se firmar de vez. Veremos o resultado em breve.

Notas da Famitsu: Nada de importante

http://baxaj.com/wp-content/uploads/2007/10/links-crossbow-trainingtn_.JPG

Essas aí são as notas dessa semana da Famitsu. Repare que pouca coisa realmente vale a pena. Destaque para Link Crossbow Training que chega apenas agora e para a versão Wii de Family Stadium, que foi bem mal. Que chegue o meio do ano e com ele bons games!


Keikishi Gunzou Presents: Monoshiri Bakumatsu-Ou
(NDS, Global A): 7 / 7 / 7 / 6 - (27/40)
Katekyoo Hitman Reborn! Fate of Heat (NDS, Takara Tomy): 7 / 6 / 6 / 6 - (25/40)
Emblem of Gundam (NDS, Bandai Namco): 6 / 8 / 7 / 8 - (29/40)
Nippon no Asoko de (PSP, Sony): 9 / 8 / 7 / 6 - (30/40)
Link no Bowgun Training (Wii, Nintendo): 9 / 7 / 7 / 7 - (30/40)
Pro Yakyuu Family Stadium (Wii, Bandai Namco): 8 / 6 / 6 / 6 - (26/40)

Novas Imagens de: Blue Oasis





A temática não é lá das melhores, mas o visual está bem cuidado. Não aposto no jogo.

Earthworm Jim retorna!



Se você é um amante da série que se popularizou no SNES, pode ir pulando desde já. Os dois jogos foram anúnciados para o Virtual Console, e um jogo totalmente novo está por vir. Além disso, um longa metragem e um desenho animado também darão as caras em breve. Não sabemos direito para que plataforma será a aventura, mas não lançariam nada no Virtual Console a toa, né? Bom, acho impossível que a série retorne a toa com os jogos de antes, mas para fazer esse retorno o Doug deve estar com alguma idéia brilhante em mente. É esperar para ver...

EGM americana - Retro: Splatterhouse



A próxima Egm vai trazer 35 games inéditos na sua matéria de capa. Entre eles, Splatterhouse parece estar de volta. O jogo é conhecido por não ser tão bom, mas ganhou fama pela violência e pelo menos a tentativa de assustar o jogador. Eu não sei que outros clássicos dão as caras, mas Splatterhouse deve ser muito bom, já que ganhou a matéria de capa.

Mike Capps: Cale sua maldita boca... AGORA!




A dor de cotovelo é cada vez maior. Dessa vez foi a hora de Mike Capps, presidente da Epic, falar, me desculpe a palvra, merda. Capps ironizou o sucesso do Wii: "É um vírus no qual você compra e você joga com seus amigos e eles ficam: 'meu Deus, isso é muito legal, vou comprar isso'", afirmou. "Todos que eu conheço compraram um e ninguém liga [o console]".

"Obviamente, há uma classe de pessoas que realmente amam e se divertem, e caem de cabeça nos games, mas eu ainda estou esperado por aquele game que me faça jogá-lo. Quem sabe, 'Wii Fit' possa ser ele", disse, tentando se redimir.

O idiota aí, devia se menos generalista e ver as vendas dos games no console. A versão mais vendida de Guitar Hero III foi a do Wii. O console vendeu muito mais games no Japão que seus concorrentes e apenas um game por console a menos que o 360 nos Estados Unidos. O idiota devia trabalhar mais e calar sua boca. O preconceito contra o Wii cresce, mas o sucesso do console também.

Virtual Console - Novos jogos adicionados essa semana

por Neo Raph




Mais uma semana entrando, mais dois jogos lançados para o Virtual Console.
São eles:

Phantasy Star III Generations of Doom (Sega Genesis, 1 jogador, 800 Wii Points)




Phantasy Star III é um RPG tradicional lançado para o Mega Drive em 1990. Também foi lançado uma compilação com as 3 versões para Sega Saturn e Game Boy Advance. O mundo de Phantasy Star III foi precursor por apresentar um clima medieval, com reis, cavaleiros, castelos, e duas nações beligerantes. Uma ótima pedida para fãs da serie, e para aqueles que não conhecem uma ótima oportunidade de conhecer a escola clássica dos RPGs.



River City Ransom (NES, 1-2 jogadores, 500 Wii Points)



River City Ransom foi lançado originalmente para o Nes em 1989. É o terceiro jogo lançado para o Famicon pela American Technos, precedido por Renegade e Super Dodge Ball. Tal como seus antecessores, River City mudou muito para poder ser lançado aqui no ocidente, o jogo consistia em descer a porrada em quem aparecer pelo caminho, com ótimo humor logo se tornou um hit do 8bits da Nintendo.

Review: Ninja Gaiden Dragon Sword

Por Gustavo Assumpção
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A série Ninja Gaiden é uma das mais difíceis que já apareceram na história dos games. Cada um de seus jogos, desafia o jogador a se superar em cada momento, fazendo com que se sinta testado a cada momento. Foi assim com os primeiros games do NES e com os mais recentes do X-box. Com Dragon Sword, se existia uma grande dúvida: será possível manter o nível da série em um portátil, e mais, com controles exclusivamente feitos com a tela de toque? A pergunta foi respondida da melhor forma possível: Ninja Gaiden Dragon Sword é sim um game da série e com controles de se fazer inveja a muito game do DS.

Hey, hey, hey, Hayabusa é nosso rei


A história de Ninja Gaiden: Dragon Sword acontece um pouco depois da conclusão do game original lançado no Xbox, quando Ryu Hayabusa desmantela o Império Vigoor e destrói a Dark Dragon Blade. Porém é descoberto que ainda existe uma maneira de recriar a maligna espada, e ainda por cima de acumular poderes inimagináveis. O problema é que para que isso seja possível, é necessário também fazer uso de uma pedra mística mantida sob segurança do clã Hayabusa. E é aí que a coisa toda começa. Momiji, uma linda ninja encarregada de proteger tal preciosidade, é raptada por um grupo de ninjas malignos e cabe a Ryu impedir que o pior aconteça. A trama é toda contada através de ilustrações no estilo manga, oferecendo inúmeros detalhes sobre a trama.

Como deu pra perceber, o enredo está no nível do melhores games da série. Tudo é bastante claro na história, o roteiro é muito bem feito, e o desenrolar dos fatos é sem enrolação e eficiente.

Mas vamos a jogabilidade do game. O ponto crucial de Ninja Gaiden está na agilidade. A facilidade de se movimentar e a variedade dos comandos é a chave para o sucesso. Controlar o game inteiramente com a tela de toque poderia parecer uma bobagem a principio, mas curiosamente, a mão de Itadaki inovou e corrigiu tudo.

A coisa toda funciona desta maneira: para fazer com que Ryu se movimente pelos cenários pré-rendeizados, o jogador precisa somente tocar em uma parte do cenário e manter a stylus ali enquanto Ryu rapidamente corre para o local indicado. É possível até mesmo passear com a pequena canetinha na tela, percorrendo o cenário com bastante agilidade e eficiência. Para pular, basta ''riscar'' rapidamente no sentido vertical e ao repetir tal ação, o ninja executa um pulo duplo. Para executar a clássica técnica de subir em locais inalcançáveis pulando de parede em parede basta repetir o processo de riscar verticalmente o tempo que for necessário, preocupando-se somente com o timing com que o movimento precisa ser executado.

Agora vamos à parte em que as coisas começam a ficar um pouco mais complexas: as batalhas. Para atacar um inimigo, o jogador só precisa riscar rapidamente sobre ele no qual deseja golpear para que Hayabusa corra rapidamente até o local atacando ferozmente seu adversário. Ao fazer uma sucessão de riscos, o ninja executa então seus clássicos combos de ataques, golpeando o inimigo repetidas vezes. É necessário ter bastante cuidado e calma ao executar tal movimento, já que qualquer passo em falso faz com que Hayabusa abra a sua guarda, dando a oportunidade de ser golpeado sem dó nem piedade. Ainda é possível atirar projéteis contra seus adversários, como shurikens e flechas bastando dar um toque simples em cima do alvo. Isso também serve na hora de resolver alguns puzzles que exigem pontaria e timing do jogador. Os mais habilidosos vão acabar encontrando uma maneira de tirar proveito dos dois movimentos ao mesmo tempo, atacando o adversário com uma sucessão de golpes seguida de ataques à distância, ou vice-versa. Neste caso a imaginação de cada um é que realmente conta.

Ninja Gaiden: Dragon Sword Screenshot

Mas é claro que isso é somente o básico do básico. Nesta versão, Hayabusa também tem acesso a algumas técnicas especiais que permitem que o jogador execute seqüências devastadoras de golpes. A parte ruim disso é que, diferente das versões para console, Ryu só conta com três destas técnicas, as principais diga-se de passagem. A primeira é a clássica Izuna Drop, onde Ryu arremessa o adversário para o alto, pula, segura-o de cabeça para baixo e cai rodopiando, detonando o miserável e todos aqueles que estiverem por perto no momento da queda. A sua execução é mais complexa: o jogador deve riscar rapidamente para baixo e para cima e enquanto o inimigo estiver no alto, deve pular riscando novamente para cima, tudo muito rápido. Complicado? Sim, bastante. Mas esta é uma das grandes características da série e aqui a coisa não poderia ser diferente. É claro que com o tempo o jogador acaba assimilando melhor os movimentos, o que lhe garante maior agilidade. Em relação às outras duas técnicas, decidimos deixar por conta do jogador, para não estragar a surpresa, mas advertimos que a coisa fica ainda mais complicada.

Ninja Gaiden: Dragon Sword Screenshot

E é claro, Ninja Gaiden não é Ninja Gaiden sem os famosos Ninpos. Para quem não conhece, tratam-se de técnicas secretas dos Ninjas que provém ao usuário habilidades incríveis como evocar uma gigante bola de fogo ou simplesmente regenerar rapidamente seus ferimentos. Para executar tais habilidades especiais, é necessário clicar no ícone posicionado do lado esquerdo da barra de energia de Hayabusa. Após isso a ação fica paralisada e o jogador precisa ''escrever'' um ideograma que aparece na tela. A bem da verdade a coisa toda funciona quando o jogador preenche o interior do ideograma, sem a necessidade de seguir o seu formato corretamente durante a escrita. Alguns Ninpos podem ser usados não só para detonar seus adversários mas também para abrir caminho e solucionar alguns quebra-cabeças como acender uma taça com fogo ou destruir uma grande pedra com poderosos raios. Cabe ao jogador saber a hora correta de usar cada um, já que os resultados podem ser bastante distintos. No encanto, e curiosamente, o jogador não vai ver uma gota de sangue durante o jogo inteiro, pois a empresa deu uma amenizada para alcançar um público maior, sacrificando uma característica marcante do game.

Visual convencional, som competente

No aspecto técnico, Dragon Sword não faz feio. A movimentação dos personagens nos cenários pré-renderizados em 3d, somado aos efeitos especias das batalhas e dos golpes, mostra que esse é um dos games que mais aproveitou a capacidade do DS. Rivaliza com Phantom Hourglass na movimentação e animação.

Os cenários são muito bem trabalhados, apesar de alguns atrapalharem o uso de parte dos golpes. A trilha sonora é boa, Um fato curioso é que algumas músicas são aproveitadas do original para o Xbox, o que já garante certa qualidade. As músicas novas seguem o mesmo esquema, todas muito bem compostas se encaixando perfeitamente com o tema de algumas fases. O mais legal é que de vez em quando temos a chance de ouvir o jingle refeito do primeiro Ninja Gaiden, para Nintendinho, ao iniciar uma fase. Nostalgia pura. Os efeitos sonoros também são bem utilizados, seguindo o padrão de qualidade apresentado nos consoles de mesa. A única reclamação fica por conta da divisão de som estéreo.

Bom game, mas curto

Deu pra perceber que não achei muitos defeitos no game. Dragon Sword é um belo exemplo de competência técnica, uso da tela sensível e de jogabilidade genial. Com uma história densa, visual acima da média e design rico e diferente. Só há dois problema: a dificuldade e a longevidade. Senti falta de me irritar pra passar de algumas fases. Tudo parece certinho de mais. Não há erros graves, nem graves erros. Ninja Gaiden Dragon Sword é competente, mas não surpreendente.

A Semana em Revisão: Spring Smummit garantiu boas novidades

A partir de hoje, todos os Domingos, publicarei uma análise da semana que se passou. Bom, vamos lá:

http://blogdebrinquedo.com.br/wp-content/uploads/2007/10/nintendo-action-figures.jpg
Bom, mais uma semana se foi, a 14ª do ano, e mais novidades vieram. E olha que essa foi muito movimentada, com boas surpresas para os donos de DS e Wii. As principais ficaram por conta do Nintendo Spring Summit, onde nossa querida Big N fez questão de divulgar muita coisa boa. Pra começar tivemos as primeiras imagens de Samba de Amigo no Wii e de alguns games do WiiWare. E tivemos o show de LostWinds. Meu, que jogão é esse! Inovador, diferente, bem feito e barato! Prova incontestável de que o WiiWare vai ter muito fôlego (apesar de algumas porcarias - Me desculpe, mas ainda não engoli Major League Eating...)

Mais pro fim da semana, a Namco Bandai realizou o seu Gamer´s Day. E o foco da produtora está inteiramente no Wii. Além de Athlete Life, eles surpreenderam com We Cheer, que fez muito marmanjão da imprensa americana dançar e balançar em frente a TV.

Pra encerrar, tivemos a divulgação pelo NPD dos números de vendas em Março. E a coisa foi muito boa pra Nintendo. O Wii foi líder absoluto, o DS logo em seguida e Brawl vendeu quase 3 mlhões no primeiro mês. Os números foram tão surpreentes que obrigaram Sony e Microsoft a se explicar. Acho que fica claro que a Nintendo não tem mais porque se preocupar. É líder, e isolada.

Bom pra encerrar, gostaria de pedir pra vocês ficarem atentos a dois lançamentos dessa semana. O primeiro é The Worlds Ends With You que sai na terça-feira (inclusive é o game da semana do Gamer Nintendo. O segundo deles é Okami Wii. Okami saiu dia 15 e vem recebendo elogios acalorados da mídia americana. Além de ser visualmente cativante, parece que no Wii os controles ganharam um Up significativo. Tenho medo que ele venda pouco. Ele merece muito. Bom até a próxima semana, quando espero uma bomba (não vou dizer ainda)... Hasta!

A máfia Italiana no wii



Pra você que é uma pessoa, que assim como eu se amarra numa boa historia clássica, você vai ficar desnorteado com esse post; a EA games, depois de produzir "the godfather" para PS2, traz agora para todos os possuidores do wii a nova versão do jogo "the godfather: the blackhand edition" (pode ate parecer bobeira minha...mas acho que o titulo é meio que uma alusão ao fato de você usar as mãos para interagir com o jogo), a nova versão leva você as ruas de Little Italy para trabalhar como um dos "afilhados" de Don Vito Corleone, tal como na versão anterior, é você que monta você mesmo, com direito a chapéus e ternos de mafioso.

Bloqueio do Papai

O jogo vem com uma opção nova de "bloqueio parental", já que em seu conteúdo você é literalmente é um mafioso, e como tal tem que fazer uns trabalhinhos sujos, tal como levar uma cabeça de cavalo morto e jogar na cama de um traidor (vide o proprio filme).

A jogabilidade

O jogo, tal como o filme, oferece uma gama impressionante de armas, desde aquele toco com um prego na ponta ate a boa e velha metralhadora (daquelas com a roda na ponta sabe...bem do estilo máfia).
O jogo ofereçe tambem uma lista de golpes que chegam a ser ate sem limites, pois podendo abilitar o wiimote + o nunchuck, você conseguira desde socos simples ate mata-leões nos 'inimigos da família"

Bem gente, se vocês forem jogar esse jogo...como diria Don Vito: "agora você faz parte de nostra família, Capiche!?"

Minha Vida com WiiFit Dia 4



Olá pessoal, obrigado pelas visitas e comentários. Como prometido vou continuar a explicação sobre os tipos de exercícios do Wii Fit. Começamos pela Ioga e agora passaremos a falar dos "exercícios de tonificação muscular". São exercícios bem conhecidos de todos, como flexões e abdominais, que de certa forma exigem mais esforço e por isso mesmo me deixou mais quebrado. No início foi extremamente difícil devido ao grande tempo que passei sem fazer exercícios. As 6 flexões iniciais para mim pareciam impossíveis, mas a partir do segundo dia comecei a sentir orgulho de mim mesmo e já não fiz tão feio. Analisando os movimentos de Ioga e de tonificação muscular, a gente para pra pensar sobre a verdadeira potencialidade do Wii Balance Board. Claro, o grande sucesso desse novo acessório vai depender da criatividade dos desenvolvedores, mas só de pensar nisso, fico com grandes expectativas. O interessante tb é a combinação do Wiimote+nuchunk. Temos o exemplo do treinamento de boxe que usa essa combinação de uma maneira bem intuitiva e inteligente, mas isso fica mais pra frente.

Bem, como prometido, vou escrever acerca das modalidades disponíveis no Wii Fit. Como a maioria já deve saber é disponibilizado mais de 40 exercícios diferentes, divididos entre Ioga, exercícios de tonificação muscular, exercícios aeróbicos e exercícios genéricos(definição horrível, mas foi a única que encontrei). Não há uma linha certa a se seguir, mas para desbloquear os exercícios novos, é necessário que você tenha praticado certo número de vezes os que já estão disponíveis por padrão. Vamos lá!

Ioga: Uma série de exercícios de respiração, alongamento e equilíbrio. Eu sempre começo pela Ioga porque como todo mundo sabe, antes de começar qualquer tipo de exercício o ideal é se fazer um aquecimento e as "posições da Ioga "( como é chamado no jogo) é ideal para condicionar o corpo a começar uma série de exercícios mais pesados. Confesso que de início foi muito difícil pra mim, já estou parado há um bom tempo, e minha flexibilidade é zero, hehehehhe. Mas com o passar dos dias, o condicionamento, e principalemente o equilíbrio melhoram muito. O interessante notar é a questão do centro de gravidade nesses exercícios. O centro de gravidade que aparece na tela, ajuda a melhorar a sua postura e a fazer o exercício corretamente. Quanto mais equilibrado vc ficar em cima do Wii Balance, maior a pontuação.Simplesmente fica mais difícil de enganar o "seu professor", enrolando nos exercícios quando ele não está olhando(me lembro de quando praticava Kung Fu, onde eu enrolava nos abdominais quando o professor não tava olhando :P). O Wii Balance é muito sensível e perfeito para o acompanhamento dos exercícios. Os exercícios começam de forma simples com o simples ato de respirar e vão ficando complexos com o passar do tempo e com o desbloqueio de novas séries.

Por enquanto é só pessoal, quero agradecer as visitas e responder algumas perguntas feitas anteriormente.

Acesse o blog de Chico Fagundes: www.meuwiifit.blogspot.com

Ford Racing: Off Road pode ser legal? Humm



Da mediana produtora Empire, sai até o fim do ano, um interessante game licenciado de corrida. Ford Racing: Off Road é desenvolvido pela desconhecida Razoworks e promete oferecer uma boa execução do gênero. O game reúne veículos Ford e Land Rover oficialmente licenciados, inclusive modelos conceituais que nunca foram colocados em nenhum outro jogo temático da montadora. Com uma típica mecânica arcade, "Ford Racing: Off Road" não é lá muito exigente em termos de técnicas de direção, mas ao menos é possível manobrar as camionetes nas curvas através de derrapagens. Sei lá, mas pra mim tá com cara de porcaria...

...

Konami só pode ter endoidado: Bizarrices para WiiWare



A Konami só pode ter endoidado. É essa a sensação quando vemos os projetos anunciados essa semana para o WiiWare. Segundo o Finalboss, trata-se de Critter Round-Up (imagem acima), Crescendo e Fresco Beach. Em Critter Round-Up o jogador terá de construir cercas, separando animais da fazenda por sua espécie. É necessário tomar cuidado com predadores, levando em conta também o número de animais dentro do cercado e o tempo gasto no processo.

Os demais jogos possuem poucas informações onde Crescendo é classificado como um game musical no estilo arcade e Fresco Beach como um simulador de castelos de areia. Os jogos estarão disponíveis junto com o lançamento do serviço WiiWare nos Estados Unidos. Confiram algumas telas de Critter Round-Up.

