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02 maio 2008

Arcade de bolso: Metal Slug 7.




É complicado escrever uma matéria sobre este jogo, afinal, há pouquíssimas coisas sobre ele: Poucas imagens, quase nenhum vídeo, nenhuma informação que não fosse dada sem ser em um festival (e perceba que, ele já fora anunciado há sete meses), mas, mesmo assim só a existência dele chega a ser impressionante, um dos maiores clássicos dos arcades em seu bolso.
E não é pouca coisa, porque este jogo, segundo Creig Harris (jornalista do site “IGN.com”), é uma verdadeira seqüência arcade do Metal Slug. Só pelo fato de ele ser um jogo de linha direta (recebeu o título de sétimo jogo de uma seqüência não alternativa) e exclusivo para o DS já o faz especial, feito sob medida e, único.
Mas então, o que se sabe? Muito pouco. Naturalmente, o jogo será bidimensional (respeitando os padrões clássicos e o lema da SNK: “2D forever“), side-scrolling, saindo por ai controlando até 6 personagens diferentes, tanto homens como mulheres e como de costume há a possibilidade de usar veículos diversos e mais estranhos possíveis, destruindo hordas de inimigos e outros veículos de combate inimigo. Há também a possibilidade de usar mais de uma arma e escolher qual usar através de um botão, algo bem simples e eficiente, além de uma série de granadas.
Há uso da tela de toque? Quanto à tela de toque se sabe menos ainda, mas, pelo que foi revelado, é um mapa interativo do estágio corrente onde você está e com zoom para ver onde se encontram Power ups e secretos do estágio. E, segundo o site “IGN.com”, essa interação pode ocorrer em tempo real durante a ação ou em pausa, depende da sua decisão.
Alguma alteração no gráfico? O gráfico está muito bonito, principalmente o fundo, porque as linhas não foram reforçadas e investiram muito no contraste de luz e sombra, dando uma impressão de tridimensionalidade.
Há uso das funcionalidades? Sim, e é justamente o que mais chama a atenção. É sabido que o jogo será online, com um modo cooperativo (provavelmente contará também com um modo offline multi card DS dowload play, ou seja, cada qual com seu game card), mas imaginar a possibilidade fazer dupla com pessoas do mundo inteiro é algo muito animador.
Por que vale a pena? É Metal Slug, um dos maiores clássicos da SNK. Divertido, rápido e descontraído, e parece ainda melhor só pelo fato da conectividade online, feito sob medida para o DS e exclusivo, um empreendimento realmente alto.

Todas as imagens aqui utilizadas pertencem ao site http://www.ign.com/.

01 maio 2008

Gauntlet DS: Novos detalhes.



Há aproximadamente três semanas escrevemos uma matéria sobre a volta de um dos maiores clássicos dos jogos de ação para DS, Gauntlet, comentando apenas algumas características do jogo, como por exemplo, o sistema de jogo e funcionalidades (o que fora apresentado até dado momento). Há poucos dias atrás, com o lançamento de vídeos e uma matéria contando o primeiro teste do jogo no conceitual site “IGN.com”, muito mais foi revelado, como o sistema de câmera, som, gráfico, jogabilidade e, através desta matéria, pretendemos apresentá-los a vocês e expressar nossa impressão quanto a esses vídeos.


Som – Na primeira matéria nada de mais se pôde comentar sobre o som além do uso dos recursos do microfone do DS, mas, dessa vez com os vídeos é possível perceber a qualidade do som. A música é grave, pesada, dando um clima mais épico e, os sons dos inimigos sendo destruídos, o choque da espada, pegar um tesouro, magias, estão muito bem feitos e a presença de uma voz grave que dá informações é o que realmente chama a atenção, demonstrando o alto empreendimento neste trabalho, atenção aos mínimos detalhes.


Gráficos – Como fora dito anteriormente, os gráficos são tridimensionais e o jogo é visto de cima, mas o que mais impressiona é a câmera livre, ela pode ser controlada, com rotação tanto para a direita como para a esquerda, e a noção de profundidade é excelente, com subidas e declínios, e, num lugar alto, é possível ver as coisas diminuídas em uma área acessível mais em baixo (a exemplo, a imagem abaixo).


Jogabilidade – Na primeira matéria nada fora revelado, não havia nada concreto, no entanto, acreditávamos na possibilidade da jogabilidade clássica. Na matéria da “IGN.com” que relata o primeiro teste houve a confirmação: A jogabilidade será clássica e a tela de toque será pouco utilizada, e isso não é algo ruim, porque seguirá os padrões clássicos mantendo as raízes da série.


Forma de controle - O direcional controla o personagem.
Os botões L e R são responsáveis pelo controle da câmera, mas o controle de câmera também poderá ser efetuado manualmente através da tela de toque.
Ataques especiais adquiridos no estágio serão postos em prática através do botão Y e X.
O botão A serve como uma força de ataque e, ao segurar o botão A e pressionar o direcional para qualquer direção o personagem desferirá ataques mais ferrenhos e poderosos.
O botão B serve para a utilização de itens, ao pressioná-lo, você trará para cima um ícone localizado na parte inferior direita, um Box, e fará a seleção tanto com o direcional quanto com a tela de toque.
Além disso, fora revelado que ao ir em direção dos inimigos será auto-engajado o modo de batalha.