Só pode ser piada... O pior é que não é. Teremos um simulador de cercas e outro de castelos de areia.

Fossil League Dino Tournament é boa promessa

http://www.tothegame.com/res/game/6187/logo.jpg



Quem gostou de Pokémon, sabe que muitos clones apareceram nos últimos tempos. Alguns sumiram, outros rivalizaram em sucesso, mas uma grande parte nem sequer foi conhecida do grande público. A Nintendo mesmo faz muitos games que usam o mesmo mecanismo. O mais novo da lista é Fossil League. O game é uma das grandes promessas para 2008 no DS. Ambientado em um futuro remoto, quando máquinas do tempo já são uma realidade, "Fossil League: Dino Tournament Championship" coloca você na pele de um jovem rapaz chamada Taiga e cujo pai lhe deixou um raro fóssil quando morreu.

O fóssil, contudo, foi roubado e resta ao protagonista viajar para o passado, "domesticar" uma série de dinossauros e lutar contra dinossauros de outras pessoas em combates em turnos, dentre outras ameaças.Os dinossauros são bastante detalhados e o jogador pode ser acompanhado por até 5 deles, sendo que cada um pode estar associado a um elemento - terra, vento, fogo, água e trovão. São cerca de 90 dinos, cada um com suas próprias habilidades de ataque e possibilidade de evoluir habilidades.

http://dsmedia.ign.com/ds/image/article/765/765341/fossil-league-dino-tournament-championship-20070215061826116.jpg

Quanto aos controles, eles funcionam através da stylus ou do direcional, mas há vários minigames direcionados à tela sensível ao toque do portátil. Além do modo single-player, o jogo inclui suporte a batalhas multiplayer e um "dinopédia", com informações sobre os bichos jurássicos. Fique de olho! Fossil League pode ser um dos grandes medalhões de 2008!

SPOG racing no Wii ware



Mas que idéia de girico...

Spiderman: Web of Shadows



O último titúlo múltiplataforma foi ua decepção total. Vamos ver se esse pelo menos cumpre o papel de salvar a carreira do aranha nos video games.

Nova casa dos clássicos: DS.



Gauntlet fora um dos primeiros jogos onde a tela podia ser ocupada por hordas de inimigos. Criado na década de 80 para os arcades, o jogo também recebera conversões para os consoles domésticos como, por exemplo, o Master System, NES e Atari.

O jogo ficara famoso principalmente pelo esquema de tela cheia e pelos seus personagens: Questor (elfo arqueiro), Merlin (um mago), Thor (um guerreiro) e Thyra (uma deusa).

Como grande parte dos clássicos o jogo ficara um tempo sem lançamentos e, recebera versões para Nintendo 64, Playstation e Dreamcast (destas 3 que receberam o mesmo subtítulo de “Legends” apenas a do Dreamcast realmente era a mais produtiva) e, depois apenas no GameCube, Xbox, Playstation 2 e GBA que a saga reaparecera, no entanto mais uma vez não apresentara um resultado satisfatório.

Demorou mais um pouco, fora lançado mais uma versão, desta vez intitulada “Seven Sorrows” , muito melhor e com modo online, mas ainda falta algo, e acreditamos que no DS a saga renascerá de verdade.

No Nintendo DS:

Gráfico: O jogo é visto de cima como nas versões mais clássicas e, reproduzido nas duas telas do aparelho. O gráfico é 3D, e mesmo com a tela cheia de inimigos, os produtores afirmam que não haverá slowdows.

Jogabilidade: Nada fora revelado, mas acredita-se na possibilidade da jogabilidade clássica.

Som: Nada sobre as músicas fora revelado, mas sabe-se que será possível usar os recursos do microfone do DS nas partidas online.

Diversão e replay: 40 mapas diferentes e 32 inimigos diferentes. A possibilidade de jogar sozinho ou com quatro pessoas online/offline aumenta o fator replay e a diversão, além dos diferentes modos de jogo: Deathmatch, Team Deathmatch, Treasure Horde game mode (ainda faltam informações sobre este modo), tanto no modo online quanto no offline.

Online: Faça um grupo de quatro pessoas de qualquer canto do mundo e saia por ai derrotando monstros ou matando a si próprios. E não esqueça que vocês poderão conversar pelo microfone.

Offline: Junte-se com seus amigos e se divirtam como se fosse à época áurea dos arcades, só que mais cômodo. Ainda não se sabe, mas provavelmente será através do recurso Multi card DS dowload play que será feita a conexão wireless, levando em conta que, o jogo será provavelmente bem pesado.

Por que vale a pena esperar? São poucos os jogos que utilizam quase todas as ferramentas do DS e não são da própria Nintendo. Levando em conta todos os modos de jogos e todas as opções, você dificilmente de cansará de jogá-lo além de ser a volta de mais um clássico.
As fotos usadas neste aetigo pertencem ao site "www.ign.com"

Nova casa dos clássicos: DS.




Gauntlet fora um dos primeiros jogos onde a tela podia ser ocupada por hordas de inimigos. Criado na década de 80 para os arcades, o jogo também recebera conversões para os consoles domésticos como, por exemplo, o Master System, NES e Atari.


O jogo ficara famoso principalmente pelo esquema de tela cheia e pelos seus personagens: Questor (elfo arqueiro), Merlin (um mago), Thor (um guerreiro) e Thyra (uma deusa).


Como grande parte dos clássicos o jogo ficara um tempo sem lançamentos e, recebera versões para Nintendo 64, Playstation e Dreamcast (destas 3 que receberam o mesmo subtítulo de “Legends” apenas a do Dreamcast realmente era a mais produtiva) e, depois apenas no GameCube, Xbox, Playstation 2 e GBA que a saga reaparecera, no entanto mais uma vez não apresentara um resultado satisfatório.


Demorou mais um pouco, fora lançado mais uma versão, desta vez intitulada “Seven Sorrows”, muito melhor e com modo online, mas ainda falta algo, e, acreditamos que no DS a saga renascerá de verdade.


No Nintendo DS:


Gráfico: O jogo é visto de cima como nas versões mais clássicas e, reproduzido nas duas telas do


aparelho. O gráfico é 3D, e mesmo com a tela cheia de inimigos, os produtores afirmam que não haverá slowdows.


Jogabilidade: Nada fora revelado, mas acredita-se na possibilidade da jogabilidade clássica.


Som: Nada sobre as músicas fora revelado, mas sabe-se que será possível usar os recursos do


microfone do DS nas partidas online.


Diversão e replay: 40 mapas diferentes e 32 inimigos diferentes. A possibilidade de jogar sozinho ou com quatro pessoas online/offline aumenta o fator replay e a diversão, além dos diferentes modos de jogo: Deathmatch, Team Deathmatch, Treasure Horde game mode (ainda faltam informações sobre este modo), tanto no modo online quanto no offline.


Online: Faça um grupo de quatro pessoas de qualquer canto do mundo e saia por ai derrotando monstros ou matando a si próprios. E não esqueça que vocês poderão conversar pelo microfone.


Offline: Junte-se com seus amigos e se divirtam como se fosse à época áurea dos arcades, só que mais cômodo. Ainda não se sabe, mas provavelmente será através do recurso Multi card DS dowload play que será feita a conexão wireless, levando em conta que, o jogo será provavelmente bem pesado.


Por que vale a pena esperar? São poucos os jogos que utilizam quase todas as ferramentas do DS e não são da própria Nintendo. Levando em conta todos os modos de jogos e todas as opções, você dificilmente de cansará de jogá-lo além de ser a volta de mais um clássico.



As fotos usadas no artigo são do site www.Ign.com

Não custa sonhar #01



Bom, quando eu escrevo para o Blog eu geralmente escrevo uma coisa mais séria e sóbria. Essa seção aqui é exatamente o contrário. Pura viagem na maionese minha, essa parte do Blog contará alguns sonhos, meus ou gerais, de jogos ou franquias da Nintendo a retornar. Não queremos ser ouvidos, de jeito nenhum. Mas gostaríamos que vocês também opinassem e participassem com suas idéias e modificações da minha.

O primeiro jogo a ser idealizado na minha mente para vocês não poderia ser outro se não o futuro da minha mais amada franquia, a série Zelda. Bom, é iminente que a série vai sofrer uma terrível mudança, para não morrer na praia como muitas outras. A seguir, vem minhas teses de como aproveitar ainda um Zelda nos moldes que conhecemos. Não confunda com a realidade.
O Wii ainda tem muito a oferecer, creio que apenas quando o Ps2 sair de produção, o que deve acontecer lá para 2010, ele comece a receber os seus próprios titúlos exclusivos. A série Mario já provou sua maestria com Mario Galaxy, mas Zelda ainda não conseguiu superar Ocarina of time, considerado o melhor game da franquia e provavelmente o melhor de todos os tempos.
Acontece que Zelda se tornou um dos carros-chefes da Nintendo, e agora, pelo menos um jogo deve sair por ano. Isso causou uma claustrofobia nos produtores, tirando a possibilidade de um Zelda completo como sempre sonhamos. Muitas das idéias acabam ficando de lado, e quase todas elas já foram aproveitadas pela série.
Estamos na comemoração dos 10 aninhos de Ocarina, e difícilmente a E3 desse ano acaba sem o anúncio de um novo jogo da série. A minha esperança é que ele continue em 3D, no esquema que conhecemos. Porém, em um mundo muito maior e completo que conhecemos. Imagine-se em um mapa do tamanho do visto em Elders Scrolls: Oblivion, correndo em cima da Epona apenas para descobrir segredos. Ainda tem muitos cenários que não foram útilizados na série, tanto como uma floresta passando a noite, uma ilha afastada cheia de segredos, e uma verdadeira Dungeon no céu, sem Oocos para atrapalhar.
A volta de alguns itens caíria bem na série, tanto quanto o relógio, para parar o tempo e criar batalhas mais dinâmicas, ou até mesmo a moon's pearl de A Link to the past. Quanto a exploração, que tal tornar o mundo em um lugar diversificado e as dungeons em lugares enormes e complexos? Qual é, parece tão simples superar a obra prima de Miyamoto, é só usar a cabeça.
Os chefes da série poderiam retornar, alguns como Dodongo e a própria Aragohma, um pouco mais monstruosos, e sem deixar o lado artístico de lado. Zelda II tinha um esquema competente de cidades e Npc's. E Zelda realmente só tem uma cidade complexa por jogo, no máximo duas. Quanto aos gráficos?! Pense no inimaginável, algo extremamente artístico e competente com o processador do Wii.
Quem sabe finalmente não podemos ter uma trilha sonóra orquestrada, sem mais delongas? Eu torço para isso, junto com versões orquestradas de Zelda's anteriores. Um apelo final, eu quero uma área na flortesta como mostrado no primeiro vídeo de Twilight Princess hein?!? Vê se dessa vez faz direito, Nintendo.

Até a próxima com mais viagem na maionese...

Mais um clássico a caminho

por Neo Raph



Em entrevista ao site 1Up, Shigeru Miyamoto criador das franquias dos sonhos da Nintendo anunciou hoje que a empresa não deixara de lado os jogos tradicionais, a equipe responsável pelos últimos The Legend of Zelda se reuniu novamente para criação de um novo jogo.

Um breve trecho de sua entrevista: ''como designer, sempre me concentro no que é divertido. Idéias que as pessoas possam curtir. Quanto a mim, estou tentando divertir o máximo de gente possível, criando jogo que a mais ampla quantidade de pessoas possa desfrutar. É claro que, posto isto, temos as equipes existentes da Nintendo trabalhando nos tipos de produtos que fizemos todos estes anos. A equipe de Zelda está se formando novamente para trabalhar em novos games! Mas para mim, se trata de achar estas novas experiências interativas e levá-las ao público''

Para fechar sua entrevista, Miyamoto comentou sobre o lançamento de Wii Fit para maio: ‘’sim, na minha cabeça, eu diria que é um videogame’’ - tentando escapar dos rótulos que jogos desse tipo recebem.

Hacked Roms - Trabalho de fã nunca é imoral.

Por kleber, grande tobi.



Certo, você deve estar querendo tacar uma pedra na minha testa. O motivo do Gamer Nintendo estar apontando aqui alguns deles, é para elogiar o trabalho de fãs, e de dividir mesmo com vocês estas que eu posso chamar de obras de arte. Bom, nem sempre o trabalho de um leigo deve ser desvalorizado, a prova viva disso é o jogo Counter Strike que todo mundo joga(va) nas Lan houses do país. Bom, todos os jogos apontados são de SNES, e não tem o princípio de servir como uma lista, mas sim como um exemplo do bom trabalho feito com os recursos limitados que a Internet e um computador razoável nos oferecem.

Super Mario World - Bowser's Return




Práticamente irreconhecível para quem jogou apenas o Mario world original. Isso não denigre a qualidade do produto final, de forma alguma. Com gráficos completamente novos, tantas fases quanto o World original e um ambiente magnifíco que desacredita qualquer um que ouve que isso aqui é um Hack. Os gráficos são totalmente novos, assim como os Sprites e o texto do jogo. O Design das fases não tem a credibilidade das de Mario World, pela ausência de saídas duplas.
Mas este ganha um ponto positivo pela incrementação de cenários completamente novos, assim como fases que viriam a ser incrementadas em outros jogos futuros. A música permanece a mesma, com excessão dos efeitos sonóros. Em fases como a na floresta, totalmente escura, o barulho do trovão sobresai a música e cria um ambiente bacana. O jogo tem tantas fases quanto o World, e um destaque para as de melhor design, as aquáticas. Vale a pena jogar!


The legend of Zelda: Parallel worlds




Este aqui é um dos meus preferidos. Um Hack completamente modificado do clássico de Snes, A link to the past. Ele não só tem gráficos completamente modificados, como, graças a uma total reeleitura, é maior e mais difícil que o original. A história do Hack (Sim, tem história!) é competente e não deixa nenhum fã a desejar. Uma obra de arte em relação a trabalho caseiro, o jogo não só apresenta todas as dinâmicas do Original, como de jogos que viriam anos depois do clássico Zelda do Super Nintendo.
Desde o controle em lugares escuros para não ser pego pelos moblins sem Arma de Wind Waker, até dungeon submersas de Ocarina, o jogo é arte pura. A trilha sonóra foi totalmente refeita, contando com clássicas de Ocarina of Time na mistura. A jogabilidade permanece intacta, e faz esse game uma das mais supremas obras já concebidas para nós, por um fã.

Metroid: Redesign



De todos, este é o mais modesto e simples. Não é uma Rom completamente modificada, não possue gráficos ou trilhas sonóras novas. Ele é feito sobre uma Engine pré-pronta, como a conhecida Lunar Magic de Mario World, preparada para rodar Super Metroid. E é exatamente por isso que ele está aqui na lista: para provar que você também pode fazer o seu trabalho virar uma obra de arte. Claro que, com uma Rom limitada, difícilmente se atinge o tamanho da original. Isso porque você vai ter que usar dos cenários já feitos para o jogo, e difícilmente você vai arrumar uma maneira de conectar todos.
Tenho dois destaques nesse jogo. O primeiro; ele conecta todas as partes, para usarem e usufluírem de todos os power-ups que o jogo tem a oferecer. E segundo, em um trabalho de gênio, o idealizador do game usou uma mudança na gravidade do jogo tanto para fazer novos puzzles, quanto para (!) criar novos itens. Usando uma mudança no Screw Attack, pode se criar um item totalmente novo para possibilitar uma re-aproveitação do Design do jogo. Genial!

Todos os Links, e muito mais, podem ser encontrados no: http://www.romhacking.net/

Moon: vale a pena esperar.

( Dementium? Não, Moon )

Conseguem lembrar-se de Dementium: the ward para o DS? Física FPS, gênero terror, gráficos razoáveis, controle basicamente direcional(movimentação)/tela de toque(mira). O jogo era um tanto que contraditório: o que era bom também podia ser o desagradável.

Para muitos nota 3, para outros nota 8, do tipo “ame ou odeie”, no entanto, mesmo diante de tantas críticas e dúvidas, a produtora, Renegade Kid, não desistiu e está produzindo mais um jogo de física FPS e gênero terror para DS e, este jogo se chama Moon.

Pouco fora revelado sobre a história do jogo, mas vendo o nome do jogo e seu gênero já somos levados a pensar em uma expedição em uma base espacial, algo dá errado e você vai ter que descobrir o que é, e, é basicamente isso. No controle do Major Kane, líder de uma força tática especial, você investigará uma descoberta na lua e, provavelmente, descobrirá algo não muito agradável.

Além disso, o jogo tem tudo para compensar onde Dementium errou. Em uma entrevista à IGN.com, o diretor e produtor, Jools Watsham, disse que Dementium serviu de experiência, pois ele fora o primeiro trabalho da empresa com o DS, ainda estavam aprendendo a utilizar os recursos que o DS disponibilizara e, desta vez, eles podem reproduzir um gráfico ainda melhor graças a uma Engine 2.0 criada pela Regenade. O gráfico está realmente incrível, os personagens são bem polidos e roliços, e o vídeo que fora lançado apenas confirma essa realidade.
Sobre o esquema de jogo muito pouco também fora revelado, sabe-se que a exploração será essencial, porém, ao questionado sobre a possibilidade de um multiplayer o diretor respondeu que as atenções estão voltadas essencialmente no modo single, algo que pode ser compreendido, pois, muitos jogos de física FPS e de exploração como Bioshock e o primeiro Metroid Prime não contém multiplayer, mas são excelentes.

Por que vale a pena esperar? Não é Dementium, é Moon, o jogo está sendo trabalhado sobre uma engine nova, totalmente diferente, não precisa se preocupar. Além de que faltam jogos deste tipo para o DS, um jogo como este pode trazer mais jogos deste mesmo gênero, além de jogos mais bonitos, vale a pena dar mais uma chance a Renegade Kid. Principalmente depois do que fora apresentado.

As fotos usadas no artigo são do site www.Ign.com

Bizarro. Mortal Kombat vs DC comics.


Certo, todos amamos soltar fatalitys doidos e violentos nos nossos colegas. Certa vez, prometeram para a gente um Mortal Kombat por ano. Acontece que não tivemos nenhum MK novo ano passado, e este ano agora parece vir com um lançamento. Mais cedo, pensavamos que era um rumor. Mas com a confirmação dos produtores ofíciais, foi Mortal Kombat vs. DC Universe. Embora o jogo apenas seja confirmado para plataformas não Nintendo, a franquia nasceu nos nossos consoles e cresceu neles, é natural que tenhamos curiosidade com a série.
Tudo bem que a gente não tem nada bom desde o Trilogy, mas não esperava que a série fosse desalavancar desse jeito. Primeiro começou a enxer linguiça com os personagens, em vez de criarem uma física de simulação bacana no jogo. Bom, Street Fighter e KOF ganham novas versões esse ano, e uma promete ser melhor que a outra. Não sei enquanto a Mortal Kombat. Essa adaptação bizarra não vai funcionar nem com a Unreal engine 8.
A série era muito conhecida por toda a sua trama, e toda a mitologia por trás da obra. Embora nada dela faça sentido depois do quarto capítulo da história, não consigo imaginar um motivo coerente para inserir o homem-cueca no jogo. Realmente, é uma obra tenebrosa, que eu não quero nem passar perto. Se eles querem ganhar um dinheiro em cima, que vão fazer um Mortal Kombat Eating Tournament, mas não estraguem a alegria dos fãs denovo.

Retrospectiva Nintendo 64 #2: Banjo & Kazooie

Provavelmente se você teve um Nintendo 64 você deve saber do que vou falar, mas antes de mais nada, vamos conhecer a historia "pré-jogo".

Eram meados de 1990 e pouquinho, na época em que o SNES era a lei, fora criado um jogo. Na verdade um beta que nem lançado chamado DREAM, onde o protagonista era um molequinho inimigo de um pirata chamado Blackeye. Esse mesmo molequinho tinha como parceiros, um coelho e um urso, ambos humanóides. Esse urso viria se tornar Banjo alguns anos depois. Esse jogo não chegou a ser lançado, então os criadores pegaram o melhor personagem, que no caso era o Banjo e colocaram na "prateleira de espera".

Alguns anos depois quando o 64 foi lançado, teve um jogo chamado Diddy Kong Racing (muito bom também), aonde entre os corredores tinha um urso tapado chamado Banjo. Com o sucesso do personagem ele acabou protagonizando um jogo em 98 chamado Banjo-Kazooie.

E essa foi a historia antes do jogo, agora finalmente (rufem os tambores por favor) a história do jogo.

Banjo-Kazooie:


O jogo se assemelhava muito com Mario 64, no sentido de comandos, com combinações como Z+A, Z+B, e coisas do tipo. Mas o grande diferencial era que ao contrario de Mario 64, o jogo tinha uma gama bem maior de personagens, cada qual com uma personalidade distinta e histórias independentes.

A historia do jogo se resume a Banjo e sua melhor amiga, uma passarinha chamada Kazooie, se empenhando em derrotar Gruntilda, uma bruxa com o mesmo complexo da madrasta da branca-de- neve, "existe alguem mais bela do que eu" (com a diferença que ela é feia pra cacete). Com essa pergunta feita, seu caudeirão mostra a menininha, quer dizer, a ursinha mais bonita da história, Tootye, a irmã de Banjo. Então como toda bruxa má de respeito ela vai la e rouba Tootye para tentar drenar sua beleza. Ao acordar e ver sua irma sendo raptada, Banjo chama Kazooie e vai ao resgate, auxiliado constantemente por Bootles, uma toupeira com cara de CDF, que tem tocas espalhadas por todo o mundo e sempre ta la pra ajudar na hora do aperto. É ao entrar na casa de Gruntilda que a dupla se depara com uma imencidão de mundos, todos com desafios humanamente impossíveis, mas não urso-passaramente impossíveis.

Outro personagem de suma importancia na história é Mumbo-Jumbo, um shamã inimigo de Gruntilda. Sabe como é que é ne, inimigo de inimigo meu é meu amigo. Então ele tambem vive ajudando Banjo na luta contra a bruxa, transformando-os em qualquer tipo de coisa pra poder chegar a seus devidos objetivos (as veses ele se engana e transforma numa maquina de lavar, mas tudo bem).

No final de tudo, apos enfrentar um total de 10 fases a dupla se depara com um quiz louco sobre absolutamente tudo, desde a vida de Gruntilda, até mesmo a voz de cada personagem no jogo. É nesse momento que você deve pensar "pô, roubadão isso, como eu vou saber a cor da primeira roupa-de-baixo da velha?!". É para isso que existem os irmãos ué. No meio dessa confusão toda existe outro personagem importante mas um pouco apagado, Brentilda, irmã-fada de Gruntilda, a unica da familia que foi para o lado do bem. É ela que te conta esses segredinho sordidos de sua irmã má. No final do quiz você consegue finalmente resgatar Tootye, e a leva pra casa. Mas não para porai, Gruntilda volta e rouba ela DENOVO!. Ai você vai e finalmente tem a luta final contra ela, um épico com direito a tiros de bolas de fogo ate porradas com a vassoura falante da bruxa. Após derrotaaa ela cai do topo da torre, que é destruida na batalha, e então uma enorme pedra cai encima dela, dando um fim nela, fazendo somente Klungo, seu ajudante trapalhão chorar pelo feito. depois disso sim Tootye volta e tudo acaba feliz e contente no jogo.

conclusão: na minha opinião, banjo-Kazzoie é o melhor jogo de nintendo 64, seguido imediatamente de zelda OOT e mario64. Pra mim leva 10 sem choro nem vela.

Banjo-Tooie:


Antes de mais nada saiba que o jogo a ser comentado não se trata de uma daquelas continuaçoes que os principais são apagados, não, o nome TOOIE é uma alusão ao numero 2, Two, em inglês.

A historia de Tooie se passa logo em seguida do Kazooie. Estava todo mundo feliz na casa do Banjo jogando aquele pokerzinho esperto, até que se escuta uma explosão que vinha do lado de fora. Quando Mumbo vai olhar o problema ele descobe que Klungo (que não saia mais de perto daquela maldita pedra que havia esmagado Madame Grunty , o jeito que kulngo chama gruntilda) havia pedido ajuda das irmãs de sua então esmagada mestra. Mingella e Blobbelda (lembra que eu falei que a unica irma boa era a Brentilda, então, ta aí a prova), elas usam mágica pra levantar a pedra e reviver Gruntilda, que dessa vez volta como uma caveira encarnada. (como se ela não fosse feia o suficiente)

Ai você se eprgunta "ué? no final do 1º jogo a casa da gruntilda não foi destruida? então aonde são os mundos desse?", Bem, nesse jogo as aventuras se passam num continente visinho as terras onde vivem Banjo, kazooie e gruntilda, um lugar chamado "Isle o' Hags". Um reino de ate então paz, governada pelo poderoso rei Jinjo. E então, qual é a da Gruntilda dessa vez?! Bem dessa vez ela usa uma arma chamada Blast 'O Bomb, carinhosamente chamada de B.O.B. essa nova arma suga a energia vital de quem atinge. O alvo-teste é o proprio rei Jinjo que vira um zumbi mórbido. E é missão da nossa querida dupla... Opa!! dupla? nãããããão, não mais, dessa vez é o nosso querido TRIO que vai derrotar as bruxarias frústradas das irmãs Winkybunion. Mumbo entra na jogada como um personagem jogável, com habílidades especiais como conjurar magia, sumonar estátuas da terra e transformar até mesmo a mais "não-respirável" água em um lugar cheeeeeeeeeio de ar respirável para nós mamíferos. ai você pensa "Pô...que dize que ninguem vira nada nesse jogo...que b@$¬ª!". Que nada rapaz, nesse jogo você conta com a ajuda de Humba Wumba, que pelo nome nome você ja repara que tem alguma relação com Mumbo Jumbo. E sim, ela tem, ela é Ex-namorada de Mumbo e atual rival. Só zerando o jogo pra saber o porque da briga (não vou contar só pra dar aquele suspence de novela mexicana Muahahahahahaha!). Ela faz tão bem como mumbo o cargo de transformadora, mas so com Banjo e com Kazooie, se você entrar com Mumbo em sua oca ela coemça a espraguejar-lo até você se cansar e sair, até porque não da pra fazer nada lá dentro com ele.

Outro fato legal, e não tão legal do jogo é a morte de Bootles, naquele engosso de reviver gruntilda, bootles é o primeiro atingido por seus raios...então agora bootle é "zéfini". E pra ajudar no lugar da toupeira-nerd vem o todo certinho e militar, Sargento Jamjars, o irmão de bootles que seguiu a carreira militar, com ele se aprendem novos ataques, que o proprio Bootles não ensinou. O mais interessante é que o fantasma de bootles ainda ronda o proprio cadaver estirado no chão. Porém dependendo do que você fizer ele vira o fantasma-diabólico de Bootles. Relaxa...não faz nada.

O estranho desse jogo é o total e inexplicado sumisso de Tootye do jogo, nem mencionada a coitada é. Bem, fazer oque né?!

Mas é isso aí pessoal, as histórias Urso-galinaceas acabam por aqui. No nintendo 64, porque existem series spin-off para GBA. E são elas banjo Pilot (um joguinho de corrida de avioes com o pessoal de banjo-kazooie) e Grunty's Revenge (um jogo de aventuda 2D bem legalzinho, mostrando Grultilda Voltando DENOVO mas dessa vez com a alma presa num corpo robotico....aé, isso é um adendo mas ok, essa ai ganha meu respeito, só pode ser brasileira, não desiste NUNCA!)

Espero que tenham gostado da matéria, um abraço!

Minha Vida com Wii Fit - Dia 03



Olá pessoal, olha eu aqui de novo. Agradeço a visita de todos e os comentários postados, pois só com eles vou direcionando melhor a escrita de meus posts. Eu pretendo a partir de agora detalhar as atividades do Wii Fit, explicando como funciona cada uma e como tirar um melhor proveito.A pedidos, tb vou postar fotos e quem sabe no futuro postar fotos minhas.

Segundo dia de exercícios e estou sentindo bastante diferença. Minha performance melhorou, meus músculos do braço e da perna estão doendo, mas estou mais disposto. Novos exercícios foram abertos, o que me agradou muito porque estava ansioso pra jogar o snowboard e o boxe. Realmente é muito legal, mas estou muito ruim ainda.

Continuem visitando, vou tentar atualizar diariamente. Amanhã começo descrevendo os 4 tipos de exercício. Abraços e divulguem!

Acesse o blog de Chico Fagundes: www.meuwiifit.blogspot.com

O futuro de Pikmin 3

Por Kleber, Grande tobi



Em uma entrevista ao site Gamedaily, Miyamoto se disse preocupado com a série e também que está pensando em novos horizontes para lançar a franquia. Não sei como se encaixaria em um novo padrão para a série, mas Miyamoto sempre nos surpreende não é mesmo? Ainda acho que tem muito do mesmo úniverso para ser explorado, mas nada que não se encaixe em um padrão novo. O fato é que 80% das pessoas estão preocupadas com um novo Zelda, ou um novo Mario. Shigeru deve estar mais preocupado com os carros chefes...

Wii e Brawl detonam nos Estados Unidos

Esses números abaixo são do mês de março. Como deu pra perceber, o Wii simplesmente detonou os seus concorrentes. Vendeu mais que o dobro dos demais. Não deu nem pro cheiro. E como se não bastasse, Super Smash Bros. Brawl vendeu quase três milhões.



Wii 721.000
PlayStation 3 257.000
PlayStation 2 / Slim 216.000
Nintendo DS / Lite 698.000

PSP / Slim & Lite 297.000
Xbox 360 262.000



  • [Wii] Super Smash Bros. Brawl: 2.700.000
  • [360] Tom Clancy's Rainbow Six: Vegas 2: 752.300
  • [360] Army of Two: 606.100
  • [Wii] Wii Play: 409.800
  • [PSP] God of War: Chains of Olympus: 340.500
  • [PSP] Crisis Core: Final Fantasy VII: 301.600
  • [Wii] Guitar Hero III: Legends of Rock: 264.100
  • [360] Major League Baseball 2k8: 237.100
  • [360] Call of Duty 4: Modern Warfare: 237.000
  • [PS3] Army of Two: 224.900

Microsoft reconhece: Vendas do Wii são muito maiores que o esperado

Pensamos que o sucesso da Nintendo, para ser sincero, é grande para nós. Eles estão fazendo grandes coisas para ajudar a ampliar a audiência na indústria. O Xbox e é um ótimo complemento para essa experiência. É interessante, porque não temos exatamente a mesma segmentação ou oferecemos o mesmo tipo de experiência, mas em muitos aspectos estamos a constatação de que à medida que crescer e alargar… uma grande parte dos jogadores vai escolher a experiênciaWii .Pensamos que estamos um ótimo complemento para isso. O que a Nintendo é ótimo para a indústria, mas é ótimo para nós também.


Frase de Alan Greenberg - Presidente do grupo gestor do X-360

The Conduit: E aí?



Bonito o game é... Mas será que devemos esperar por The Conduit, o game sem publisher da High Voltage? Eu prefiro esperar. Depois de expectativas frustradas com as versões de Call of Duty e FarCry, confesso que não acredito muito em FPS no Wii. Mas pela primeira vez um game do gênero é feito somente para o Wii e pensado para usar suas características. Sei não, mas tá com cheiro de coisa boa por aí... O enredo de The Conduit se passa nos dias atuais. Washington está no meio de um ataque extraterrestre e fica por conta do agente secreto Ford para descobrir a verdadeira razão por trás da invasão. Para fazer isso, ele terá diversas armas e habilidades para serem usadas. Usando uma engine completamente nova, que permite o visual que você vê nessas imagens do IGN, podemos ter um grande game em 2008. Aguarde um preview em breve.




Pouco tempo para Resident Evil Zero

http://www.armchairempire.com/images/Reviews/gamecube/resident-evil-zero/resident-evil-zero-3.jpg

A Capcom divulgou hoje a data japonesa para o lançamento de Resident Evil Zero, remake do game homonimo do GameCube que chegará ao Wii. O game sairá no Japão no dia 10 de julho. Preço, adições na jogabilidade ou na história e demais detalhes ainda não foram divulgados... Mas assim que sairem estarão aqui no Gamer Nintendo claro.

Imagem do dia: Campanha entre Nintendo e Duracell

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Okami Wii- 1 hora.


The first hour of Okami - Wii from WiiNintendo.net on Vimeo.

Bom, essa é a primeira hora de jogo do consagrado Okami. Como vocês podem ver, arte é a palavra que define esse jogo. Poucos veram o vídeo inteiro, mas vale uma olhadinha.

Minha Vida com Wii Fit - Dia 02

No segundo dia da trajetória de Chico Fagundes, você vai perceber que Wii Fit funciona mesmo!



Apesar de o jogo ser todo em japonês, é de certa forma simples acompanhar as informações que aparecem na tela antes de cada exercício, visto que os gráficos são bem feitos, não comprometendo o desempenho. Porém é impossível entender certas instruções ou elogios feitos pelo personal trainer durante as séries. Mas nada que desanime, visto que dá pra entender tranquilamente seu progresso e desempenho. Pois é, você pode escolher um personal trainer para os exercícos de Ioga e fortalecemento. O legal é que com o tempo o jogo vai destravando novos exercícos o que dá mais instigação. Uma das coisas mais interessantes que achei foi a modificação do Mii. Eu por exemplo tinha um Mii esbelto, um pouco forte. Quando subi em cima da balança o jogo na mesma hora reconheceu meu peso e me mostrou como sou realmente. Um gordinho charmoso, hehehe. Mais um motivo pra me esforçar e levar a sério o Wii Fit. Claro que terei que mudar certos hábitos alimentares, senão não dará certo de jeito nenhum, mas acredito que os resultados chegarão em breve. Espero que comentem pra eu poder ter uma noção de quantas pessoas estão acessando. ;)

Pois é pessoal, em dois dias de uso, venho sentindo que o Wii Fit funciona mesmo. Perdi mais de 1kg, me sinto exausto quando acabo as séries de exercícios e fico muito suado. Quando esfrio sinto os músculos que foram forçados e fico feliz com o resultado. Passei muito tempo sem fazer exercício e acima do peso. Não tenho saco nenhum pra ir à academia, por isso mesmo a possibilidade de fazer exercício em casa, de uma maneira divertida me deixa muito satisfeito. Eu pretendo descrever os exercícios aqui a cada dia. De antemão, digo que a Ioga tá me desenferrujando, hehehhe. Abraços!

Acesse o blog de Chico Fagundes: www.meuwiifit.blogspot.com


We Cheer Surpreende!!


Se o seu sonho sempre foi ser uma líder de torcida, seus problemas acabaram! Ontem no seu dia de apresentação para a imprensa do Line-Up do primeiro semestre de 2008, a NamcoBandai finalmente mostrou as primeiras screens de We Cheer, o simulador de líder de torcida que usará a Balance Board. Segundo o Kotaku, surpreendentemente, o game tem uma jogabilidade muito interessante e funcional e que depois do choque inicial, o game é muito divertido. O Kotaku brincou que é um game para se jogar quando não tem ninguém olhando... Veja as primeiras screens e opine você mesmo, sei lá achei meio Teen demais:



We Cheer Screenshot


Mario Kart Wii: Quase 600 mil em uma semana!

Pos.
Titel Sistema Produtora
Vendas na semana
Total
1. Novo Mario Kart Wii Wii Nintendo 594.000 594.000
2. 1. Monster Hunter Portable 2nd G PSP Capcom 222.000 1.590.000
3. 2. Musou Orochi: Maou Sairin PS2 Koei 56.000 283.000
4. 7. Wii Fit Wii Nintendo 31.000 1.865.000
5. 6. Pokemon Ranger: Batonnage NDS Nintendo 30.000 436.000
6. 8. Tottadoo! Yoiko no Mujintou Seikatsu NDS Bandai Namco 26.000 65.000
7. 4. Pro Yakyuu Spirits 5 PS2 Konami 22.000 102.000
8. 3. Star Ocean: Second Evolution PSP Square Enix 18.000 108.000
9. 10. Deca Sporta: Wii de Sports 10 Shumoku! Wii Hudson 17.000 133.000
10. 9. Super Smash Bros. Brawl Wii Nintendo 14.000 1.563.000

Minha vida com Wii Fit - Parte 1


A partir de hoje, voce vai conhecer a trajetória de Chico Fagundes e seu Wii Fit. No primeiro dia de sua aventura com a Balance Board e Wii Fit, você saberá porque ele escolheu dar uma chance ao game e como ele tem se adaptado nas primeiras horas! Com vocês, Minha Vida com WiiFit

Pois é pessoal, resolvi escrever esse Blog para descrever minha experiência com o Wii Fit, essa maravilha que a Nintendo criou. A criança foi lançada em dezembro passado no Japão e já vendeu quase 2 milhões de unidades. Será lançado em 19 de maio nos EUA e a expectativa é grande, visto que serão investidos pelo menos 40 milhões de dólares em propaganda, um recorde no segmento. Imagina o sucesso que vai fazer nos EUA? Meio mundo de gordinhos como eu, tendo uma possibilidade de fazer exercícios no conforto de seu lar? Esse foi meu principal motivo de adquirir o danado. Claro que vem minha febre por tecnologia, mas a falta de tempo e a comodidade foram meus prinicpais motivos para comprá-lo. Saio de casa de 7 da matina para o trabalho, passo o dia na rua e só chego depois das 10 da noite quando volto da faculdade.Como meu Wii é japonês, tive a vantagem de adquirí-lo antes de chegar nos ianques.Morra de inveja Bush!

Achei o danado pra vender aqui no Brasil e fiquei maluco! Comprei-o ontem e ele chegou hoje via Sedex. Chegou meia-hora depois do Guitar Hero 3!Pense numa sequência de emoções...Me sinto criança de novo, com 8 anos, ganhando o Caça Bombardeiro dos Comandos em Ação no meu aniversário. :)

O objetivo desse Blog é mostrar meu desempenho dia a dia, perdendo peso, melhorando minha qualidade de vida. Aos poucos vou explicando como funciona o Wii Fit. De antemão vou dizendo: Parece que ele funciona de verdade. ;)

Acesse o blog de Chico Fagundes: www.meuwiifit.blogspot.com

Preview: King Story - Wii


Você sempre quis ser um rei, e mandar e desmandar em tudo que quisesse? Pois bem, seu desejo pode se realizar, bom, pelo menos no seu Wii, você terá este poder. Anunciado na Tokyo Game Show do ano passado, “King Story”, é um dos games mais falados deste ano.

Está sendo produzido pela Marvelous, e é um jogo exclusivo do Nintendo Wii, no qual, você controla um garoto, que certo dia, ganha uma coroa, que lhe da o poder de mandar e desmandar no que você quiser. Mas como nem tudo que é de mão beijada, fica por assim mesmo, você terá que encarnar um verdadeiro rei, e proteger seu reinado de diversas ameaças, leia-se dragões e feras raivosas.

Desde Chrono Trigger um time tão talentoso não se envolve em um projeto. A direção fica por conta de Yasuhiro Wada (de Harverst Moon), o produtor é Yoshirou Kimura (de Harverst Moon e Chulip), Hideo Minaba (de Final Fantasy XII) cuida do design de personagens, Kazuyuki Kareashima (de Super Mario RPG) é responsável pelo design de inimigos. Pra encerrar o Game Design é de Norikazu Yasunaga (World Neverland) a Direção é de Youichi Kawaguchi ( Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King ), as Composições são de Yoko Shimomura ( Kingdom Hearts series, Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars ). O que esperar: Apesar de parecer bem obscuro, o time de desenvolvimento dá uma animo novo na jogada. Espere um game maravilhoso, inovador e com a cara do Wii. Wada criou Harverst Moon e nunca mais se aventurou em um outro projeto. Exigente, ele está amando o desenvolvimento de Kig Story e tem se dedicado integralmente. A direção de Youchi Kawaguchi que fez o fabuloso Dragon Quest VIII completa o pacote.

O jogo chamou muito atenção de quem compareceu a feira, pelo seu incrível sistema de A.I. (Inteligência Artificial). Assim como a maioria dos RPG’s, todos tem suas vidas e seus trabalhos, mas o que diferencia King Story, de todo o resto, fica por conta de uma AI, mais avançada, alcançando um novo patamar de sofisticação.