Por que vale a pena? Muito mais foi revelado, confirmando a qualidade do jogo, além de ser um jogo de ação e exploração muito rico e a possibilidade de jogá-lo em qualquer lugar é o que chama mais a atenção.

Todas as imagens aqui utilizadas pertencem ao site "www.ign.com".

Preview: Guitar Hero Aerosmith



Não faz nem 4 anos que a série teve seu início, e agora, em 2008, já foram feitos 3 jogos da série principal, spin off's temáticos, e até um game para o DS foi anúnciado. Apesar de terem enquadrado o conceito do jogo uma vez em Guitar Hero Rock the 80's, esta é a primeira vez que enquadram ainda mais. Dessa vez, não para uma época, nem para um gênero, mas para uma única banda. Guitar Hero: Aerosmith promete contar a história da banda, e pelo visto, tem um carisma sobrenatural. A pergunta que resta é: Ele pode se sustentar por si só, ou é um complemento para quem comprou Guitar Hero 3?
A minha resposta é: os dois. Para quem é fã da banda, vai se delirar tocando as músicas mais famosas dela, além de conhecer muitos detalhes sobre o grupo. Quem é fã de Guitar Hero e gastou uma fortuna para comprar o terceiro jogo e seu pacote caríssimo no Brasil, vai ter uma oportunidade de se deliciar com outro jogo. O game pode ter completamente o mesmo esquema de GH3, mas seu caráter é completamente novo.

"Minha mãe vai me matar pelo simbolo da bruxa de Blair lá atrás. Mas que se ferre, eu amo Guitar Hero."

Todos os modos de jogo permanecem intactos. O já conhecido modo carreia, o multyplayer, o Battle, tudo. Mas agora, temos limitações a apenas as músicas da banda Aerosmith. Com isso, podemos imaginar que o modo carreita está completamente alterado, contando a historia da banda. Esse Guitar hero está muito mais cinemático que o outro também, e contém animações de cenas da Banda, ou até mesmo da história dela, já que não foi confirmado.
Gostaria de saber se o jogo é tão sóbrio quanto é carismático. Ele deve cumprir o papel de ter músicas difíceis, para os veteranos da série. E ser casual o suficiente, para um fã da banda que não tem um Wii, ou não tem o pacote com a Guitarra, comprar o jogo e se deliciar com as informações. Para isso, podemos ter algumas adições novas, já que o jogo está sendo supervisionado pelos próprios membros da banda. Claro que tem muita mídia aí em cima, mas aonde é que não tem?

" Se a gostosa vir no pacote, é um must-buy para mim."



Enquanto as músicas, os fãs podem ficar doidos desde agora. Praticamente todas as músicas mais famosas do conjunto estarão no Game. Quero muito saber qual é a última a ser tocada, ou qual é a mais difícil. Não deram nenhuma informação sobre a exstência ou participação de outras bandas no Game, sejam rivais ou amigas da principal. Guitar Hero: Aerosmith promete muitas surpresas para todos nós, que amamos a série de guitarra da Harmonix.
Uma das surpresas, é que na embalagem de GH está o simbolo "Wi-fi" da Nintendo. Será que dessa vez realmente vamos poder enfrentar pessoas do outro lado do mundo? Só deus sabe. Mas que seria muito divertido seria, principalmente quando conseguissemos pegar o friend code do Slash e dar um pau nele na Sweet Emotion do Aerosmith. Além disso, faltava um Ranking decente online no Wii, para criar uma motivação para os jogadores.

"Um bom cabeleleiro e cirurgias do nariz: Nunca é tarde demais."

Este parece ser um Game muito hilário, em vista que os personagens da banda-título são extremamente icônicos. Como mostrado em um trailer, soltado hoje, tem algo muito esquisito no game. Não sei se é coisa do trailer, mas as músicas estavam com uma perspectiva de cinema. Todos os ângulos pareciam profissionais demais, coisa de DVD de show montado após horas e mais horas de seleção. Tomara que não seja apenas do Trailer.
A versão de Wii, apesar de menos bonita, deve ser a melhor para se jogar. Além da guitarra tida como a mais confortável, é apenas em um console Clean como o da Nintendo que você vai pegar o clima do jogo. A inquisição que me queime, mas Games com bom humor ganham um ponto no meu coração logo de cara. E games que conseguem cumprir o seu papel, e ser carismático ao mesmo tempo, é sinónimo de sucesso.





Resta saber se esse é um game para todos, ou apenas um game complementar como Rock the 80's foi. Sinceramente, a banda Aerosmith pode ser carismática e icônica, mas no que se trata de Guitarra, não é tão boa assim. Ela é muito puxada a um único estilo, e a sua guitarra nunca é lembrada nos grandes nomes. Uma versão do Audioslave, com o imortal Tom Morello, ou até mesmo do Gun's and Roses, com o Slash teriam muito mais a oferecer. É amplo o conceito da série, é só esperar agora para ver se acertaram.