E como se não fosse o bastante, o jogo conta com uma espécie de “Memória Artificial”, onde todos os moradores do reinado, terão memória de todas as suas atitudes. E como você é rei, você pode mandar que ele faça uma tarefa. Caso esta tarefa, seja do ponto de vista dele, injusta, ele sempre se lembrará de você, por causa disso.A Memória Artificial, também se atribui ao dia-a-dia de cada um deles, como se algo acontecer a um amigo, ou familiar, este morador, ficará triste e até mesmo desanimado.

Você terá a vida de um rei, mas terá que proteger o seu reinado, caso algum dragão venha a atacar, você poderá fazer com que as pessoas, te ajudem a destruir o perigo, antes que ele cause danos e mais danos para o vilarejo.

As imagens já reveladas do jogo, mostram pouco do que ainda está por vir. O jogo possui belas texturas, efeitos de luz bem acabados e detalhes, muito legais.

A jogabilidade do jogo ainda é um mistério, assim como a sua data de lançamento, e como a Marvelous não é de nos deixar muitas vezes, decepcionados, podemos esperar um grande jogo para o Wii. King Sory desde o começo promete muito!



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Don King Presents: Prizefighter usará a Balance Board!!

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Uma grata surpresa hoje: O produtor executivo da 2K Europe revelou hoje que Don King Presents: Prizefighter, futuro título de Wii, DS e demais plataformas, fará uso da Balance Board na versão de Wii. Entretanto, ela não será usada nas lutas, mas sim nos modos de treino do game: como pular corda, por exemplo. Desde já promete!

Imagem do dia: Boxart de Samba de Amigo (uma das mais belas do Wii)

Top 10: Melhores Side Scrollers

Por Kleber Grande Tobi
Antes de FPS da segunda guerra mundial, o gênero que dominava tudo eram os Side Scrollers. Desde descompromissados, até alguns hardcores para caramba, o estilo se iniciou e se popularizou com Super Mario Bros. e já ganhou honras de alguns dos melhores games da história. Lembrando que apenas um game pode entrar por franquia, com apenas uma excessão. E os 10 melhores sidescrollers são:

10º: Mega Man 2

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O robô azul da Capcom tinha que estar em algum lugar dessa lista. Como resolvemos apontar apenas um jogo por franquia, o escolhido para representar Megaman foi o segundo jogo da trama, Mega Man 2. Com gráficos incríveis para a época, e artísticos até hoje, inimigos memoráveis e uma das melhores trilhas sonóras que se tem notícia no Nintendinho, esse é o jogo para explorar seu console ao máximo. A difículdade é extrema, até mesmo no normal. Um prêmio extra pelo design do jogo, sóbrio, e que apesar de rodas só para o lado direito da tela, dá uma sensação de que a fase é bem maior do que ela realmente é. Apesar de tudo, o jogo tem quedas sofríveis nos frame rates e algumas falhas técnicas.

O Rafael gosta muito do primeiro, já eu, não largo este.

9º - Super Castlevania 4

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O NES tinha recebido dois jogos da série Castlevania. Embora os dois primeiros fossem muito bons, foi no terceiro que a série atingiu o auge. Com vários personagens selecionáveis, diversas saídas em cada fase e uma dificuldade para ser encarada por poucos, o jogo foi um dos melhores do 8 bits. O Super Nintendo foi lançado, e em Super Castlevania 4 não tinhamos mais nada do que fez o terceiro tão bom. Mas em vez de transformar o jogo em uma má experiência, ele elevou o patamar na jogabilidade da série, e ainda introduziu músicas até hoje consideradas as melhores da série.


O jogo não é do calibre de Symphony of Night, mas abriu muitas portas para que esse fosse lançado.

08º- Kid Icarus

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Mesclando a exploração de Metroid com a jogabilidade fluindo na vertical de Ice Climbers, surgiu Kid icarus, um dos melhores e mais completos jogos do Nintendinho. Criado sobre o mesmo sistema de Metroid, o jogo era longo, intenso e difícil. Protagonizado pelo Anjo Pit, é um jogo obrigatório para qualquer fã da série protagonizada por Samus Aran. Quem jogou sabe, é extramente divertido e tem um uso extremamente funcional dos poucos botões que o Nes tinha a oferecer. Clássico desde o começo, a única barreira que impede esse jogo de ter o nível de Metroid é a sua jogabilidade linear e pouco aberta a erros.


Pit apareceu em Brawl, e nós acreditamos que apareça logo logo em um jogo próprio, para o Wii.


07º- Ninja Gaiden

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Para decidir quem entrava na lista, o Ninja Gaiden original ou o terceiro, eu tive que jogar muito os dois. Depois de um tempo, sem dúvida alguma eu achei qual era o vencedor. Um dos jogos mais difíceis do NES, o Ninja Gaiden Original foi escolhido para ser representante na lista. Com uma jogabilidade gostosa e precisa, o game usa e abusa do cenário de uma maneira nunca vista anteriormente. E a trilha sonóra? Simplesmente magnífica, dando o sentimento de adrenalina que prescisavamos. Bom, ainda esqueço de mencionar que este foi a primeira vez em que um jogo teve uma história contada de modo cinemático.

Mesmo depois de passar anos sem nenhum jogo para os consoles Nintendo, a franquia teve um retorno triunfante para o Xbox, com um dos jogos mais bem finalizados de todos. E agora, com Dragon Swords para o DS.

06º Sonic the Hedgehog 2

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Tá bom, eu sei que não é um jogo da Nintendo. Mas quem se importa?!? O jogo agora é disponível no Virtual Console, e nunca poderia ficar de fora da nossa lista. O jogo em sí, é um clássico. A primeira aparição de Tails marca o melhor jogo do ouriço, na época aonde ele ainda tinha bons jogos. Com muitas fases e gráficos incríveis, nunca foi tão divertido chutar a bunda do gordo do Eggman. Ainda mais, a trilha sonóra era excelente e o jogo tinha muito menos slowdowns que o seu precedente, ambos do mesmo console. A velocidade continuava frenética e a jogabilidade um pouco mais complexa com fases em um melhor design.


Sonic Unleashed promete trazer isso tudo de volta. Se tiver metade da qualidade desse, eu compro na pré-venda.

05º- Super Mario World 2: Yoshi's Island

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E essa é a única excessão em nossa lista. Sim, sabemos que Yoshi island é um jogo da série Mario. Mas ele é tão diferente dos outros que merecia ficar separado na nossa contagem, já que não protagoniza Mario, e tem toda uma jogabilidade reconstruída.
Com cenários completamente lindos, usando e abusando do Chip-FX, o jogo teve uma jogabilidade completamente refeita. Não, ela é tão viciante quanto os jogos convencionais de Mario são, e ainda abriu caminhos para Super Mario 64, e ainda Galaxy! Sensacional...
O jogo ainda conta com um Yoshi salvando o próprio Mario, e uma história que precede qualquer jogo do Bigode. Os personagens de Mario Kart, Baby mario e Baby luigi vieram desse jogo, assim como muitos outros personagens icônicos da Nintendo.


No fim da fase 4-4, você luta com Raphael, um corvo gigante, no melhor estilo Mario Galaxy. Quer saber como é? Só jogando.

04º - Contra III: The Alien Wars.

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O melhor de todos os Contras. O terceiro capítulo da série merece com certeza o quarto lugar no nosso Ranking. Atirando em Aliens por todos os ângulos possíveis e mais alguns impossíveis, correndo e mandando bala para todo lado: Contra é um genêro por si só.
Com Spread-guns, tanques, monstros colossais e uma dificuldade que (literalmente) mata qualquer um, esse jogo é o carro chefe da série. Mesmo podendo carregar duas armas ao mesmo tempo, dar final no jogo no modo Hard é uma das tarefas mais humilhantes que existem.


O último chefe desse jogo me gastou 16 vidas. E eu não sou nada ruim no jogo.


03- Donkey Kong Country 2

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Essa eu não demorei. Em pensar qual era o melhor da série Donkey Kong Country, nenhum pode se comparar ao segundo capítulo da série, Diddy's Kong quest. No couro de Diddy e sua namorada Dixie, os jogadores devem salvar o patriarca Kong das mãos de King K. Rool. Em questão de gráficos, o jogo é simplesmente ignorante.
Com o melhor gráfico do Snes, o jogo ainda não sossegou enquanto não obteve uma das melhores trilhas sonóras e uma jogabilidade digna de Miyamoto. Em questito atmosfera, esse jogo é rei e nos ensina como variar e encantar todo tipo de jogador em um só cartucho. Era o bom trabalho da nossa amada Rareware.


Esse jogo tinha muito mais segredos que o primeiro, e dessa vez, estes eram obrigatórios para se atingir o final.

02- Super Mario World

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Em 1990, os jogadores presenciaram um dos melhores Games até então, e o melhor jogo do Bigode até o momento, Super Mario bros 3. Mas em 1991, com o lançamento de Mario World, tudo do jogo anterior foi superado. Desde os gráficos, trilha sonóra, visual e jogabilidade, tudo estava pronto para ficar como o melhor game do Mario até então.
Uma das maiores surpresas estava estampada logo na Boxart. Dessa vez Mario tinha um bichinho de estimação, o dinossauro Yoshi. Com Yoshi, um pulo giratório, a Pena para voar e diversas habilidades alternativas para o dino-comilão, se consagrou como o melhor game 2D do Mario até o momento. E provavelmente o melhor de todos eles no nosso coração, para sempre.


Super Mario world quebrou nossas cucas para chegar até a rota alternativa que leva até Soda Lake.


01- Super Metroid

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Sim, se você estava estranhando o fato de nenhum game da Samus ter aparecido na lista, é por que o primeiro lugar com certeza é dela. Se o primeiro Metroid era imenso, este aqui o transformava em um bebê. Com uma ambientalização perfeita e uma trilha sonóra que parecia viva, nunca foi tão legal gastar horas para desvendar cada segredo do jogo.
Com power ups novos, possibilidade de combinar alguns deles, chefes gigantes e muita, mais muita paciência, você conseguiria passar por todas as àreas do jogo e enfrentar mais uma vez Mother Brain.
Os gráficos pareciam simples, mas quando se avançava no jogo, tinhamos muitas surpresas sobre ele. Quem esperava ver algum dia uma ambientalização tão perfeita como a vista em Wrecked Ship? Simplesmente, o Melhor de Metroid, e o Melhor Side scroller feito até o momento.


Se você me perguntasse, eu diria que chegar até Maridia só para escutar a música é uma boa. O resto vem de brinde.

E assim encerramos o nosso Top 10, muito obrigado por nos acompanhar até aqui. Qualquer reclamação ou opinião é só postar um comentário, lembrando que o E-mail do blogger é o mesmo do Orkut. Até a próxima!

Nintendo Spring Summit 08: Lost Winds Preview WiiWare

Se o lançamento do Wii Ware não foi muito animador no Japão, parece que nos Estados Unidos a coisa será bastante diferente. Games como World of Goo e Defend Your Castle fará com que você esqueça de porcarias como Pokémon Ranch. E se esses dois jogos ainda não fossem o bastante, há ainda Lost Winds, desenvolvido pelo estúdio Frontier, uma prova de que no WiiWare os títulos podem ousar e expandir seus limites. Serão 43 megabytes. Durante o Nintendo Spring Summit, o IGN pode testar Lost Winds e aprender como são eficazes os controles ambientais, os quebra-cabeças, o que deixou uma excelente impressão.

No game, você joga com Toku, um garoto que pode usar o poder do vento para viajar em níveis 2D, resolvendo enigmas e derrotando inimigos. Enquanto seu personagem é controlado com o stick analógico do Nunchuck, ele não pode executar muitas manobras, apenas subir em plataformas ou saltar. É com o Remote que se faz o controle do mecanismo do vento. Isso é, você aponta o Remote para a tela, pressiona uma tecla e chama vários caminhos de vento para realizar manobras incríveis. Quando o jogo começa, essas manobras se resumem a rajadas, que fazem o personagem flutuar. Esse poder permite que você aponte para a tela, aperte o botão A e chame uma linha movendo ela para a direção que quiser. Dá a sensação de você estar desenhando. Você pode usar essa habilidade para alcançar plataformas, fugir de inimigos e resolver enigmas.

Há outros recursos, como o de Slow Motion. Ela atrasa a ação causando quase uma estagnação de movimentos. Há ainda dupla rajada e a possibilidade de atrair mais ventos de longe. Há ainda o uso de uma lanterna. Congelando com o vento e derretendo com o calor da lanterna, você pode derreter esse gelo. Apesar de parecer complexo, o game se desenvolve de maneira não menos que brilhante. Lembra Kirby Canvas Curse em alguns momentos, mas em outros parece algo completamente diferente.

O jogo como você pode ver é simplesmente fantástico nessa recriação de um ambiente florestal, com um ritmo lento, mas não no sentido ruim, e sim no sentido de introspecção, de pensamento. O visual e a trilha sonora são extremamente agradáveis. É de se surpreender com o resultado final de tamanha estilização e perfeição. É a principal prova de que os games do WiiWare podem sim ter qualidade. Apesar de curto, o game deverá levar três horas para ser concluído, o game custará apenas 10 dólares ou 1000 Wii Points. Se você paga 50 dólares para dez horas, porque não pagar 10 por três horas? Anote aí: Lost Winds tem tudo para ser o carro chefe do Wii Ware.

Nintendo Spring Summit: Samba de Amigo Wii Preview

Já se passaram oito anos desde que Samba de Amigo saiu para o Dreamcast. Agora é a vez, depois de muitos rumores, do game ganhar sua primeira versão para o Wii. O IGN teve a oportunidade de agitar e chacoalhar o Remote no Nintendo Spring Summit e ver o que essa nova versão tem para oferecer.

O Samba de Amigo original era uma espécie de Maraca Gero, onde você devia agitar as Maracas no mesmo ritmo das músicas ao som de canções latinas. O grande trunfo do game era seus cenários coloridos e sua espetacular direção de arte com personagens exuberantes. Ao invés das Maracas do primeiro game, agora o jogador pode usar dois Remotes ou um Remote e um Nunchuck. E o sistema de controles funcionou muito bem.

Ao invés de apenas calcular os movimentos, agora o game tem uma grande evolução, calculando também a inclinação do Remote. Antes de jogar, irão ser calibradas seis posições, três para cada Remote. Um indicador mostra qual a posição que você está apontando, portanto não há motivo para pânico. Juntamente com os movimentos regulares de inclinação, há também os movimentos de vibração, onde o jogador deve agitar os Remotes rapidamente e com ritmo. Claro que não causa o mesmo efeito das antigas Maracas, mas é bem interessante. Geralmente esse movimento é realizado em momentos cruciais das canções.

A canção mais presente no Nintendo Spring Summit foi a Hot Hot Hot. Ela era uma das canções de Samba de Amigo Ver. 2000, lançado apenas no Japão. Visualmente o jogo parece melhor que nunca. Há muitos elementos no cenário e uma movimentação e animação completamente fantásticas. Há vários modos de jogo, incluindo o Quick Play, Multiplayer e algo chamado LoveLove (que ainda não se sabe o que é).

O game suporta Miis, que ficam na sua tela de Score. Ele muda as expressões conforme seu desempenho (os manjados Bad, Medium e Good). Bom, pelo que o IGN jogou, para eles dói muito pouco. Todos os esforços parecem caminhar para um bom game com controles competentes, apesar de não estarem no nível do primeiro game ainda. Mas os fãs de Samba de Amigo não devem ficar muito preocupados.

Via [IGN]


Fim do Embargo: Tudo sobre o Nintendo Spring Summit 2008


Acabou o embargo! Ainda hoje você terá todas as informações sobre os games mostrados no evento que a Nintendo realizou na quinta e sexta- feira passada. Abaixo a lista de games que estavam em demonstração:

My Weight Loss Coach
Strong Bad's Cool Game for Attractive People -- Episode 1
Guitar Hero: On Tour
Samba de Amigo Wii
LostWinds
Major League Eating: The Game
Boom Blox
Space Invaders Extreme
Wii Fit
Kung Fu Panda
Pop
Sonic Chronicles: The Dark Brotherhood
Crosswords DS
Mario Kart Wii
Final Fantasy Crystal Chronicles: My Life as a King
World of Goo
Pokemon Mystery Dungeon: Explorers of Darkness
Pokemon Mystery Dungeon: Explorers of Time
Rock Band: Special Edition

Virtual Console 18 - Donkey Kong ( Nes ) - 500 Wii Points


Donkey Kong nasceu em 1981, época em que o Mario ainda era conhecido somente por Jumpman. O Gorila era o vilão da história, que sequestrava a donzela Pauline.
Tudo o que você tinha que fazer era pular sobre barris e subir todas as escadas para chegar ao topo e salvá - la.
Era muito facil no começo, mas se complicava cada vez que se completava as poucas tres fases do jogo e se reiniciava com maior dificuldade, mas essa era a graça do jogo, tentar terminá -lo o máximo de vezes possível e fazer colossais High Scores.
O jogo é bem desafiador e é muito jogado até hoje, porém enjoa rápido se tornando um tanto cansativo depois de um tempo.

É o primeiro game para um console doméstico feito por nosso grande mestre Miyamoto, só por isso já vale a pena.

Imperdível para quem não jogou, e nostálgico para quem quer relembrar.
Mais um clássico da série Nes que esbanja nostalgia no Virtual Console.

Virtual Console 17 - Kirby's Adventure ( Nes ) - 500 Wii Points


Pra quem achava que o gênero Plataforma estava sem novidades depois de Super Mario Bros 3, Kirby’s Adventure foi uma grata surpresa!
Gráficos e jogabilidade excelentes, que tornaram-se um ícone de qualidade do antigo Nintendinho.
O herói deveria avançar nos diversos estágios engolindo os inimigos, se apossando e usando suas habilidades contra eles mesmo, recuperar os pedaços da Star Rod e restaurar o sonho tranqïilo na Dream Land derrotando o perverso King Dedede.
Kirby’s Adventure é com toda certeza um dos melhores jogos de plataforma lançados para o NES, sendo tão bom e divertido quanto o clássico Super Mario Bros 3 e já pode ser baixado no Wii Virtual Console por 500 Wii Points.

Review: Pro Evolution Soccer 2008 - Wii

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O Brasil é o país do futebol. Não importa se é Copa do Mundo ou um simples jogo de campeonato regional, a importância para nós é a mesma. E claro que essa paixão se estende aos games. Quando o assunto são jogos de esporte, pelo menos entre os brasileiros a série Winning Eleven é imbatível. Uma das principais responsáveis pelo sucesso do Playstation 2 por aqui, WE tem uma legião de fãs imensa e é presença certa em qualquer disputa com os amigos. Com o sucesso do Wii, era bastante provável que o console ganhasse uma versão da série. Só que ao contrário de um port ou uma adaptação (como fez a EA com FIFA), a Konami ousou e criou um sistema completamente novo de jogo. Pro Evolution Soccer 2008 é não só o melhor game da série como esse sistema fantástico causará uma revolução nos games de esporte.

Time novo entrando em campo

Logo que você inicia o game, é colocado em um Tutorial. Nada mais justo, já que é praticamente impossível aprender como jogar o game sem passar pelo modo de aprendizagem. A partir daí, esqueça tudo o que você sabe sobre um Winning Eleven. A única semelhança é o controle de bola. Passes, lançamentos, chutes, dribles, tudo foi refeito diferente, mas de uma maneira muito melhor. Não se assuste no princípio: o game é inovador, mas muito divertido de se jogar. Leva tempo pra se acostumar, mas nada não esteja ao seu alcance de aprendizado.

Vou tentar explicar como funciona os controles. Bom primeiramente é necessário tanto o Nunchuck quanto o Remote para pode jogar o game. Você usa o cursor da tela para mirar no jogador que quer passar a bola e apertar o botão B. Mas há passes avançados onde há duas opções: marcar um ponto no campo e fazer o atleta mais próximo correr até lá para pegar a bola ou apertar e segurar o botão B sobre um jogador, traçar uma trajetória para ele percorrer e soltar o botão quando o ponto desejado do passe esteja marcado. O mais complicado é chutar ao gol: não há barras de força, nem escolha de canto: você balança com rapidez o Nunchuk e seu jogador irá chutar da melhor forma possível a gol. Caso queira tentar um chute de cobertura, deve-se balançar o Wiimote no lugar. Achou complicado? Ainda não viu nada! Para rifar a bola da defesa ou cabecear (defensiva ou ofensivamente) o processo é o

mesmo, usando o nunchuk. Quando seu jogador está para chutar a bola, uma bola luminosa aparece em cima de sua cabeça, dando tempo para você aperto o C (no nunchuk) para cancelar a jogada. Uma combinação de A e B apertados em uma seqüência distinta permite que realizemos o famoso ''One Two'', onde o jogador que está com a bola a passa e corre para receber de volta mais à frente. É um movimento bastante difícil de dominar, mas que ajuda muito para furar a defesa.

Mas o comando que mais ficou legal foram os dribles. É aí que o botão A entra em ação. . Ele possui várias funções distintas, dependendo do ponteiro na tela, mas vamos falar apenas das ofensivas. Estando um jogador seu com a bola, você pode marcar um ponto vazio do campo e apertar o A para que ele corra até a posição desejada (aliás, esse é o único jeito de fazer seu jogador correr, pois com a alavanca ele só anda). Caso você marque outro ponto no meio do caminho, ele vai ''cortar'' para aquela direção, similar ao uso do R2 (PS2, PS3) ou RT (Xbox). Você também pode apontar para algum lugar do campo, apertar e segurar o botão A e ver seu jogador correr e, ainda pressionando o botão, colocar o cursor em outra posição e dessa forma realizar alguns dribles, fazendo-o realizar cortes com rapidez nas novas direções. Notem que isso só será feito dessa forma ao deixar a alavanca liberada. Caso ela seja inclinada para alguma posição, cancelará a ação do botão.

Achou complexo demais? Não se engane, tudo é extremamente natural quando se está jogando, apesar de ser sim um pouco complexo. Dominar os controles leva tempo e exige muito empenho do jogador, mas é maravilhoso ver como esses novos controles funcionam muito melhor, adicionam elementos de estratégia ao game e principalmente surpreendendo o jogador. Tem muito mais coisa passível de ser feita, mas vamos deixar que você descubra novas funções para os controles. Eu mesmo ainda não tive a oportunidade de perceber todas as possibilidades e de testá-las. Particularmente adorei esse novo sistema e creio que ele será usado como base para todos os games de esporte que saírem no console a partir de agora.

Visual e som de ports, modos de jogo bons

Visualmente, o game está no nível da versão Playstation 2, embora tenha cenários mais trabalhados, texturas mais bem acabadas e uma movimentação mais fluente. Há dois problemas que eu encontrei no aspecto visual: os nomes dos jogadores que atrapalham a visão do jogo e algumas pequenas quebras de polígonos, mas nada muito grave. A trilha sonora é completamente nova e a narração é feita em três idiomas. Apesar de apresentar muitas novidades na jogabilidade, faltou a Konami ousar um pouco mais no visual e nos modos de jogo. Talvez oferecer uma experiência inédita dependa de todo um conjunto de inovações e não apenas de controles novos.


Os modos de jogo presente no game são suficientes, embora falte a Master League. Practice, League, Match, Cup, Training e Edit estão presentes. O mais próximo do modo mais completo dos games esportivos, é o inédito Champions Road, que utiliza as características de criação e transferência da Master League, mas não tem a mesma duração e profundidade. Porém o modo mais interessante é o Nintendo Wi-Fi Connection que adiciona partidas online aos donos do Wii. Apesar de existir um pequeno lag, é possível se divertir disputando uma grande quantidade de partidas com seus amigos.

Uma maneira única de jogar um game de esporte




Não vou me ater muito nas possibilidades que Pro Evolution Soccer 08 vai trazer as produtoras do Wii a partir de agora. O game não só cria uma maneira única de se fazer um game do gênero, como graças a desenvoltura e competência dos controles se torna o melhor game da série Wining Eleven. Isso mesmo que você leu. Ele é tão divertido e competente, que merece esse honroso título. Saiba de uma coisa: definitivamente visual não é tudo. A experiência de jogo, a inovação e a diversão suplantam qualquer característica visual. Pro Evoltion Soccer 08 é um game imperdível. Jogue agora se quer saber o que realmente é um game de esporte da nova geração.

Imagem do dia: Desse jeito bato todos os recordes em Wii Sports!!

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É necessário responsabilidade

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Quem escolhe exercer a função de jornalista, e portanto de formador de opinião, deve ter no mínimo responsabilidade sobre o que diz. Coisa que o Gamespot não teve na semana passada, ao se referir de maneira maldosa e extremamente preconceituosa ao Brasil. Infelizmente, ainda existe uma visão completamente equivocada, deturpada e pra não dizer burra do nosso país no exterior. Talvez seja reflexo de nós mesmos: insistimos em destacar nossas belezas naturais, nossas mulheres bonitas, nosso futebol e carnaval. Nada de mal nisso, são coisas onde nos destacamos e somos únicos no mundo todo. O problema é quando isso é usado em um tom pejorativo. Infelizmente, talvez o cara que escreveu a matéria seja um idiota que nunca levantou de sua cadeira e procurou saber um pouco sobre a história brasileira: que revela um enredo de superação, empenho, trabalho e muita luta. Somos muito mais do que comumente se referem a nós.

Quanto a proibição, não é nosso país que tem que ser criticado, e sim nosso sistema judiciário. São dezenas de decisões equivocadas, que depõe contra os princípos constirucionais e permeiam nossa capacidade de escolha. Nossa justiça é lenta e falha. Proibir um game que retrata a realidade (todo mundo sabe que o Bullying está em todas as escolas do Brasil) é a mesma coisa que tentar fechar os olhos pra ela. É isso então, nos vemos no próximo escândalo.

Virtual Console - Novos jogos adicionados essa semana

por Neo Raph



Fontes de dentro da Nintendo divulgaram os jogos a serem lançados nessa segunda-feira, nos Estados Unidos, Sega Gênesis e Sega Master System são os escolhidos.
Confira:


Mega Turrican (Genesis)


Turrican tem influencias de grandes jogos em seu estilo, Metroid é um deles, labirintos, transformações e níveis de armaduras e ataques. Ao contrario de muitos outros jogos de ação de sua época, Turrican, não obriga o jogador a completar um nível distinto, em vez disso, dá uma emoção na parte de exploração, e de salas secretas, pra quem gosta de Metroid e procura algo próximo, Mega Turrican é uma grande pedida.



Fantasy Zone (Master System)



Criado nos arcades em 1986 pela Sega, Fantasy Zone fez muito sucesso, o jogador controla uma nave espacial chamada OpaOpa que enfrentas uma horda inteira de inimigos em contextos atípicos da tradicional Scrolling Shooter,sendo considerado um Shoot em cima.
Um dos melhores do Master System, recomendado.

Virtual Console 14 - Contra ( Nes ) - 500 Wii points


A série Contra modificou os padrões de games de ação. Tiro pra todo lado e uma história envolvendo aliens querendo dominar a Terra.
No ano de 1957, um misterioso meteoro atingiu uma ilha da América do Sul. Os cientistas não conseguiram desvendar absolutamente nada sobre esse meteoro. Só depois de 30 anos, descobriu-se que tal meteoro vinha de um outro planeta com vida alienígena, liderada por um deles, chamado pelos humanos Red Falcon, que planejava fazer um ataque fulminante ao planeta Terra.
O mundo ficara chocado, e se transformara num caos só. Agora, dois líderes velhos de guerra são chamados pelo governo para acabar com essa vida alienígena. Seus apelidos são Scorpion e Mad Dog.
Ainda é prazeroso destruir aliens no virtual console do Wii, haja tiro...ação desenfreada, tiroteio louco, Contra é praticamente um gênero de jogo.

Top 10: As piores Boxarts do Wii

Quando o assunto são Boxarts terríveis, infelizmente o Wii é o mais lembrado. Na Nossa lista das 10 mais tem coisas realmente assustadoras...


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10. Action Girlz Racing: Não sei o que é pior: se o game ser uma bomba tecnológica, ou se as protagonistas parecerem o grupo "As Frenéticas" da década de 70. Ainda bem que elas não cantam Dancing Days... Mesmo assim, repare que a boca da menina da frente parece que está inchada e tem uma loira pequeninha do lado direito... Acho que talvez ela seja Anã... Deplorável!
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9. Dogz: Essa é pelo menos cômica. Mas não deixa de ser ruim... Repare no cachorro do lado direito que parece que tá com a pata quebrada... O do lado esquerdo tá tão fraco que nem consegue morder o halter... Ah, e tem o cachorro principal que tem uma orelha deformada e uma cara de cão olhando frango de padaria... Péssima.

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8. Hamster Heroes: Se não bastasse Hamsters serem considerados super-heróis, ainda tem o ridículo fato de um deles ser radioativo e estar dentro de uma bola de borracha! E o do lado esquerdo usa uma fita na cabeça semelhante a das Tartarugas Ninja... E o hamster do meio pode muito bem se alistar no Iraque e de preferência não voltar jamais!

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7.London Taxi Rush Hour: Bom, a interpretação semiótica dessa boxart admite multiplos significados. Vou ficar com o mais sujo deles: uma prostituta loira é levada para um Táxi para realizar todas as fantasias desse bando de marmanjos (repare que um deles quer até fotografar a orgia!). Deixe o Jack Thompson descobrir esse jogo...


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6. My Horse and Me: Tudo bem, não tenho preconceitos... Mas com cinco bilhões de pessoas no mundo, porque essa garota prefere um... cavalo! Zoofilia não é crime, mas que é estranho é... Ainda mais essa loirinha bastante "pegável"... E mente poluída!

Mythmakers Orbs of Doom - Click Image to Close

5. Mith Makers Orbs of Doom: Alguém por favor me defina que ser é esse? Um mago, um sábio, um homem-porco... Sei lá... Ah, e a tal Orb of Doom é um Souvenir com um castelo antigo... Não se fazem histórias mágicas como antigamente...

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4. Anubis II: É praticamente impossível achar uma resposta plausível para essa boxart. Desde o personagem principal retardado e completamente indecifrável, até o logotipo ridículo. Onde tudo isso é ambientado? Acho que nem Deus sabe! Ou melhor, talvez só ele saiba... Ah, que saudade da inquisição queimar coisas impróprias na fogueira... (ok, exagerei)

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3. Rapala Tournment Fishing!: Games de pesca são bizarros por si só... Agora, com esse peixe de uma espécie desconhecida, com uma boca imensa que é atraído por uma isca da cor do arco-íris (esse peixe é biba!) se torna bizarro ao extremo. E por que diabos alguem exclamaria quando diz um nome tão ridículo desse: Rapala!?!?
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2. Ninjabread Man: Absolutamente tudo nessa boxart é de dar medo. Uma pão ninja com uma boca e olhos ridículos perseguidos por uma legião de abelhas e doces possuídos pelo mal... Alguém por favor me diga porque o homem vitruviano de DaVinci tem rosto de ET e é o símbolo da produtora? Bizarro demais!



1. Kidz Sports Soccer: Que Resident Evil que nada! O game mais assustador dos últimos tempos é Kidz Sports Soccer. Repare que uma garota absolutamente torta, aquela do lado esquerdo, corre atrás da bola juntamente com um garotinho com a língua de fora... Ah, ambos perseguem um lorinho com uma leve barriguinha, um nariz de pinóquio, óculos estilizados (daqueles que se usa pra soldar) e uma cara assustadora, mas muito assustadora mesmo! Hours Councours na nossa lista!

De olho em Soul Eater



A Square Enix está devendo um bom game no Wii. E quem sabe essa redenção não venha com Soul Eater, game de estratégia baseado em um anime de bastante sucesso no Japão. No próximo dia 30, teremos a inauguração do site oficial do game e com isso a divulgação de mais informações. Até agora, as imagens estão bastante convincentes. Resta saber se a jogabilidade vai acompanhar a qualidade.


É hora de dizer Adeus, embora espero que seja um até logo

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O personagem da Nintendo que sempre representou Ricardo foi Luigi. E isso era bastante verdadeiro para quem o conhecia. Simpático, engraçado e muito humano. Ricardo você deixará saudades!


Nesses quase quatro meses em que o Gamer Nintendo existiu, uma pessoa foi muito importante. Talvez mais importante que eu mesmo, já que pensei em desistir em janeiro e ele firme e forte não deixou com que eu eu me abalasse... Hoje nosso blog é maior, cresceu, com uma colaboração definitiva dele. Temos novos membros e tal, mas nenhum tem a importância que meu grande amigo Ricardo tem.

Você, meu velho, saiba que torço muito por você e quero que tenha muito sucesso em sua vida, seja qual caminho decida seguir... Que Deus te ilumine em sua caminhada... E que um dia possamos voltar a caminhar juntos.


Ricardo, o Gamer Nintendo deve muito a Você!

Vote em Miyamoto!

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Mais uma vez Miyamoto está entre os 100 homens do ano da revista Time। O perfil de Miyamoto no site traz os prós e contras do criador. De positivo, a publicação diz: "Como se criar 'Mario', 'Donkey Kong' e 'The Legend of Zelda' não fossem suficientes, o 'pai do jogo moderno' ainda está desenvolvendo franquias para Nintendo e seu Wii, o console mais vendido [da atualidade]. Sua última criação, 'Super Mario Galaxy', redefiniu a física em videogames mais uma vez com a reimaginação da velha gravidade".


Já na parte do contra, os jornalistas da revista mostram que ainda não se desfizeram de velhos estereótipos: "Será que ele consegue reverter a gravidade para todos esses jogadores obesos de games por aí? Miyamoto disse que a proposta de seu 'Wii Fit', com seu balance board e foco no corpo, não é fazer emagrecer, mas 'conhecer o corpo'. Conhecer o suficiente para sair à rua antes de ter aterosclerose?"

Uma piadinha boba. Agora cabe a você votar no mais talentoso Game Designer de todos os tempos. Para isso clique aqui.

Imagem do dia: A Melhor Boxart do Wii

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Um novo Nintendo DS ?

por Neo Raph






Alguns rumores pipocaram na terra do Sol Nascente, a Nintendo estaria preparando o terreno para o lançamento de um novo modelo do tão já famoso Nintendo DS, segundo o presidente da Enterbrain, empresa responsável pela revista Famitsu no Japão esse modelo seria revelado na E3 2008, em julho nos Estados Unidos.
A Nintendo faz seu show, não afirma nem desmente nada, resta nos somente esperar, as especulações indicam que seria um novo modelo do mesmo, algo como Game Boy Micro foi para o velho GBA, e não uma nova geração a caminho.

Os 15 games que você vai jogar no Wii em 2008

O ano começa em Abril. Pelo menos para os homens de negócio é assim que funciona. A partir do quarto mês do ano é que tudo começa de verdade e as estratégias começam e ser formuladas. E pensando nesse espírito, elaboramos uma lista dos 20 games eu você vai jogar de Abril a Dezembro de 2008. Essa é a premissa da mais nova matéria do Gamer Nintendo. Nela você terá informações exclusivas sobre os grandes games desse ano e sobre aqueles nem tão grandes... Fique de olho nos games das primeiras posições. Vamos em frente, sempre e constante! E os 15 games imperdíveis do Wii em 2008 são:


  1. Kid Icarus – Nintendo – 2008
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Imagem de SSBB

O que é: Ninguém sabe ao certo de que forma, mas é certeza que Kid Icarus apareça para o Wii. Resgatar a série é um sonho antigo da Nintendo e temos certeza de que ela não medirá esforços para que seu retorno seja no mínimo sensacional. Apostamos em um game de ação e aventura estilo Zelda, usando as habilidades de Vôo de Pit (já que ele voa). Quem sabe uma ambientação na Grécia antiga com inimigos grandiosos? Vamos torcer muito.

O que esperar: A Nintendo não traria uma série tão antiga se não tivesse uma roupagem atual e cheia de brilho para ela. Talvez o desenvolvimento fique nas mãos da Factor 5 (isso mesmo, a de Lair) e com isso tenhamos um visual arrebatador, uma trilha sonora fabulosa e uma jogabilidade dura. Minha aposta é que quem cuida do game é a Retro Studios. Eles estão calados e fizeram um trabalho tão bom de resgate da série Metroid, que ficaria surpreso se Kid Icarus não repetisse o sucesso. Anote aí, na E3 tem o anuncio de Kid Icarus e no fim do ano você o estará jogando. Pode apostar.


  1. Mario Kart Wii – Nintendo – 27/04

O que é: Simplesmente o mais novo capítulo da série mais divertida dos games de corrida. Depois de estrear na jogatina online com Mario Kart DS, a versão Wii coloca 12 jogadores em disputas acirradas por 32 pistas diferentes (16 delas inéditas). Controle além dos conhecidos karts, as inéditas motos e experimente diversos tipos de controle, desde os que mais se adaptam a você até os que odiará. Não se esqueça do modo Battle, que será garantia de muita diversão. O que esperar: Um game divertido. Apesar de ser imperdível para qualquer dono de Wii, MK não será um game perfeito. Os novos controles com o Remote não são tão bons quanto deveriam e os aspectos técnicos deixam a desejar. O visual é muito seco e limpo demais. Mas mesmo assim, é a estréia da série no console e merece nossa atenção. É um game que você terá que jogar, mesmo que no fim ele te frustre um pouco.


  1. Okami Wii – Nintendo – 15/04

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O que é: Em 2006 quando Okami foi lançado para o Playstation 2, muitos tiveram a prova cabal que faltava para afirmar que os games relamente são uma forma de arte. O título acabou sendo um sucesso de crítica imenso, foi eleito o game do ano pelo site IGN.com, o que deixou os fãs de Zelda bravos (já que seu principal concorrente era The Legend of Zelda: Twilight Princess). Agora o game chega ao Wii e ao contrário do que se pensa, não será mais um Wiimake feito às pressas e sem qualquer cuidado. Temos garantias de que esse game será um dos melhores já lançados no sistema e forte concorrente a superar o game original do Playstation 2. Desde quando usamos o análogico do Dual Shock para desenhar os feitiços no original do Playstaion 2, imediatamente ficava claro que esse sistema poderia funcionar bem no Wii, já que a mecânica ficaria perfeita com o Remote. Mas assim que os primeiros números de vendas de Okami saíram, e eles foram muito ruins, uma versão do game para o Wii parecia distante. Eis que o Clover Studios resolve ir contra tudo e anunciar o port do game, mas dessa vez desenvolvido pelo estúdio Ready at Dawn (que vem cuidando de God of War: Chain of Olympus). Há pouco mais de um mês do lançamento oficial, a principal pergunta que podemos fazer é: será que a versão Wii pode O que esperar: Controlar Amaterasu com o Remote é muito mais divertido e competente do que com o Dual Shock. Na comparação, o esquema com o Remote é muito mais intuitivo e rápido. Há alguns pequenos problemas na jogabilidade do game, principalmente quando envolve os movimentos secundários do lobo e nos movimentos de esquiva que estão muito complicados, mas nada que estrague a experiência. Outro ponto importante é que não há nenhum conteúdo real diferente entre as versões Playstation 2 e Wii do game. As maiores diferenças ficam mesmo no visual e nos controles. Mas claro que quem nunca jogou Okami, e foi muita gente, não liga a mínima para isso. Mas mesmo quem já colocou as mãos no game vai gostar de novamente repetir a experiência de uma maneira mais incisiva participativa. Os puzzles, a diversão, a brilhante direção de arte e a história rica e desafiadora fazem qualquer um se apaixonar logo nos primeiros minutos. Okami é simplesmente imperdível!

4. Wii Fit – Nintendo – 21/05

O que é: Mais um game da linha casual da Nintendo voltado para os jogadores que quase nunca se aventuram em games mais complexos. Só que dessa vez a coisa é muito diferente. Junto com o game, um inédito acessório está presente: uma balança que reconhece peso e movimentação do jogador de uma maneira nunca vista. Aguarde por diversos modos diferentes de jogo que serão responsáveis desde em melhorar seu condicionamento físico até em ajudar na melhora da elasticidade de seu corpo. Não se esqueça de seguir os programas para perda de peso, que incluem provas de Ioga e Step. Ou seja, uma academia em sua casa. O que esperar: Um game rico, completo e cheio de novidades, mas que dificilmente agradará aos hardcores. Primeiro porque odiamos fazer exercício (salvo raras exceções) e segundo porque nosso preconceito fará a gente ficar longe dessa baboseira. Vai vender milhões apesar de seu preço salgado (cerca de 90 dólares) e agradar em cheio ao público refém de academia. Talvez pra você gamer sedentário, seja o estimulo que faltava para levar uma vida mais saudável.