28 abril 2008

Alone in the Dark Wii Preview - Será que vale a pena?



Certo, eu nunca apostei nadica no jogo. Algo mudou pouco tempo atrás. Para conhecimento geral, eu adoro Dead Rising, e quando olhei que Alone In The Dark tinha um sistema parecido eu logo pesquisei mais e resolvi escrever o preview. Respondendo a pergunta-titúlo, eu acho difícil surpreender, mesmo com o sistema Dead Rising e os comandos quase perfeitos em que temos notícia.

Os controles estão (pelo menos parecem) perfeitos, e o jogo tem muito comando. Ele abusa do cursor do Wii mote para quase qualquer tarefa que não seja atirar ou usar algum objeto que você pegou no chão. Para isso,ele apenas move o cursor para cima do local e aperta o botão para abrir alguma coisa. Os gráficos parecem simples, mas estão em um primor técnico semelhante a versão de PS2 de Resident Evil 4.



Várias demonstrações dos gráficos foram exibidas. Entre elas, quase todas dão destaque maior para a realidade presente no fogo, e também, na textura detalhada para o chão e o teto, por exemplo. Seguindo o padrão de Silent Hill, muito dos ambientes do jogo são escuros, precisando de uma tocha, um esqueiro ou uma lanterna, perfeito para tomar um belo susto. Além desses recursos, o visual da série, pelas fotos exibidas, parece ser bastante variado.
A trilha sonóra teve poucas revelações, mas como se trata de um Survival Horror, acho difícil esta decepcionar. Já os efeitos sonóros, como vistos no vídeo técnico, estão de arrasar. As explosões soam muito realmente, o barulho do passo de seu personagem e a respiração do mesmo estão perfeitas. Resta saber se o jogo tem falas e se é dublado, como Resident Evl 4 foi.



A jogabilidade é o melhor disso tudo. Muito parecida com a de Dead Rising, muitos dos itens do cenário podem ser usados como arma. Cada um pode ser pego de uma vez, eles quebram se usados de maneira incorreta, e servem para acrescentar uma segunda maneira de passar por um quarto, além de te poupar munição. Itens como a espada tem uma variedade imensa de golpes, todos utilizados com o Wii mote e o Nunchuk.
Um acréscimo legal é um sistema de poder usar dois itens do seu inventório de uma vez. Por exemplo, você está num corredor escuro, e lotado de monstros, o melhor a se fazer é equipar a lanterna, para ser controlada com o Nunchuk, e a arma, controlada pelo Wii mote. Para andar usa-se o analógico, a câmera é automática quando em terceira pessoa, mas tem também o modo em primeira pessoa, quando se vai atirar.



O jogo tem trocentos comandos e promete uma jogabilidade excelente, sinónimo de bom uso do Wii. Os gráficos não puxam, nem de longe, o potencial do Wii, mas são competetes e podem ainda assim sofrer alterações. Com tantos comandos, o game passa longe de ser algo casual. Eu resolvo apostar no game e no seu sistema, e você o que acha?

19 abril 2008

Fossil League Dino Tournament é boa promessa

http://www.tothegame.com/res/game/6187/logo.jpg



Quem gostou de Pokémon, sabe que muitos clones apareceram nos últimos tempos. Alguns sumiram, outros rivalizaram em sucesso, mas uma grande parte nem sequer foi conhecida do grande público. A Nintendo mesmo faz muitos games que usam o mesmo mecanismo. O mais novo da lista é Fossil League. O game é uma das grandes promessas para 2008 no DS. Ambientado em um futuro remoto, quando máquinas do tempo já são uma realidade, "Fossil League: Dino Tournament Championship" coloca você na pele de um jovem rapaz chamada Taiga e cujo pai lhe deixou um raro fóssil quando morreu.

O fóssil, contudo, foi roubado e resta ao protagonista viajar para o passado, "domesticar" uma série de dinossauros e lutar contra dinossauros de outras pessoas em combates em turnos, dentre outras ameaças.Os dinossauros são bastante detalhados e o jogador pode ser acompanhado por até 5 deles, sendo que cada um pode estar associado a um elemento - terra, vento, fogo, água e trovão. São cerca de 90 dinos, cada um com suas próprias habilidades de ataque e possibilidade de evoluir habilidades.

http://dsmedia.ign.com/ds/image/article/765/765341/fossil-league-dino-tournament-championship-20070215061826116.jpg

Quanto aos controles, eles funcionam através da stylus ou do direcional, mas há vários minigames direcionados à tela sensível ao toque do portátil. Além do modo single-player, o jogo inclui suporte a batalhas multiplayer e um "dinopédia", com informações sobre os bichos jurássicos. Fique de olho! Fossil League pode ser um dos grandes medalhões de 2008!

18 abril 2008

Nova casa dos clássicos: DS.



Gauntlet fora um dos primeiros jogos onde a tela podia ser ocupada por hordas de inimigos. Criado na década de 80 para os arcades, o jogo também recebera conversões para os consoles domésticos como, por exemplo, o Master System, NES e Atari.

O jogo ficara famoso principalmente pelo esquema de tela cheia e pelos seus personagens: Questor (elfo arqueiro), Merlin (um mago), Thor (um guerreiro) e Thyra (uma deusa).