5. Tales of Symphonia Dawn of the World – Namco Bandai – Setembro

O que é: A continuação direta de Tales of Symphonia, um dos RPGs de maior sucesso do GameCube. Quem não se lembra, o primeiro game era simplesmente fantástico, com um visual que dispensava comentários e rendia mais de 60 horas de um jornada longa, com excelentes batalhas contra chefes (algumas duravam quase uma hora!). A continuação retoma os andamentos da história de seu antecessor e acrescente uma jogabilidade melhorada, gráficos mais limpos e fluentes e principalmente uma trilha sonora mais rica. O que esperar: O RPG que faltava no Wii. Personagens e ambientes extremamente carismáticos e um visual completamente fantástico (repare que não é mais cel shadding, e sim mais limpo e cheio de efeitos especiais). O sistema de batalha é uma variação do anterior e permitirá que o jogador realize combos com a presença de até mais três jogadores. O Field Map não retornará neste jogo, agora a navegação é feita com o Remote, muito mais prático e eficiente. O gênero que mais falta no console parece que ganhará um membro de peso.


6. King Story – Marvelous – 2008

O que é: Uma idéia nova, que se adequa ao Wii e principalmente muito interessante. O jogador é um tímido rapaz chamado Corobo Bred que encontrou uma misteriosa coroa que lhe dá o poder de chamar as pessoas e fazê-las seguir ordens. Como Rei da Aldeia, seu objetivo é fazer crescer o vilarejo e as pessoas ficarem felizes. O design do jogo irá combinar vários elementos, bem como simulação em tempo real e de aventura. Desde Chrono Trigger um time tão talentoso não se envolve em um projeto. A direção fica por conta de Yasuhiro Wada (de Harverst Moon), o produtor é Yoshirou Kimura (de Harverst Moon e Chulip), Hideo Minaba (de Final Fantasy XII) cuida do design de personagens, Kazuyuki Kareashima (de Super Mario RPG) é responsável pelo design de inimigos. Pra encerrar o Game Design é de Norikazu Yasunaga (World Neverland) a Direção é de Youichi Kawaguchi ( Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King ), as Composições são de Yoko Shimomura ( Kingdom Hearts series, Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars ). O que esperar: Apesar de parecer bem obscuro, o time de desenvolvimento dá uma animo novo na jogada. Espere um game maravilhoso, inovador e com a cara do Wii. Wada criou Harverst Moon e nunca mais se aventurou em um outro projeto. Exigente, ele está amando o desenvolvimento de Kig Story e tem se dedicado integralmente. A direção de Youchi Kawaguchi que fez o fabuloso Dragon Quest VIII completa o pacote. Não sei porque, mas esse é um game que tem tudo para se tornar imperdível. Aguarde e confira.


7. Sonic Unleashed – Sega – Novembro

http://img.hexus.net/v2/gaming/screenshots_xbox360/unleashed/unleashed2_small.jpg

O que é: Simplesmente o game que encantou a grande maioria dos fãs do ouriço nas últimas semanas. Usando uma engine completamente nova, o game tem tudo para resgatar a profundidade e o carisma da série bem como a jogabilidade veloz que fez de Sonic um sucesso. No game, Sonic está infectado por uma maldição que o transforma em lobisomem e terá que lutar consigo mesmo, numa jogabilidade que mistura elementos da série antiga com os do recente Sonic Rush do DS. O que esperar: Pela primeira vez em muito tempo, um bom game. Não sei qual foi a poção o Sonic Team tomou, mas parece que conseguiram resgatar o espírito da série. O grande problema da versão Wii, está numa confirmação da versão Playstation 2, o que abre um precedente para que o game de Wii seja um port do Play 2. Claro que nada disso está confirmado e o game pode surpreender e ter uma versão única para o console da Nintendo. O visual mostrado até agora parece ser das versões para Playstation 3 e X-box 360, mas depois do que vimos em Galaxy, é perfeitamente possível no Wii. Vamos aguardar até maio, quando devemos ter mais detalhes.


8. de Blob – THQ/ Blue Tongue – 26/09

O que é: Uma idéia simplesmente incrível de uma equipe de universitários. Não é com freqüência que isso acontece, mas de vez em quando uma desenvolvedora cria um game que oferece uma experiência totalmente única. Numa indústria focada cada vez mais em franquias rentáveis e de alto orçamento e onde a maioria dos games exclusivos acabam por passar desapercebidos, games com essa característica acabam marcando mais e vendendo menos. Jogos como Zack & Wiki, Elebits e No More Heroes são dessa categoria e embora não sejam AAA eles trazem um frescor novo para os games que faz com que eles permaneçam na memória. Pois bem, o mais novo game dessa categoria vem de uma fonte pouco provável: a THQ – mais conhecida como a produtora número 1 quando o assunto são licenciados. Junto com a desenvolvedora Blue Tongue, um grupo de ex-universitários, eles estão criando algo verdadeiramente original no Wii. Obviamente só de olhar para a tela você já percebe o que é o jogo e qual seu objetivo. É uma estranha combinação, que seria uma mistura de Mercury Meltdown Revolution, Jet Set Radio e algo como Pikmin e Elebits. Para quem não está familiarizado com o jogo, em de Blob você controla um herói gelatinoso que absorve a tinta dos habitantes de uma cidade acinzentada onde os seres vivos são feitos de tinta. Usando a tinta destes habitantes você pode pintar a cidade. O que esperar: Um dos games mais inovadores, criativos e bem desenvolvidos do Wii. Repare Tudo parece genial e a equipe parece estar focada em oferecer uma experiência única e recompensadora. Desde a última E3, quando acabou indicado a melhor game de Puzzle da feira, deBlob evoluiu demais e vem alcançando um nível técnico excelente. Desde seu visual limpo, mas muito bem feito, até sua jogabilidade eficiente segundo quem jogou, depõe a seu favor. Elementos de diferentes gêneros, um pomposo design de inimigos e uma premissa complexa completam o pacote. deBlob. Anote esse nome.

9. Wii Music – Nintendo – Novembro

O que é: Até agora um conceito. Após a E3 talvez um dos grandes chamariz do console em 2008. Apresentado como o novo projeto de Shigeru Miyamoto em pessoa, Wii Music permitirá mais de 30 instrumentos diferentes apenas usando o Remote. Sabe-se lá como isso pode ser feito (mas não duvide de Mr. Miya nunca!). O visual será bem simples, com o uso de Miis inclusive, e a jogabilidade um mistério. Recentemente noticiou-se a possibilidade de um acessório acompanhar o game, Nada ainda foi dito. Aguardaremos a E3. O que esperar: Só pelo nome de Miyamoto envolvido, muito. Ele nunca errou um projeto e dificilmente será agora. Além da variedade de instrumentos outro grande diferencial deve ser a jogatina online. Modos de exibição de habilidades e composição de canções devem ser possíveis. Prefiro não opinar muito, mas minha expectativa é alta!

10. Final Fantasy Crystal Chronicles: The Crystal Bearers – SquareEnix – 4º trimestre

http://wiimedia.ign.com/wii/image/article/792/792108/final-fantasy-crystal-chronicles-crystal-bearers-20070525083530131.jpg

O que é: A continuação direta do primeiro FF CC do GameCube. Para quem não se lembra, era um game inovador que ousava conectar quatro jogadores para juntos enfrentar uma jornada maravilhosamente realizada com a cooperação. Depois de muito tempo sumido e do anúncio de My Live as a King, muita gente pensou que o game estava morto e enterrado. A resposta veio na GDC ´08 quando Toshiro Totsuchida disse que o game não foi cancelado, mas que não podia comentar os planos futuros da empresa. Ou seja, ele vem aí, mais forte e mais poderoso (não, não é um filme de terror...) O que esperar: Um épico puramente online. Todas as evidências de Crystal Bearers apontam para essa perspectiva: Um game online rico e cheio de possibilidade online, talvez o primeiro RPG com modo desse tipo no console. Já imaginou batalhar com mais três pessoas ao redor do mundo enquanto combina as estratégias pelo Headset do Wii (ele virá, pode apostar)? Ou então uma jornada massiva em que você pode combinar quests com pessoas de todos os cantos do mundo? O universo é grande e as possibilidades também. Basta a Square Enix trabalhar direitinho que o resultado vai ser excelente.

11. Disaster: Day of Crisis – Monolith – Junho

http://www.aussie-nintendo.com/images/NEWS/disasterdayofcrisis2.jpg

O que é: Disaster é um jogo, neste momento a ser desenvolvido por Monolith Soft e por ser publicado pela Nintendo para a Wii como ideia para a iniciativa de criar novos Franchises para a Nintendo. É um jogo de sobrevivência, aonde o objetivo principal é sobreviver a catastrofes naturais, e escapar são e salvo. É um dos jogos mais esperados para a Wii. O que esperar: Até agora pouco se sabe sobre o game. Nas mãos da Monolith (que fez o incrível Baten Kaitos) a expectativa é altíssima principalmente se levarmos em conta a promissora demo apresentada na longínqua E3 2006 e que é a única até então do game. A temática é simplesmente fabulosa e o design do personagem impressiona pelo carisma. Recentemente, a revista N Revolution datou o game para o dia 24 de junho. Não sei se é verdade, mas torço pra que seja. Eu quero mais informações!

12. Final Fantasy Crystal Chronicles: My Life as a King – SquareEnix – 12/05

http://www.gamebump.com/images/upload/q3q6wq7wq2mpsrzpy0tp5364.jpg

O que é: O único game da primeira leva do WiiWare que realmente vale a pena. Nele o jogador é responsável pela criação de uma cidade, acumulando cristais e recrutando pessoas para que isso possa ser feito. Além do belo visual e da técnica apurada, o game conta com muitos modos de jogo diferentes e uma temática completamente atraente. A ambientação das fases e o design de personagens é muito bem feito. É uma bela estréia para o Wii Ware, mesmo que o game não seja unânime. O que esperar: O primeiro game que você deve baixar no seu Wii vindo do WiiWare. Além de levar o nome de uma série famosa, My Life as a King é o primeiro jogo a aceitar download de conteúdo adicional. Apesar da maioria dos itens custar caro, é uma primeira iniciativa que tem que ser copiada e experimentada por mais gente. Espere um bom simulador, com excelente design artístico e visual exasperado. Mas não espere muita profundidade.


13. Animal Crossing Wii – Nintendo – 4ºTrimestre

http://www.got-next.com/media_gcn/animal_crossing/animal_crossing3.jpg
Imagem da versão GC

O que é: A continuação da série que vendeu 10 milhões com apenas dois games lançados. Animal Crossing é um dos poucos games que não só consegue se adaptar a todo tipo de jogador, como oferecer uma jornada praticamente longa e extremamente recompensadora. Talvez, isso nem seja algo bom pra uma parcela de pessoas, mas pra mim é fundamental. A divulgação do game deve acontecer na E3, mas espere novidades um pouco antes. O que esperar: Um game grandioso e cheio de possibilidades. Já fazem alguns meses que a revista americana EGM disse que o game seria um MMO com possibilidades para que muitos jogadores interagissem. Parece que o rumor não se sustentou. A certeza é que AC utilize, e muito bem utilizado, do novo sistema da Nintendo, o Pay to Play. Assim novos itens poderão ser comprados deixando o game ainda mais grandioso. Online rules!

14. Resident Evil Zero – Capcom – 4º trimestre


O que é: Um Wiimake de um game lançado para o GameCube em 2002. Nele, você controlava dois personagens ao mesmo tempo, o que gerava algumas vezes uma dificuldade ferrenha e extremamente frustrante. Mas o game contava com uma bela ambientação, um storyline denso e muita ação. O que esperar: A Capcom permanece um pouco calada com relação ao game. Não custa sonhar uma jogabilidade refeita para utilizar todas as possibilidades do Remote. Queremos uma ambientação típica de Resident Evil 4 com uma movimentação mais suave também. O lançamento do game deve acontecer ainda esse ano, mas espere um pouco de atraso na versão americana. Tomara que seja bom, e faça sucesso, assim quem sabe não ganhamos um Resident novo de verdade no Wii? Não custa sonhar!

15. Deadly Creatures – THQ – Outubro

A imagem “http://finalboss.uol.com.br/fb3/fotos/2008/02/205330.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

O que é: Difícil definir. Um game mórbido, com elementos de terror, mas ao contrário de usar monstros, os personagens principais são animais peçonhentos. Como um Pokémon para adultos. O visual é simplesmente fantástico, um dos melhores do Wii até agora, com elementos bastante detalhados e uma ambientação grandiosa e assustadora. Os modelos poligonais estão bem trabalhados. O que esperar: Segundo o único Hands-on do game até agora: muito. O site americano IGN elogiou a premissa técnica e fez questão de comentar que o game pode se tornar um dos grandes hits do ano. A jogabilidade é a grande preocupação, mas parece ter evoluído bem nos últimos meses. O game não é exatamente de luta, mas os elementos principais desse gênero estão presentes. Há grande possibilidade de modos online e cooperativos. Sensacional.

Fique de olho também em:

· Sadness: O misterioso game da Nibris parece que só sai em 2009. Mesmo assim deve se o projeto mais grandioso já feito pela produtora. Sustos, ambientação grandiosa e um visual praticamente impecável deverão estar presentes. Sadness tem tudo para ser um grande sucesso do Wii.

· Rock Band: A versão Wii permanece em sigilo, talvez até o fim de hoje ela apareça. O download de conteúdo online deve estar presente, apesar do Wii não ter um HD. O pacote deve custar caro, como já é nos outros consoles, mas deve valer a pena para quem quiser sentir o gostinho de ter uma banda em casa. Não se empolgue muito: o game não é nada fácil e exige dedicação. Mas é fantástico.

· We Ski: O segundo game que usa a Balance Board oferece uma experiência muito divertida de exercícios. Esquiar para bater recordes é divertido e pode pegar no ocidente e principalmente na Europa. Será o game que voe vai comprar se gostar de Wii Fit.

· Samba de Amigo: O musical e carismático game da Sega deve ser um dos hits do ano. Saem as maracas, entram os Remotes. Mas a direção de arte fantástica e a bela trilha sonora continuam. Ah, não se esqueça que o game deve aparecer hoje, no Nintendo Media Summit.

· Star Wars Force Unleashed: Apesar de ter cara e confirmação de port, Force Unleashed vai dar-nos a primeira experiência de experimentar o Remote como um Sabre de Luz. Tá certo que se for uma porcaria, isso de nada vai adiantar. O Kleber ta animado com ele, eu nem um poço.

· Mario Super Sluggers: Depois de um tempão sumido, Sluggers reapareceu e pode ser uma boa aposta para 2008. Sei não, mas acho que será um grande sucesso no Japão, onde sai em junho. Em breve, tem preview especial aqui no Gamer Nintendo.


· We Love Golf: A Camelot é imbatível quando o assunto são games desse gênero. Espere uma jogabilidade prática e eficiente, modo online arrasador e muitos personagens selecionáveis. Pode se tornar clássico.

http://img.dailymail.co.uk/i/pix/2007/09_02/wiiNTI1309_468x341.jpg
Com tanta coisa boa, nem sua Vovó vai ficar sem jogar Wii

Vem muita coisa legal por aí... E opine: Qual game você mais espera para 2008?


Mario Kart Wii: 300 mil no primeiro dia no Japão!

http://www.voig.com/l.c.bin/F/8734996/Mario_Kart_Wii.jpg

Parece que a onda de recordes da Nintendo insiste em não acabar. O lançamento do game pelas terras orientais foi o melhor desempenho da série em toda a sua história. Mario Kart Wii vendeu 300 mil cópias no primeiro dia. Só pra comparar, Mario Kart DS havia vendido quase 140 mil cópias no mesmo período e Double Dash!! do GameCube aproximadamente 160 mil. Os números são bons, mas ainda necessitam de confirmação.

Nintendo Media Summit dia um: Muito embargo, poucas novidades

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,11724909-EX,00.jpg

O primeiro dia do evento exclusivo para a imprensa que a Nintendo realiza hoje não foi tão cheio de novidades como esperavamos. Mesmo assim, a volta de games como Super Mario Slugged já valeu a pena. Aliás, no primeiro dia tivemos apresentações de Boom Box (o game do Spielberg pro Wii, que fez bonito com suas mais de 100 fases e lançamento confirmado para setembro) e Guitar Hero On Tour (do DS que está sob embargo). Também no DS, Pokémon Dungeon Explorers of Time e Fossil League (que segundo o Go Nintendo lembra Spectrobes). Para o WiiWare tivemos a divulgação oficial do novo game da Telltale, Strong Bad's Cool Game for Attractive People e claro muito Wii Fit por que ninguém aguenta mais esperar! Hoje devemos ter Mario Kart Wii, Samba de Amigo e quem sabe (torça aí) Disaster: Day of Crisis. O dia promete!

Os 10 games mais vendidos de 2007 nos Estados Unidos


Essa olista que você vê abaixo mostra o Top 10 de 2007 nos Estados Unidos. Como já era esperado, Halo 3 terminou como o mais vendidos seguido pelo game brinde Wii Play. Mas vou me ater aos excelentes números de Mario Galaxy. Mais de 2,5 milhões de unidades. Não é tão retumbante como antigamente, mas se somarmos com Europa e Japão, o game se aproxima dos 6 milhões. É um número de respeito (Sunshine vendeu 4 milhões).

http://purenintendo.com/wp-content/uploads/2007/02/wii_play_target.jpg
  • Halo 3 (Xbox 360) - 4.82 milhões
  • Wii Play w/ remote (Wii) - 4.12 milhões
  • Call of Duty 4: Modern Warfare (Xbox 360) - 3.04 milhões
  • Guitar Hero III: Legends of Rock (PlayStation 2) - 2.72 milhões
  • Super Mario Galaxy (Wii) - 2.52 milhões
  • Pokemon Diamond (Nintendo DS) - 2.48 milhões
  • Madden NFL 08 (PlayStation 2) - 1.90 milhões
  • Guitar Hero 2 (PlayStation 2) - 1.89 milhões
  • Assassin’s Creed (Xbox 360) - 1.87 milhões
  • Mario Party 8 (Wii) - 1.82 milhões

Telltale anuncia SBCG4AP para WiiWare



SBCG4AP, isso mesmo,
SBCG4AP. Esse é o nome do primeiro projeto da Telltale para o WiiWare. Esse palavrão é a abreviatura de Strong Bad's Cool Game for Attractive People. O game será um adventure point-and-click distribuído em cinco episódios diferentes e se baseia na interação entre os personagens: para progredir, você deve resolver quebra-cabeças inclusos em diálogos, além de completar minigames e cumprir objetivos em cenários de exploração aberta. O primeiro episódio deve sair em junho e usar algumas características online, ainda não especificadas. Pode ser interessante, vamos aguardar...

Imagem do Dia: Final Fantasy IV - DS

http://www.1up.com/media/03/5/2/7/lg/000.JPG?r

Mario Baseball agora é Super Mario Sluggers!

Mario Super Sluggers Picture

Primeiramente desculpe eu estar um pouco sumido nos últimos dias... A Univerasidade tem andado bastante puxada nesses últimos dias... Indo ao que interessa, as primeiras surpresas do Media Summit começam a aparecer. Apesar de algumas informações estarem sob embargo, já vazaram novas informações sobre Super Mario Sluggers. O game sairá em junho e já nesse ano no ocidente. Muitos personagens estarão presentes. O IGN chegou a comentar que os controles estão muito melhores que o esperado. Teremos mais informações semana que vem... Até

Top 50 produtoras da Europa.

por kleber, Grande Tobi



Abaixo vocês conferem as 50 maiores produtoras na Europa. O preço de uma ação em euros está entre parentêses na frente do nome. Eu sei que não estão em reais, mas dá para ter uma noção e comparar. Nintendo sempre na frente...


1
Nintendo (£129.83m)
Japan
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2
EA Canada (£68.78m)
Canada
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3
Ubisoft Montreal (£52.17m)
Canada
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4
Konami (£41.67m)
Japan
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5
Infinity Ward (£39.6m)
USA
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6
EA Black Box (£37.31m)
Canada
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7
Maxis (£36.84m)
USA
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8
Bungie (£31.45m)
USA
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9
Sega Studios Japan (£27.7m)
Japan
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10
Traveller's Tales (£27.06m)
United Kingdom
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11
Ubisoft France (£25.37m)
France
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12
Yuke's (£24.5m)
Japan
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13
Amaze Entertainment (£24.07m)
USA
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14
EA LA (£22.49m)
USA
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15
Capcom (£22.3m)
Japan
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16
Rebellion (£20.13m)
United Kingdom
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17
EA Redwood Shores (£19.99m)
USA
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18
Vicarious Visions (£17.56m)
USA
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19
A2M (£17.5m)
Canada
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20
Hudson (£16.22m)
Japan
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21
London Studio (£16.1m)
United Kingdom
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22
Treyarch (£15.7m)
USA
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23
Intelligent Systems (£14.88m)
Japan
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24
EA Salt Lake (£14.83m)
USA
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25
Sonic Team (£14.1m)
Japan
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26
Rockstar Leeds (£13.75m)
United Kingdom
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27
Insomniac (£13.5m)
USA
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28
Microsoft Game Studios (£13.47m)
USA
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29
Sports Interactive (£13.28m)
United Kingdom
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30
Game Freak (£12.88m)
Japan
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31
Codemasters (£11.73m)
United Kingdom
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32
Namco (£11.54m)
Japan
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33
Office Create (£11.54m)
Japan
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34
Square Enix (£11.47m)
Japan
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35
EA Bright Light (£11.13m)
United Kingdom
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36
Crystal Dynamics (£10.88m)
USA
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37
Eurocom (£9.74m)
United Kingdom
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38
Neversoft (£9.48m)
USA
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39
IO Interactive (£9.43m)
Denmark
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40
Radical (£9.3m)
Canada
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41
Next Level Games (£9.24m)
Canada
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42
2K Boston/2K Australia (£9.17m)
USA
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43
EA Tiburon (£9.12m)
USA
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44
Evolution Studios (£9.11m)
United Kingdom
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45
Epic Games (£8.89m)
USA
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46
Backbone (£8.85m)
USA
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47
Blizzard (£8.64m)
USA
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48
Realtime Worlds (£8.1m)
United Kingdom
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49
HB Studios (£7.91m)
Canada
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50
Bizarre Creations (£7.43m)
United Kingdom
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Virou Moda - Caso Bully

por neo raph


Difícil explicar ou entender essa situação, seria pelo ano de eleições onde muitas coisas são feitas através de interesses, enfim, mais um jogo polemico teve suas vendas proibidas, dessa vez a vitima foi Bully da Rockstar.


A justiça do Rio Grande do Sul decidiu por proibir o comercio do jogo em todo território brasileiro, invalidando qualquer respeito para com o consumidor de livre e total escolha do que é bom ou não para si próprio.

Quem nem sabia dessa estória toda era a própria produtora que detêm os direitos de publicação do jogo em nosso território (JPF Maggazine), a justiça deu prazo de 30 dias úteis para qualquer site retirar o jogo do catalogo de compras, caso não seja cumprida, terá multa podendo chegar a R$1000,00 por dia.

Bully tem em seu currículo muitas polemicas por onde é lançado, infelizmente no Brasil uma mancha negra, a da HIPOCRISIA segue se arrastando.
Uma pena.

Elebits 2! Lá vem modo Online!



A Konami anunciou que elebits 2 está chegando no Wii até o fim do ano. O primeiro foi um grande sucesso, difícilmente o segundo decepciona. A notícia muitos já esperavam, mas eu aposto em um modo multyplayer Online, e você?

Lost Winds

Certo, olhem o vídeo abaixo e atire a primeira pedra quem não se encantar com os visuais. Notem também que a trilha sonora está ótima. Para a melhor qualidade é só clicar em "100%".



Acontece, que o jogo não é convencional do Wii não, ele é para o Wii ware. Para mim, essa é a pura reflexão de que o Wii Ware ainda vai nos mostrar muita coisa boa. É desleixos de algumas produtoras...

Bio Shock 2 no Wii. Estou delirando?

Por Kleber, Grande tobi.



No site Gamasutra, na seção aonde pode se encontrar vaga para empregos, tem cargos livres para o desenvolvimento de BioShock 2. Entre os requisitos está nada mais nada menos que: "Experiência com o Wii". Se isso é uma provocação ou uma visão provável para o futuro, nós já não sabemos, mas se uma sequência de BioShock realmente vir para o Wii, será muito bem vinda.

F-Zero no Wii?? Bah...

Por Kleber, Grande Tobi.



Miyamoto disse que não ficou satisfeito com F-zero GX, seja lá o motivo qual for, poderia ser uma razão para ser produzido um novo jogo da série. Bem, esse logo que você pode ver acima andou rondando pelos sites e blogs. Parece muito óbvio para mim que é um fake, mas não descarto a possibilidade de realmente um jogo novo.
O nome do logo, além de feio, tem uma cacofonia desgraçada. Tanto em inglês quanto em português, antes que puxem minha orelha. Algo como "efezirozi", muito feio de se pronunciar. Bom, deixando isso de lado, ainda aposto em mais velocidade, mais dificuldade e um trunfo na manga da Nintendo. Nada contra um novo jogo, apenas o logo que para mim não está bom para anunciar o retorno de uma série tão aguardada. Até a noite, quando eu venho com uma surpresa para vocês! Até mais...

Filosofia N #03

Por Neo Raph


Buscando um mundo melhor

Bem, ta difícil hein.
Enfim, algo estremeceu a terra do Sol Nascente semana passada, uma invasão de caçadores de monstros mostrou a força de uma franquia, não é valido comparar plataformas tão distintas como Wii e PSP, mas Monster Hunter causou um barulho mais agudo do que SSBB, quase 900 mil copias vendidas em 4 dias, é indiscutível o sucesso e o apelo que a Capcom conseguiu gerar, algo quase comparado a Pokémon.
Vocês devem estar se perguntando ‘’ Entramos no Blog errado?!?! Eu lá quero saber da Sony !!! Bem, resolvi incluir essa nota nessa edição por um motivo bem simples, a Capcom sempre lançou a franquia Monster Hunter nos consoles da Sony, com a virada que o Wii proporcionou as coisas mudaram, e a nova aventura dos caçadores será no Wii imaginar o apelo aos jogadores, com pacotes e mais pacotes de vendas, a Capcom sabe como fazer isso e o Wii ganha mais um titulo de peso sem ser Nintendo, um dos maiores medos e estigmas que ainda rodea o Wii aos poucos vai caindo, jogos de qualidade das Third, uma ótima noticia, a Capcom mostra a todos que a Nintendo tem prioridade nos jogos, quem sabe um Resident 5 ou até mesmo um Street IV pro Wii. Estou na torcida.



Agora.
Uma noticia no mínimo estranha permeou os blogs do mundo inteiro, se você ainda não sabe existiria em hipótese um protótipo de controle similar ao Wii Mote sendo feito pela Rare em conjunto com a Micro$oft para o Xbox 360, ufaaa. Enfim, os rumores dizem que esse periférico seria lançado no fim desse ano, eu sabia que a Sony já tentou criar algo assim com o Play2 e que de maneira suja fez algo similar com o SixAxis, o sucesso do Wii parece que incomoda muita gente, até aí tudo bem, agora plagiar uma idéia bem sucedida apenas, acho isso o cumulo de tudo, a Nintendo sempre mostrou que inova sempre e que a sua mentalidade é sair do mesmo, seria ótimo e bem mais competitivo se as outras pensassem o mesmo e em vez de copiar, criassem algo revolucionário.








Bem pra descontrair.
Não sou garoto propaganda e nem ninguém deste Blog recebe algo por isso, mas enfim, somos uma nação, um povo que merece toda a atenção, mostrei com muita felicidade à volta da Nintendo World anteriormente e agora lhes apresento a nova edição da NGAMER, a revista esta impecável como sempre, agrada tanto os novos quanto os velhos gamers (hehee Tobi), tem o review do Mario Kart Wii e muitas coisas legais também, espero que muitos leitores que gostem da Nintendo comprem revistas que falem da Nintendo, todos ganham com isso, e o Brasil poderá ser mais visto no cenário mundial, pra terminar tenho um convite a fazer a todos que acompanham esse blog e não viram ainda.





The Legend of Zelda, ao lerem esse nome o que vem a mente?! Muitas coisas imagino, pois bem, como já foi apresentado a todos vocês que acompanham esse Blog, uma super matéria foi produzida pra vocês fãs, detalhes e minúcias da maior serie de RPG/Ação do mundo, recomendo a todos lerem e por fim comentarem o achado, nessa coluna dou os parabéns a todos os idealizadores da matéria, ótima mesmo.

Mais um Filosofia N termina, até a próxima.
E continuamos na luta.
Abraços

50 games que você tem que jogar no SNES




O Gamer Nintendo apontará para você, jogos que você deve jogar no seu SNES, ou até mesmo no Virtual Console. Se você conseguir materializar o jogo em sua mente e jogar, vale também. Lembrando que em caso de críticas ou mesmo para apontar desleixos é só deixar um comentário que estamos todos atentos

50 - Rock 'N Roll Racing

O jogo de corrida, como o nome implica, tem a trilha sonora representada por grandes nomes do Rock. Enquanto a maioria dos Games seguia o padrão por trás do modelo, assim como Mario Kart, esse jogo trouxe uma câmera totalmente diferente, apesar de trazer todos o sistemas de combate de Mario Kart e uma maior velocidade. As diversas pistas do jogo e a sua trilha sonora excelente ajudam na compra.


49 - Earthworm Jim



O jogo conta a história de uma minhoca (Jim) que recebeu uma roupa espacial e agora tem poderes sub-minhocas. Jim deve salvar uma princesa (não sabemos o Nome). O jogo é no estilo plataforma, e conta com armas e muitas outras coisas nesse jogo muito bem humorado. Escolha certa para os gamers descompromissados.


48 - Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time

Os jogos das artarugas Ninja estava entrando em decadência. Então, Turtles In Time atingiu os arcades. O Snes recebeu um Port dessa versão, que adicionava mais fases na mistura, tanto como músicas novas. O jogo se passa em diferentes períodos, desde a idade média até um futuro distante, variando muito entre os cenários para criar um clima bacana para quem joga. É considerado o melhor jogo das tartarugas até então.

47 - Super Punch-Out!!


Esse jogo seguia os padrões do NES. Porém, nada de Mario ou até mesmo Mike Tyson aqui. Com um Little Mac bem diferente do casual, o jogo é diversão na certa. A jogabilidade é muito boa, mas por ser simples acaba estragando o jogo depois que se pega prática.

46 - Street Fighter II: World Warriors



Na época em que Street Fighter era um dos jogos mais comentados, o SNES e o Mega Drive brigavam pela melhor versão do jogo. Mas não podemos, nunca, falar da melhor sem falar da que iníciou essa briga toda. Street fighter II: The World Warriors foi a primeira tradução dos arcades para o console da Nintendo. Falta muitos personagens, mas a mecânica é praticamente a mesma.


45- Super Mario Kart


Esse jogo definiu os padrões desse genero de corrida. Usando um dos personagens do elenco de Mario, você pode detonar seus inimigos com itens nas fases inspiradas em homônimas de Mario 1, 3 e World. O Donkey Kong desse jogo ainda usa fraldas. Todas as pistas que poderíamos imaginar viraram cenários de corrida dessa que, francamente, é a melhor série de corrida do Snes.


44 - Congo's Caper
http://www.mundoemu.org/snes/imagens/images/congo%C2%B4scaper.png
Esse jogo se passa na pré-história e coloca você na pele de um simpático menininho com o cabelo azul (e que incrívelmente não é baseado em um anime japonês...). Passando pelas fases, em um sistema side-scroller, você chega ao chefe final de cada estágio. Os bosses são relativamente medíocries e nem que você queira dá para morrer neles, mas de certa forma a dificuldade de algumas fases compensa isso.


43 - Super Mario World 2: Yoshi's Island



Assim como Mario bros. 2 e Zelda 2, esse jogo mudou totalmente a jogabilidade de seu antecessor Super Mario World. Mas a jogabilidade ficou boa, e viciante. Abusando do Chip FX o jogo construiu um gráfico cartunesco que flui muito mais rápido que o World. A jogabilidade inovadora, os gráficos lindos, mas lindos mesmo parecendo pintados com giz de cera, os personagens cativantes, a trilha sonora matadora, é o jogo que não pode nunca faltar na coleção de ninguém. Uma curiosidade é que ele ensinou muito para o sucessor Mario 64, mas isso falamos outra hora.



42 - Demon's Crest
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Esse jogo é mais uma das obras primas da Capcom para o SNES. Abusando do poderio gráfico do console, ele te coloca na pele de um Gargula que deveria coletar poderes e enfrentar chefes e mais chefes (Capcom sempre foi boa com chefes). Em Side Scroller, esse jogo figura entre os melhores de sua época. A jogabilidade se assemelha muito a de Zelda, porém em 2D, com todas as habilidades do chifrudo.


41 - Actraiser

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Esse jogo, foi impressionante para sua época. Com gráficos incríveis, você assumia o papel de um deus e devia limpar o mundo do mal, e junto com a população remanescente criar uma nova população. O jogo tinha a música genial de Yuzo Koshiro, e misturava a criação de SimCity com um modo Side Scroller. Aguardamos uma continuação até hoje...
40 - Actraiser 2
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A Sequência para o Primeiro jogo melhorou o original em todos os aspectos imagináveis. Com gráficos de dar inveja, e uma música ainda mais envolvente, uma jogabilidade mais trabalhada e muitas outras coisas (assim como os chefes interativos) fazem desse game uma compra obrigatória no seu SNES. O jogo ainda não é disponível no Virtual Console, mas esperamos que em breve ele seja lançado.

39- Megaman & Bass
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Mega Man 8 não veio para o Snes. Mas, se aproveitando de Sprites dele e de outros jogos para o Arcade CPS-2, a Capcom criou um Spin-off, intitulado: Mega Man & Bass. O jogo tinha mais de 10 horas de jogo, imenso para um jogo em Side Scroller. As fases escondiam muitos e muitos segredos, e deviam ser visitadas a cada novo Power-up, e ainda por dois personagens diferentes, Mega Man e Bass, como o próprio nome diz.



38- Castlevania: Dracula X


O jogo posterior ao Super Castlevania 4 é um dos mais decepcionantes da história. Mas ele é bom, não me entenda mal, ele só devia ser excelente. No Controle de Ritcher, você matará diversar criaturas nesse jogo genérico de "Rondo of Blood". Apesar de ser decepcionante, não posso torcer o nariz para a qualidade do jogo. A jogabilidade não é tão fluída como deveria ser, mas nem tudo são rosas mesmo.


37- Super Mario All Stars


O que pode ser melhor que Mario? Que tal 4 jogos do Mario juntos? e com o gráfico melhorado? Super Mario All Stars reuniu Remakes dos Marios lançados até o World, com uma melhora em cada aspecto do jogo. Que atire a primeira pedra aquele que não jogou esse jogo. Ele é até hoje, um dos mais famosos do SNES, com muita gente que comprou, principalmente aqui no Brasil.


36- Final Fight

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Esse, o famoso game de briga nas ruas, foi levado ao Snes em um port praticamente perfeito dos Arcades. Usando vários golpes, você pode sair quebrando o pau por aí no Maior estilo dos arcades. O jogo é díficil para caramba e conta com chefes muito bem trabalhados (Capcom de novo...)


35- The Legend of The Mystical Ninja

http://dailyscreenshots.de/screenshot/legend-of-the-mystical-ninja-the/snes-1715361
Goemon, estrela sua quarta aventura no SNES. Usando um ótimo visual, uma boa jogabilidade e armas e inimigos inusitados, esse jogo descompromissado é a resposta correta para descansar dos RPG's do SNES. Mas não pense que o jogo é fácil, díficil achar alguém por aí que encarou inteiro.


34- Eartbound



A Estréia de NESS ao mundo. Em um Rpg muito doido, mas também bastante coerente, você encontra uma das aventuras mais longas do SNES, e utilizando os Itens mais estranhos desse (e de outro) mundo. Você combaterá seus inimigos junto com a sua turma. Rpg, mas descompromissado ao mesmo tempo. Ness, personagem principal da trama, viria a aparecer alguns anos mais tarde no Super Smash Bros. Porém, não teve nenhuma sequência para os consoles principais da Nintendo lançada no ocidente.

33- Prehistorik Man

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Nesse jogo, você controla um simpático homem das cavernas. Dentre as diversas fases, você deve coletar dinheiro e comida para seu vilarejo e assim como enfrentar o chefe final. Os cenários são variados, mais se passam praticamente no mesmo lugar, apenas com climas diferenciados. A jogabilidade é parecida com a de qualquer outro Side-Scroller, apenas um pouquinho, mas um pouquinho mesmo, mais rápida.

32- Gradius 3

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Esse jogo é um dos melhores Shooters que o mundo já viu. Com muitas, muitas fases e power-ups, esse game consegue divertir os Arcade gamers tanto quanto os casuais. Quem vicia no jogo fica fera mesmo, mas a maioria só se diverte nos chefes e fases bem ambientalizadas.

31- Final Fantasy- Mystic Quest
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O retorno em grande estilo de Final Fantasy não pode faltar na sua coleção se você for um fã da série. Se não for, pode escolher outros melhores para jogar, mas não deixe de dar uma olhada nesse aqui. Com vários personagens selecionáveis, chefes pra lá de complicados e alguns (mas são poucos) puzzles legais, pode divertir e muito quem gosta do gênero. Isso sem contar os chefes.


30- Zombies at My Neighbors



Quando Zombies Ate my Neighbors saiu pelas mãos da Konami em 1993, pouca gente deu algum crédito. Acabaram perdendo um dos melhores games de ação de toda a história do console. O design de fases de Mike Ebert é lembrado até hoje pela qualidade técnica e por privilegiar as habilidades do jogador. Não é um game típico de terror. Ele privilegia muito mais o bom humor parodiando clássicos do terror. A jornada de Zeke e Julie é longa e muito divertida. Zombies sofreu censura na Europa para não fazer piada com elementos da cultura de lá. Quem nunca jogou, perdeu um grande game. Mas sempre é tempo de ter boas experiencias e de se divertir um pouco.

29- Art of Fighting
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A cópia mais cara de pau de Street Fighter é um bom jogo! Com um sistema ótimo de combos e especiais, o jogo reuniu o grande Game do Fliperama no SNES. Com Ryo e Robert (Ryo? cade a criatividade hein SNK?) você pode detonar um elenco de primeira. O jogo é encontrado raramente por aí, e a opção no Virtual Console ainda não é disponível. As técnicas são mais próximas, nada de Hadoukens, no máximo "Aosoboukens" que não chegam nem na metade do caminho.


28- Mega Man 7


Um dos melhores jogos do Mega Man que se tem notícia. Pura nostalgia, Willy voltou e cabe a você derrotá-lo pela quarta vez. Lembrando muito Mega Man 2, esse game pode ser considerado o último grande jogo do Mega antes de partir para a saga X. Qualidade excelente do começo ao fim, uma trilha sonora perfeita e gráficos muito bem trabalhados te providenciarão diversão por um bom tempo.

27- Mega Man X


A estréia do azulão em sua forma mais robusta, a saga X. Dessa vez, com mais power ups, mais inimigos e um melhor design das fases, devido a melhoria na jogabilidade, ficou impecável. O novo vilão, Sigma, já se tornou um clássico logo nas primeira aparição. Clássicão absoluto.

26- Mega Man X2
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Aqui está Mega Man X2, brigando com o X3 pelo lugar de melhor jogo da saga X (já que todos os que viriam posteriormente eram horríveis). Com uma seleção um pouco melhor de inimigos e armas um pouco mais chamativas, atravessar as fases chutando a bunda dos robôs nunca foi tão divertido.


25- Mega Man X3


Dos três clássicos para o SNES, esse é o que mais abusa da potência gráfica do console. Pode parecer um pouco simples, mas em muitas partes você será pego de surpresa pelo visual lindo do jogo. Além da primeira participação do personagem mais estilosos da série, Zero, o único robô loiro dos videogames até o momento.

24- Chuck Rock
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Tudo bem, eu sei que o jogo não tem gráficos excelentes, não tem uma trilha sonora a lá Smash bros Brawl, mas vamos concordar, um jogo cômico sempre terá lugar em nossas listas. Falando técnicamente, o jogo é uma muamba para encarar, não tem controle aéreo nos pulos e ainda figura um personagem nada heróico que morre com qualquer arranhãozinho. Mas o que faz mesmo o jogo difícil é sua diversidade, e com isso, ninguém tem o direito de negar que merece ao menos ser jogado.