Como grande parte dos clássicos o jogo ficara um tempo sem lançamentos e, recebera versões para Nintendo 64, Playstation e Dreamcast (destas 3 que receberam o mesmo subtítulo de “Legends” apenas a do Dreamcast realmente era a mais produtiva) e, depois apenas no GameCube, Xbox, Playstation 2 e GBA que a saga reaparecera, no entanto mais uma vez não apresentara um resultado satisfatório.

Demorou mais um pouco, fora lançado mais uma versão, desta vez intitulada “Seven Sorrows” , muito melhor e com modo online, mas ainda falta algo, e acreditamos que no DS a saga renascerá de verdade.

No Nintendo DS:

Gráfico: O jogo é visto de cima como nas versões mais clássicas e, reproduzido nas duas telas do aparelho. O gráfico é 3D, e mesmo com a tela cheia de inimigos, os produtores afirmam que não haverá slowdows.

Jogabilidade: Nada fora revelado, mas acredita-se na possibilidade da jogabilidade clássica.

Som: Nada sobre as músicas fora revelado, mas sabe-se que será possível usar os recursos do microfone do DS nas partidas online.

Diversão e replay: 40 mapas diferentes e 32 inimigos diferentes. A possibilidade de jogar sozinho ou com quatro pessoas online/offline aumenta o fator replay e a diversão, além dos diferentes modos de jogo: Deathmatch, Team Deathmatch, Treasure Horde game mode (ainda faltam informações sobre este modo), tanto no modo online quanto no offline.

Online: Faça um grupo de quatro pessoas de qualquer canto do mundo e saia por ai derrotando monstros ou matando a si próprios. E não esqueça que vocês poderão conversar pelo microfone.

Offline: Junte-se com seus amigos e se divirtam como se fosse à época áurea dos arcades, só que mais cômodo. Ainda não se sabe, mas provavelmente será através do recurso Multi card DS dowload play que será feita a conexão wireless, levando em conta que, o jogo será provavelmente bem pesado.

Por que vale a pena esperar? São poucos os jogos que utilizam quase todas as ferramentas do DS e não são da própria Nintendo. Levando em conta todos os modos de jogos e todas as opções, você dificilmente de cansará de jogá-lo além de ser a volta de mais um clássico.
As fotos usadas neste aetigo pertencem ao site "www.ign.com"

Nova casa dos clássicos: DS.




Gauntlet fora um dos primeiros jogos onde a tela podia ser ocupada por hordas de inimigos. Criado na década de 80 para os arcades, o jogo também recebera conversões para os consoles domésticos como, por exemplo, o Master System, NES e Atari.


O jogo ficara famoso principalmente pelo esquema de tela cheia e pelos seus personagens: Questor (elfo arqueiro), Merlin (um mago), Thor (um guerreiro) e Thyra (uma deusa).


Como grande parte dos clássicos o jogo ficara um tempo sem lançamentos e, recebera versões para Nintendo 64, Playstation e Dreamcast (destas 3 que receberam o mesmo subtítulo de “Legends” apenas a do Dreamcast realmente era a mais produtiva) e, depois apenas no GameCube, Xbox, Playstation 2 e GBA que a saga reaparecera, no entanto mais uma vez não apresentara um resultado satisfatório.


Demorou mais um pouco, fora lançado mais uma versão, desta vez intitulada “Seven Sorrows”, muito melhor e com modo online, mas ainda falta algo, e, acreditamos que no DS a saga renascerá de verdade.


No Nintendo DS:


Gráfico: O jogo é visto de cima como nas versões mais clássicas e, reproduzido nas duas telas do


aparelho. O gráfico é 3D, e mesmo com a tela cheia de inimigos, os produtores afirmam que não haverá slowdows.


Jogabilidade: Nada fora revelado, mas acredita-se na possibilidade da jogabilidade clássica.


Som: Nada sobre as músicas fora revelado, mas sabe-se que será possível usar os recursos do


microfone do DS nas partidas online.


Diversão e replay: 40 mapas diferentes e 32 inimigos diferentes. A possibilidade de jogar sozinho ou com quatro pessoas online/offline aumenta o fator replay e a diversão, além dos diferentes modos de jogo: Deathmatch, Team Deathmatch, Treasure Horde game mode (ainda faltam informações sobre este modo), tanto no modo online quanto no offline.


Online: Faça um grupo de quatro pessoas de qualquer canto do mundo e saia por ai derrotando monstros ou matando a si próprios. E não esqueça que vocês poderão conversar pelo microfone.


Offline: Junte-se com seus amigos e se divirtam como se fosse à época áurea dos arcades, só que mais cômodo. Ainda não se sabe, mas provavelmente será através do recurso Multi card DS dowload play que será feita a conexão wireless, levando em conta que, o jogo será provavelmente bem pesado.


Por que vale a pena esperar? São poucos os jogos que utilizam quase todas as ferramentas do DS e não são da própria Nintendo. Levando em conta todos os modos de jogos e todas as opções, você dificilmente de cansará de jogá-lo além de ser a volta de mais um clássico.