23- Super Ghouls 'N Ghosts
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O retorno em grande estilo do homem cueca. Digo, o protagonista do jogo que usa uma samba canção. De qualquer froma, como o que nos interessa é o jogo, e não a vestimenta do personagem, este (o jogo) não nos decepciona. Sinceramente, aposto que você já quis gritar durante horas se ja jogou o jogo, se não jogou, não sabe o que está perdendo.

22- Ninja Gaiden Trilogy
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O ninja Ryu Hayabusa estrelou três jogos no NES. Enquanto todos esperavam uma sequência no poderoso SNES, não tivemos realmente uma sequência, com todas as letras da palavra, mas, ao melhor estilo Super Mario All-Stars, tivemos todos os três jogos inseridos em um cartucho de SNES. E o melhor? Todos estavam refeitos completamente. Jogue agora mesmo e depois pode partir para o Dragon Swords.


21- Street Fighter II: Turbo

Se eu listei acima o jogo que ajudou na luta contra o 16 bits da Sega, nada melhor que apontar a melhor versão deste mesmo. Estava em uma grande dúvida, a questão era escolher entre a versão com mais personagens, mas uma jogabilidade não tão boa e o com menos personagens mas uma melhoria na jogabilidade. Acho que você já sacou do que se trata, e o escolhido, por motivos óbvios foi Turbo, um jogo que ainda lista entre os de luta mais completos, anos e anos depois de ter sido lançado.


20- Secret of Mana


Um dos meus jogos preferidos. Bom, na época eu amava Final Fantasy e Zelda. Então esse foi a resposta para meus desejos. Com o ambiente de Final fantasy, esse jogo abusa da jogabilidade de um Action-RPG, assim como Zelda e companhia. Mesmo assim ele conta com um sistema de experiência dos Rpg's e muitas outras coisas bacanas. Vale a pena conferir.
19- Tetris Attack
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O pai de todos os puzzles finalmente trilhou o seu caminho para o Super Nintendo, console de maior sucesso da época. Diferente do primeiro, não se trata de montar as peças e sim inverte-las para formar três ou mais peças da mesma cor em sequência. O game contou com a ambientalização da série Yoshi Island, mas não tira o brilho do Puzzle magnífico. Um dos games mais divertidos já feitos e um dos primeiros a permitir um modo multiplayer de combate. Grandioso e divertido por horas e horas.

18- Contra III: The Alien Wars



O bom e velho Contra na sua versão mais bombástica, para o console da Nintendo, o famigerado SNES. Bom, se você não gostar de atirar em inimigos que nunca acabam, monstros gigantes e tenebrosos ângulos 2/5,75D que eu nem te garanto que exista, você provavelmente vai amar os gráficos ou a trilha sonora pesada e chamativa. Esqueci de dizer, se você é um daqueles gamers durões, vença o game no Hard e pode mandar o vídeo que agente publica. Ah sim, nada de cheats...

17- Ultimate Mortal Kombat 3

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Provavelmente a melhor versão do sangrento jogo de Liu Kang e companhia até hoje. Com muitos personagens, um gráficão lindo para a época e muito, mas muito mais opções que os jogos que antecederam. Um clássico supremo e um dos melhores jogos de luta do Super Nintendo, brigava de perto com a versão trilogy para PSone.


16- Doom

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Um dos jogos que provam a capacidade do Snes. Com um visual em primeira pessoa digno de mestre, várias armas e monstros sanguinários correndo atrás de você a todo momento, é um dos games mais assustadores para o SNES. Pode ser um pouco estranho para se acostumar no começo, mas nada que um pouco de prática não melhore. Pode jogar esse e depois todos os outros, eu ainda acho que esse é o melhor Doom já feito.


15- Star fox



Usando e abusando de todo o potencial gráfico do Snes, Star Fox nos mostrou que o já ultrapassado Snes poderia sim fazer polígonos em seus gráficos. Deixando isso de lado, ainda tinhamos uma excelente e fluída jogabilidade, que rodava ao máximo do Chip FX. Poderíamos jogar com Fox, mas tinhamos em nossos parceiros personagens secundários muito memoráveis, como Falco, que até chegou a aparecer no Melee e Brawl. O último chefe, Andross, é um dos mais difíceis e legais de todos os tempos.

14- International Superstar Soccer Deluxe
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Já que não apontamos muitos games esportivos, e estamos no país do Futebol, nada mais justo que apontar o melhor jogo de Futebol do console. Nada do jogo é muito irrelevante, mas o mais importante de um jogo de futebol ele tem, a jogabilidade. Antigamente, era quase impossível ver quem era o melhor em partidas multiplayers em jogos de esporte, pois o controle era muito aleatório e tudo ficava na base da sorte. ISS mudou isso, e nos deu esquemas táticos de primeira. Pode jogar que eu recomendo.

13- Super Castlevania 4


No NES, tivemos o ar da graça de 3 jogos da série Castlevania. Com multiplos personagens, Castlevania 3 foi o melhor de longe. Quando ficamos sabendo que o do Snes, o quarto capítulo da franquia iria apresentar apenas um personagem jogável ficamos meio decepcionados. Mas apesar disso, a jogabilidade estava muito, mas muito mais trabalhada que nos títulos anteriores. Era possível rodar o chicote e muito mais. E a trilha sonora, gráficos e atmosfera fecham o pacote. Vai encarar?


12- F-zero

No auge da Nintendo, as novas franquias não paravam de surgir e com elas, novas possibilidades. Foi nesse meio que surgiu F-Zero, um jogo de corrida com uma sensação extrema de velocidade e um personagem carismático para caramba, o nosso querido Captain Falcon. A trilha sonora é um das melhores para quem gosta de uma adrenalina a mais, coisa que era nescessária para os reflexos exigidos pelo jogo. É um pacote completo e apesar de ser um jogo estilo arcade, tem um valor replay muito alto. Jogue agora!

11- Killer Instinct

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Nessa época a Rare já tinha uma parceria bacana com a Nintendo. Killer Instinct foi um dos frutos desse trabalho. Com um sistema brutal de luta, uma trilha sonora muito bem cuidada e personagens muito carismáticos, o game é obrigatório na sua lista. Isso porque eu nem citei os combos animalescos e os gráficos lindões.


10-Donkey Kong Country


O mercado já estava nas graças do novo console da Sony. O Project Reality estava demorando a sair e o Super Nintendo precisava de um fôlego para se manter no mercado por esse tempo. Foi então que esse fôlego veio pela Rare, com o nome de Donkey Kong Country, um jogo refeito completamente com o gorilão que introduziu a Nintendo nos games. Os gráficos eram magníficos, a jogabilidade, a trilha sonora, TUDO. Se você tem amor pela sua vida, escolha um dos três jogos para o SNES e jogue, essa é a melhor série do console.


09- Donkey Kong Country 2



A continuação do original resultou em um trabalho ainda mais perfeito que o anterior. Dessa vez, a aventura não se passava no reino dos Kongs, e sim, na fortaleza dos Kremlings, lugar aonde King K-rool mantinha Donkey Kong preso. Dessa vez a ambientação era muito mais séria, passando um ar até mesmo melancólico, e a trilha sonora? A melhor do SNES.

08-Donkey Kong Country 3
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O terceiro episódio fechou com chave de ouro a série. Dessa vez, as fases voltavam ao ar alegre do primeiro jogo, com raras excessões. Apesar de uma decaída na trilha sonora e na jogabilidade, o jogo apresentou o melhor design de fases que eu tinha presenciado até então, e um dos melhores até hoje! Quem se esquecerá das fases no Canyon, aonde devíamos subir por uma corda pegando fogo e ainda desviando das abelhas, genial!

07- Top Gear
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Um clássico absoluto no que se trata em corrida. Se você joga hoje em dia Need for Speed, provavelmente não se lembra da época em que juntavamos miúdos para comprar uma peça melhor para nosso carro em Top Gear. As fases em sí não são muito diferentes umas das outras, mas a presença da poliia torna tudo um pouco melhor. Coisa essa que foi adicionado em Need for Speed Most Wanted. Clássico até o dente, vale a pena conferir.


06-Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars




Um dos melhores jogos de Rpg do SNES, e de qualquer outro console, só para constar. Apesar do elenco de Mario e cia, Legend of the Seven Stars trazia tudo que um jogo de Rpg deveria apresentar, passado para o papel do úniverso Mario. Todos estavam lá, desde Toad até Bowser, e dessa vez, para enfrentar um novo e completamente diferente vilão. As localidades do jogo são tiradas de passagens antigas da série, mas muitas são novas também. Do nível de qualquer Final Fantasy, jogue se você ama sua vida.

05-Chrono Trigger



Na época em que Dragon Quest e Final Fantasy haviam parado de lançar jogos por um tempo, foi criado uma equipe conhecida como Dream Team, para a produção de um certo jogo. O jogo em questão é Chrono Trigger, um excelente RPG desenvolvido pela Square, e que conta com os traços de Akira Toryiama, responsável pela série Dragon Ball. Os gráficos são lindos e a jogabilidade excelente, com uma trilha sonora perfeita para fechar o pacote.

04-Final Fantasy VI


Final Fantasy VI foi a primeira vez que um RPG tinha elementos épicos, de humor, de heroismo e de fantasia mesclados. Os muitos personagens jogáveis a trilha sonora inspirada e o belo trabalho de jogabilidade fazem desse um dos grandes games de todos os tempos. O design de personagens e localidade é memorável. Simplesmente fantástico.

03- Super Mario World



Super Mario Bros. 3 tinha pego tudo de bom que a série tinha e elevado ao máximo. Mario world ultrapassou em todos e qualquer quesito o terceiro capitulo da série. Simplesmente, o surgimento de Yoshi, fases com saídas diferentes, um design brilhante e um trabalho magnífico de arte, não tem como não gostar desse jogo. Sem falar da trilha sonora viciante pela qual a série é conhecida.

02- The legend of Zelda- A Link to the Past


O Zelda original havia nos trazido muitas coisas boas e interessantes. Como Zelda 2 foi um fiasco, o jeito foi esperar pelo terceiro. Podemos claramente dizer, que Alttp, é o divisor de águas da série Zelda, e também um dos melhores jogos de todos os tempos que se pode ter memória. Com um design Brilhante, horas e mais horas para se explorar Hyrule, 12 dungeons e chefes complexos e gigantescos, não tem como negar que este é um dos mais brilhantes jogos de toda a coleção do SNES.


01- Super Metroid



Com a nova década dos jogos eletrônicos, a Nintendo estava trabalhando ao máximo para reviver suas franquias do já falecido NES. Zelda e Mario já haviam consagrado seu lugar com A Link To The Past, e Mario World, respectivamente. Porém, Metroid estava demorando muito para lançar a sequência, e isso só aconteceu 3 anos depois do lançamento do console. Por mais que fosse esperado uma grande qualidade dessa sequência, ela surpreendeu a todos com um dos melhores games de todos os tempos. Rapido, atmosferico e hardcore, não tem como negar o brilhantismo do game. Imperdível.



Só relembrando que os games não estão em ordem de importância, a ordem é aleatória. Algum game faltou na lista, algum não deveria estar? Opine!

Primeiras imagens de Sam & Max para Wii







E que bom dizer isso, mas estão no mesmo nível do PC. Parabéns Telltale!

Notas Game Informer: Okami Wii é bem avaliado

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Sem mais delongas, essas são as notas da edição de maio da revista GameInformer. Na praia da Nintendo, os destaques ficaram mais uma vez para o port de Okami e para o game maluco da SquareEnix The World Ends With You. Só uma colocação: fique de olho em Puchi Puchi Virus, é um game fabuloso!

Viking: Battle for Asgard (PS3/Xbox 360, Sega): 7.25 / 5.5
Sega Superstars Tennis (PS3/Xbox 360/Wii, Sega): 7.25 / 7.5
Pro Evolution Soccer 2008 (PS3/Xbox 360, Konami): 7.75 / 8
Hot Shots Golf: Out of Bounds (PS3, Sony): 8 / 8.75
MLB 08: The Show (PS3, EA) 8.5 / 8.25
Persona 3: FES (PS2, Atlus): 8.25
Mana Khemia: Alchemists of Al-Revis (PS2, Koei): 7
Okami (Wii, Capcom): 9.25 / 8.5
Obscure: The Aftermath (Wii/PS2, Ignition Entertainment): 3
Destroy All Humans: Big Willy Unleashed (Wii, THQ): 5
Worms: A Space Oddity (Wii, THQ): 6.75
Major League Baseball 2K8 (Wii, 2K Sports): 6.75
Castle of Shikigami III (Wii, Aksys Games): 6.5
The World Ends With You (NDS, Square Enix): 8.25 / 8
Ninja Gaiden: Dragon Sword (NDS, Tecmo): 7.75 / 8
Wild Arms XF (PSP, Xseed Games): 7.5 / 6
Lost in Blue 3 (NDS, Konami): 6.25
Teenage Zombies: Invasion of the Alien Brain Thingys! (NDS, Ignition): 6.75
Puchi Puchi Virus (NDS, NIS America): 7.5
FlatOut Head On (PSP, Warner): 7.5
Insecticide (NDS, Gamecock Media Group): 5.75

Virtual Console - Novos jogos adicionados essa semana

Costumeiramente a Nintendo disponibiliza dois novos lançamentos do seu Virtual Console, nessa semana quebra cabeças e esporte tem a vez.



Confira:


Yoshi's Cookie (NES, 1-2 jogadores, 500 Wii Points)



Com sua fama feita depois de Super Mario World a Nintendo resolveu utilizar seu mais novo personagem em um jogo de Puzzle, conforme os doces iam caindo na tela você tinha que posicioná-los de maneira conveniente, vale a pena conferir.




Bases Loaded (NES, 1-2 jogadores, 500 Wii Points)




Bases Loaded tinha a missão de simular um dos esportes mais populares dos EUA, o Baseball era o centro deste jogo, os gráficos e jogabilidade mostram a dificuldade de se programar na época, recomendado para aqueles que cresceram e que querem novamente experimentar a lembrança, pra nova geração passe longe, o jogo não empolga.

Preview – Wii Music

Preview – Wii Music




Seu Mii, já foi, Tenista, Jogador de Boliche, Lutador de Boxe, Jogador de Golf, entre muitas outras atrações, que até o Mario duvida. Mas quando nos tratamos de Nintendo, podemos esperar de tudo um pouco, você já pensou em ver o seu Mii, liderando uma orquestra?



Pois bem, em Wii Music, isto será possível, game anunciado na E3, era inicialmente, apenas um Demo de um futuro gênero do game, mas acabou se tornando um projeto oficial, que se tornaria até então, parente do Wii Sports.



No jogo, como dito anteriormente, você controla seu Mii, como se estivesse de maneira fiel, em uma orquestra, é possível, que até o lançamento do jogo, a Nintendo adicione muito mais instrumentos musicais, do que os anunciados na prévia do game, no evento.

A forma de avaliação de notas, ainda é um pouco conhecida, mas é possível, que o jogo abra muitas portas para futuros games do gênero. E como a Nintendo não é de fazer feio, podemos esperar um jogo muito bem arquitetado.

Uma série de perguntas ainda são feitas, em torno do jogo, mas as respostas, só poderão ser respondidas, muito mais para frente, lembrando, que o Desenvolvimento, está nas mãos da Big N, o game não tem uma data de lançamento, mas é esperado, ainda este ano.

Puyo Pop de volta ao DS e estreando no Wii

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A Sega confimou oficialmente novas versões da série Puyo Pop para Wii e DS. A série detem um dos recordes mais grotescos do mundo: o de ter realizado o torneio de vídeo game com maior número de participantes de todos os tempos (em 2004 para o GameCube). Quem não se lembra, o DS já ganhou Puyo Pop Fever em 2006, que era um game bastante divertido, apesar de um pouco repetitivo. Torça para um modo online.


Homenagem Gamer Nintendo: The Legend of Zelda

Por: Tio Malo, Grande Tobi. E Gustavo Assumpção – Revisão de Gustavo Assumpção

The Legend of Zelda, a série que já encantou milhões de seguidores com seu enredo envolvente, jogabilidade perfeita e atmosfera mística e intensa recebe agora o artigo a seguir que foi escrito por Kleber- O Grande Tobi e Gustavo Assumpção, mas com grande participação de uma pessoa muito importante. Muito obrigado Tio Malo, sem você essa matéria não seria nem metade do que é agora.

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The Legend of Zelda é uma das maiores realizações da história dos jogos, um jogo importantíssimo para a evolução dos games e a obra-prima de um sujeito chamado Shigeru Miyamoto. Perto de sua casa em Kyoto havia uma pequena Floresta e um Lago, onde, o ainda moleque, Miyamoto costumava ir para explorar. Em um dia costumeiro, ele encontrou nos arredores desse lago uma caverna. De primeira, ficou com medo, mas no dia seguinte, acompanhado apenas por uma lanterna, ele explorou a “maldita”.

E isso ficou na memória do pequeno gênio e no futuro se transformou em uma inspiração para uma de suas mais maravilhosas criações. Tempos depois do sucesso que foi Mario, ele resolveu criar um jogo diferente de sua grande obra-prima, que era um jogo direto, intuitivo, mas que havia revolucionado o conceito dos jogos em 1986. A mente criadora do Shigeru precisava experimentar o diferente.

Nesse meio de idéias, ele pensou em um jogo que pudesse ser explorado, como uma verdadeira aventura. Nada estaria de mão beijada, era preciso virar o jogo de cabo a rabo para achar os itens e assim prosseguir adiante. As pessoas deveriam pensar no que fazer, e quando fazer. Para a temática do jogo, ele lembrou de suas brincadeiras de criança, e logo pensou em cavaleiros, castelos, princesas e reis. Mas sua princesa precisava de um nome.Mas qual?

Ele tentou um nome que soasse legal, e este veio em forma de uma homenagem a um escritor famoso que ele gostava muito: "Francis Scott Key Fitzgerald". Mas o que isso tem a ver com o nome da atual princesa? Bom, segundo Shigeru a mulher desse escritor tinha um nome que soava muito bem, "ZELDA".Se hoje em dia Zelda tem esse nome foi em inspirado nessa mulher. Bom, Miyamoto já tinha um nome e um esquema de jogo.em sua cabeça. Algumas pitadas de Tolkien, e pronto. Já temos o mundo fantástico de Hyrule. Link era o nome do personagem principal, que em inglês significa elo, ligação, apesar de poder renomeá-lo como quiser. E assim nasceu o jogo que revolucionou a história dos videogames, e iniciou uma das mais vangloriadas séries de todos os tempos, The legend of Zelda!

Uma inspiração anterior:

Embora Zelda fosse o primeiro jogo de seu padrão, ele seguiu fortemente influências do jogo de Atari: "Adventure!". Esse jogo trazia uma perspectiva aérea, e pela primeira vez na história dos videogames, possibilitou que um jogador adquirisse itens, por meio de um sistema de armazenamento, que possibilitava ao quadrado-san (personagem do jogo com apenas um Píxel) pegar chaves e resolver puzzles para progredir no jogo. A chave poderia ser deixada no chão, mas teria que ser pegada no local de origem, se você alcançasse uma tela. O recente, The legend of Zelda: Phantom Hourglass, segue o mesmo esquema abusando da Big Key e da Stylus do DS.

Shigeru Miyamoto:

O gênio por trás dessa obra é uma das personalidades mais interessantes. Formado e treinado por Gumpei Yokoi, Miyamoto é o salvador dos videogames. Além de Zelda, ele também produziu Mario, Donkey Kong, F-Zero, Pikmin e Star Fox, todos grandes títulos da Nintendo. Seus méritos vão além de salvar os videogames. Ele nos introduziu ao mundo dos jogos com Mario, ensinou como é fazer 3D com Mario 64, ensinou como se fazer uma aventura épica com Zelda! Ele nos presenteou com grandes obras, e formou grandes jogadores como eu e você. Miyamoto será sempre conhecido como um deus e um ídolo perante os gamers... afinal ele merece!

Eiji Aonuma:

Aonuma começou a trabalhar em 1993, no Super Famicom. Ins