As fotos usadas no artigo são do site www.Ign.com

Moon: vale a pena esperar.

( Dementium? Não, Moon )

Conseguem lembrar-se de Dementium: the ward para o DS? Física FPS, gênero terror, gráficos razoáveis, controle basicamente direcional(movimentação)/tela de toque(mira). O jogo era um tanto que contraditório: o que era bom também podia ser o desagradável.

Para muitos nota 3, para outros nota 8, do tipo “ame ou odeie”, no entanto, mesmo diante de tantas críticas e dúvidas, a produtora, Renegade Kid, não desistiu e está produzindo mais um jogo de física FPS e gênero terror para DS e, este jogo se chama Moon.

Pouco fora revelado sobre a história do jogo, mas vendo o nome do jogo e seu gênero já somos levados a pensar em uma expedição em uma base espacial, algo dá errado e você vai ter que descobrir o que é, e, é basicamente isso. No controle do Major Kane, líder de uma força tática especial, você investigará uma descoberta na lua e, provavelmente, descobrirá algo não muito agradável.

Além disso, o jogo tem tudo para compensar onde Dementium errou. Em uma entrevista à IGN.com, o diretor e produtor, Jools Watsham, disse que Dementium serviu de experiência, pois ele fora o primeiro trabalho da empresa com o DS, ainda estavam aprendendo a utilizar os recursos que o DS disponibilizara e, desta vez, eles podem reproduzir um gráfico ainda melhor graças a uma Engine 2.0 criada pela Regenade. O gráfico está realmente incrível, os personagens são bem polidos e roliços, e o vídeo que fora lançado apenas confirma essa realidade.
Sobre o esquema de jogo muito pouco também fora revelado, sabe-se que a exploração será essencial, porém, ao questionado sobre a possibilidade de um multiplayer o diretor respondeu que as atenções estão voltadas essencialmente no modo single, algo que pode ser compreendido, pois, muitos jogos de física FPS e de exploração como Bioshock e o primeiro Metroid Prime não contém multiplayer, mas são excelentes.

Por que vale a pena esperar? Não é Dementium, é Moon, o jogo está sendo trabalhado sobre uma engine nova, totalmente diferente, não precisa se preocupar. Além de que faltam jogos deste tipo para o DS, um jogo como este pode trazer mais jogos deste mesmo gênero, além de jogos mais bonitos, vale a pena dar mais uma chance a Renegade Kid. Principalmente depois do que fora apresentado.

As fotos usadas no artigo são do site www.Ign.com

16 abril 2008

Preview: King Story - Wii


Você sempre quis ser um rei, e mandar e desmandar em tudo que quisesse? Pois bem, seu desejo pode se realizar, bom, pelo menos no seu Wii, você terá este poder. Anunciado na Tokyo Game Show do ano passado, “King Story”, é um dos games mais falados deste ano.

Está sendo produzido pela Marvelous, e é um jogo exclusivo do Nintendo Wii, no qual, você controla um garoto, que certo dia, ganha uma coroa, que lhe da o poder de mandar e desmandar no que você quiser. Mas como nem tudo que é de mão beijada, fica por assim mesmo, você terá que encarnar um verdadeiro rei, e proteger seu reinado de diversas ameaças, leia-se dragões e feras raivosas.

Desde Chrono Trigger um time tão talentoso não se envolve em um projeto. A direção fica por conta de Yasuhiro Wada (de Harverst Moon), o produtor é Yoshirou Kimura (de Harverst Moon e Chulip), Hideo Minaba (de Final Fantasy XII) cuida do design de personagens, Kazuyuki Kareashima (de Super Mario RPG) é responsável pelo design de inimigos. Pra encerrar o Game Design é de Norikazu Yasunaga (World Neverland) a Direção é de Youichi Kawaguchi ( Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King ), as Composições são de Yoko Shimomura ( Kingdom Hearts series, Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars ). O que esperar: Apesar de parecer bem obscuro, o time de desenvolvimento dá uma animo novo na jogada. Espere um game maravilhoso, inovador e com a cara do Wii. Wada criou Harverst Moon e nunca mais se aventurou em um outro projeto. Exigente, ele está amando o desenvolvimento de Kig Story e tem se dedicado integralmente. A direção de Youchi Kawaguchi que fez o fabuloso Dragon Quest VIII completa o pacote.

O jogo chamou muito atenção de quem compareceu a feira, pelo seu incrível sistema de A.I. (Inteligência Artificial). Assim como a maioria dos RPG’s, todos tem suas vidas e seus trabalhos, mas o que diferencia King Story, de todo o resto, fica por conta de uma AI, mais avançada, alcançando um novo patamar de sofisticação.

E como se não fosse o bastante, o jogo conta com uma espécie de “Memória Artificial”, onde todos os moradores do reinado, terão memória de todas as suas atitudes. E como você é rei, você pode mandar que ele faça uma tarefa. Caso esta tarefa, seja do ponto de vista dele, injusta, ele sempre se lembrará de você, por causa disso.A Memória Artificial, também se atribui ao dia-a-dia de cada um deles, como se algo acontecer a um amigo, ou familiar, este morador, ficará triste e até mesmo desanimado.

Você terá a vida de um rei, mas terá que proteger o seu reinado, caso algum dragão venha a atacar, você poderá fazer com que as pessoas, te ajudem a destruir o perigo, antes que ele cause danos e mais danos para o vilarejo.

As imagens já reveladas do jogo, mostram pouco do que ainda está por vir. O jogo possui belas texturas, efeitos de luz bem acabados e detalhes, muito legais.

A jogabilidade do jogo ainda é um mistério, assim como a sua data de lançamento, e como a Marvelous não é de nos deixar muitas vezes, decepcionados, podemos esperar um grande jogo para o Wii. King Sory desde o começo promete muito!



http://wiimedia.ign.com/wii/image/article/821/821959/ousama-monogatari-20070921011441335.jpg

15 abril 2008

Nintendo Spring Summit 08: Lost Winds Preview WiiWare

Se o lançamento do Wii Ware não foi muito animador no Japão, parece que nos Estados Unidos a coisa será bastante diferente. Games como World of Goo e Defend Your Castle fará com que você esqueça de porcarias como Pokémon Ranch. E se esses dois jogos ainda não fossem o bastante, há ainda Lost Winds, desenvolvido pelo estúdio Frontier, uma prova de que no WiiWare os títulos podem ousar e expandir seus limites. Serão 43 megabytes. Durante o Nintendo Spring Summit, o IGN pode testar Lost Winds e aprender como são eficazes os controles ambientais, os quebra-cabeças, o que deixou uma excelente impressão.

No game, você joga com Toku, um garoto que pode usar o poder do vento para viajar em níveis 2D, resolvendo enigmas e derrotando inimigos. Enquanto seu personagem é controlado com o stick analógico do Nunchuck, ele não pode executar muitas manobras, apenas subir em plataformas ou saltar. É com o Remote que se faz o controle do mecanismo do vento. Isso é, você aponta o Remote para a tela, pressiona uma tecla e chama vários caminhos de vento para realizar manobras incríveis. Quando o jogo começa, essas manobras se resumem a rajadas, que fazem o personagem flutuar. Esse poder permite que você aponte para a tela, aperte o botão A e chame uma linha movendo ela para a direção que quiser. Dá a sensação de você estar desenhando. Você pode usar essa habilidade para alcançar plataformas, fugir de inimigos e resolver enigmas.

Há outros recursos, como o de Slow Motion. Ela atrasa a ação causando quase uma estagnação de movimentos. Há ainda dupla rajada e a possibilidade de atrair mais ventos de longe. Há ainda o uso de uma lanterna. Congelando com o vento e derretendo com o calor da lanterna, você pode derreter esse gelo. Apesar de parecer complexo, o game se desenvolve de maneira não menos que brilhante. Lembra Kirby Canvas Curse em alguns momentos, mas em outros parece algo completamente diferente.

O jogo como você pode ver é simplesmente fantástico nessa recriação de um ambiente florestal, com um ritmo lento, mas não no sentido ruim, e sim no sentido de introspecção, de pensamento. O visual e a trilha sonora são extremamente agradáveis. É de se surpreender com o resultado final de tamanha estilização e perfeição. É a principal prova de que os games do WiiWare podem sim ter qualidade. Apesar de curto, o game deverá levar três horas para ser concluído, o game custará apenas 10 dólares ou 1000 Wii Points. Se você paga 50 dólares para dez horas, porque não pagar 10 por três horas? Anote aí: Lost Winds tem tudo para ser o carro chefe do Wii Ware.

Nintendo Spring Summit: Samba de Amigo Wii Preview

Já se passaram oito anos desde que Samba de Amigo saiu para o Dreamcast. Agora é a vez, depois de muitos rumores, do game ganhar sua primeira versão para o Wii. O IGN teve a oportunidade de agitar e chacoalhar o Remote no Nintendo Spring Summit e ver o que essa nova versão tem para oferecer.

O Samba de Amigo original era uma espécie de Maraca Gero, onde você devia agitar as Maracas no mesmo ritmo das músicas ao som de canções latinas. O grande trunfo do game era seus cenários coloridos e sua espetacular direção de arte com personagens exuberantes. Ao invés das Maracas do primeiro game, agora o jogador pode usar dois Remotes ou um Remote e um Nunchuck. E o sistema de controles funcionou muito bem.

Ao invés de apenas calcular os movimentos, agora o game tem uma grande evolução, calculando também a inclinação do Remote. Antes de jogar, irão ser calibradas seis posições, três para cada Remote. Um indicador mostra qual a posição que você está apontando, portanto não há motivo para pânico. Juntamente com os movimentos regulares de inclinação, há também os movimentos de vibração, onde o jogador deve agitar os Remotes rapidamente e com ritmo. Claro que não causa o mesmo efeito das antigas Maracas, mas é bem interessante. Geralmente esse movimento é realizado em momentos cruciais das canções.

A canção mais presente no Nintendo Spring Summit foi a Hot Hot Hot. Ela era uma das canções de Samba de Amigo Ver. 2000, lançado apenas no Japão. Visualmente o jogo parece melhor que nunca. Há muitos elementos no cenário e uma movimentação e animação completamente fantásticas. Há vários modos de jogo, incluindo o Quick Play, Multiplayer e algo chamado LoveLove (que ainda não se sabe o que é).

O game suporta Miis, que ficam na sua tela de Score. Ele muda as expressões conforme seu desempenho (os manjados Bad, Medium e Good). Bom, pelo que o IGN jogou, para eles dói muito pouco. Todos os esforços parecem caminhar para um bom game com controles competentes, apesar de não estarem no nível do primeiro game ainda. Mas os fãs de Samba de Amigo não devem ficar muito preocupados.

Via [IGN]


25 março 2008

Mega Man Star Force 2



Um jogo Adventure-RPG do Mega? Isso mesmo, e aparentemente conta com a maior tecnologia. Eu não aposto mais em nada do Mega man desde o X3, e provavelmente esse jogo será uma furada. Se realmente a Capcom acertar, então eu venho por meio de uma postagem e peço desculpas.
Deixando minha opinião de lado, vamos usar o Megaman Star Force: Leo como exemplo. Prometeu muito do quê viria e acabou apenas como uma cópia um pouco mais dethada da série Battle network do Gba. Embora tenha mais de 40 horas de jogo, não é uma opção muito boa para amantes do Mega.



O visual Power Rangers está de volta, e segundo a Capcom, os gráficos serão os melhores do DS. O jogo promete ser mais rápido que o anterior, e essa parece ser o ínicio de uma nova saga Mega Man que vai para lugar nenhum. Quando é que teremos um jogo decente hein?

Zero-G racing DS



Para quebrar o galho antes de um F-Zero novo, foi então confirmado Zero-G, um jogo extremamente parecido com o do Cap. Falcon ( cujo nome é F-Zero com o ifem depois do Zero e com a próxima letra do teclado). Eu não jogo minha mão no fogo pela qualidade do Game, embora as imagens parecem encantar, tudo indica que não será grande coisa.
O jogo conta com um modo online para 7 jogadores, com todas as fases, itens e power-ups que nós temos direito.



Não sei vocês, mas me lembra um pouco mais Star Wars episode I: Racer do quê F-Zero. Duvidavelmente ele chegará aos mesmos níveis atingidos por os dois jogos que eu citei acima. Mas as vezes pode ser bom não é? Só Miyamoto sabe...

21 março 2008

Absolutamente tudo: Mario Kart Wii

Por Gustavo Assumpção

27 de Abril de 2008. Essa data pegou praticamente todo mundo de surpresa. Poucos imaginavam que teríamos tão cedo um novo game Mario Kart saindo, ainda mais para o Wii.
Como todo game da série é garantia certa de muita diversão, a expectativa em cima da versão Wii é imensa. Como muitos sites internacionais já tiveram a oportunidade de jogar e opinar sobre ele, fizemos um apanhado de todas as informações para você descobrir todos os detalhes do game. Com vocês, Mario Kart Wii!

Seguir a formula ou inovar?

Desde a primeira aparição na E3 2007, quando surpreendeu a todos mostrando que usaria motos além de karts, Mario Kart Wii vem evoluindo de maneira espetacular. Quase toda semana novidades bombardeiam os sites de notícias internacionais. A divulgação de um personagem novo, de uma artwork, uma declaração da equipe de produção... E assim foi com os 12 jogadores no modo online, o modo que possibilita chat, e mais recentemente a confirmação da data de lançamento para 27 de abril nos Estados Unidos, muito antes do que a maioria das pessoas esperavam.

Toda série que é adaptada para o Wii desde o seu início tem uma grande dificuldade. Adaptar um esquema de controles que já está praticamente consolidado (com é o caso da série Mario Kart) a um sistema completamente novo é muito complexo. Mas parece que uma boa equipe consegue fazer isso tão bem que até melhora as características principais do original (vide Mario Galaxy e Pro Evolution Soccer 08 por exemplo). Com MK Wii, os controles ainda não são bons, mas possuem defeitos.

Estarão disponíveis, cinco formas diferentes de se controlar os Karts (repetindo o trabalho bem-sucedido de Brawl). A tradicional é a que usa o Remote acoplado a um acessório chamado Wii Wheel, que acompanhará o game nos Estados Unidos. Ele nada mais é que um suporte de plástico que dá maior mobilidade ao jogador ao transformar o controle em um tipo de volante. Quem testou garante que funciona, mas não é essencial para a jogabilidade (a UbiSoft tinha feito um acessório parecido logo no lançamento do Wii em novembro de 2006 para o game GT Pro Series, mas ela não foi feliz).

Quem teve a oportunidade de controlar com o Remote diz que a resposta é boa e que ele é adequado. A diferença entre Karts e Motos também é sensível. Karts são mais pesados e fáceis de controlar. Já as motos oferecem uma grande liberdade e velocidade, mas são mais independentes. Porém, om elas, é mais fácil vencer. Cada um deles exige um controle diferente. Nada de tentar usar o mesmo estilo das motos com os karts que você pode se dar mal. Outra coisa interessante é que não há mais aqueles turbos trapaceiros que podiam ser usados nas retas dos outros games da série que quando dominados acabavam com o desafio e tornavam o jogo extremamente fácil. No geral podemos dizer que os controles funcionam bem, apesar de serem complexos com o WiiWheel + Remote e muito simples com o controle do GameCube. Qual será sua escolha, é um problema que você terá que decidir. A Inteligência Artificial também precisa ser lapidada. Em seu hands-on, o site americano IGN.com criticou a facilidade das primeiras pistas e deixou claro que o game precisa mudar até o lançamento. Chegou a dizer que a nota do game não passaria de 7.8 se ele saísse com esses defeitos.

Visual contestado

Outro aspecto muito criticado de MK Wii é o visual. Apesar de rodar em 60fps, o que garante uma velocidade enorme, o acabamento visual ainda deixa muito a desejar. Há muita luz sobre os polígonos, as texturas não são extremamente definidas e a animação dos personagens ainda deixa a desejar. Porém é preciso esperar um pouco mais. Todos os games lançados pela Nintendo tem um acabamento visual próximo da perfeição. É só reparar Galaxy e Brawl, dois dos games mais bonitos do console. Mu

ita água esta rolando e vai rolar, então é bobagem falar antes da hora.

Modo Single-Player

Apesar do modo multiplayer (principalmente o Battle que falaremos mais tarde) oferecer muita diversão, é no modo principal que realmente MK mostra todo o seu potencial. Até agora, pelas informações confirmadas, MK Wii terá 32 pistas diferentes. 16 delas vêm de outros games da série e as outras 16 são completamente inéditas. Esse equilíbrio entre novidade e reedição, apesar de contestável, deve ser elogiado. Dessa forma, muita gente pode ser atraída porque aquela sua pista favorita está presente.

Novamente estão presentes três categorias: 50cc, 100cc e 150cc e oito copas diferentes. Quatro delas estarão disponíveis logo no início e as demais poderão ser destravadas. As pistas confirmadas até o momento são:

  • Novas:
    “Mushroom Cup”
    Luigi Circuit
    Moo Moo Country
    Mushroom Canyon

    Toad Factory

    “Flower Cup”
    Mario Circuit
    Coconuts Mall
    DK Snowboard Cross
    Wario Mines

  • Antigas:
    “Shell Cup”
    GC
    Peach Beach
    DS Yoshi Falls
    SNES Ghost Swamp 2
    64 Mario Circuit

    “Banana Cup”
    64 Sherbert Land
    GBA Hey Ho Beach
    DS Monty Town
    GC Waluigi Stadium.

As pistas novas, como você já viu, incluem a Luigi Circuit, que acontece dentro de um estádio; Moo Moo Country, uma fase bucólica cheia de bovinos pastando; Mushroom Canyon, que traz um desfiladeiro; e Toadstool Factory, que se caracteriza pelas engrenagens, na Mushroom Cup. As outras são pistas como a Mario Circuit, uma tradicional pista básica de dificuldade modesta, além da Coconut Mole, Donkey Kong Snowboard Cross e a Wario Mines.

Apesar de alguns problemas na AI apontado pelo IGN em seu preview (onde citaram que o modo 50cc chega a ser ridículo), o Single Player do game tem um grande potencial. Dificilmente as novas pistas não serão boas e as reeditadas são as melhores da série (vide Waluigi Stadium, a melhor pista de Double Dash!!). Pena que 27 de abril parece tão longe...

O modo Battle

Em todo Mario Kart, o modo Battle está entre os preferidos dos gamers. Offline, até 4 jogadores poderão se enfrentar nas arenas com mais oito personagens controlados pelo CPU que deixam completamente frenético o esquema de jogo. Um jogador também pode medir forças com 11 personagens controlados pela máquina. Os jogadores são divididos em dois grupos de 6, em dois grupos: azul e o vermelho. Online, 12 pessoas podem se enfrentar, também divididos em dois grupos.

Nesse modo haverá uma grande capacidade de customisação. Será possível escolher karts ou motos, a dificuldade dos personagens controlados pela CPU, além de configurações das pistas e dos itens. Tudo para deixar a disputa equilibrada. Existem dois sub-modos de jogo no Battle: o Baloon Fight e o Coin Runners.

No Baloon Fight cada kart inicia a disputa com três balões amarrados em sua traseira. Cada vez que seu personagem é atingido ele perde um dos balões. Se perder todos, já era, você está eliminado. No Coin Runners não há balões: os jogadores devem capturar o máximo de moedas espalhadas pelo cenário que conseguirem. Se for atingido por algum item, você perde algumas moedas. No fim, quem tiver mais dinheiro, vence. Serão 10 arenas diferentes, sendo cinco inéditas:

Block Plaza – Parecido com a Block Fort de MK 64, mas é mais complexa
Delfino Pier – Inspirado no mesmo local de Mario Sunshine
Funky Stadium – É o favorito do IGN. Ambientação da série Donkey Kong
Chain Chomp – É uma espécie de roleta e com os Chomps atrapalhando os corredores
Thwomp Desert – Conta com um redemoinho no deserto com um Thwomp gigante

Já as arenas clássicas incluem a SNES Battle Course 4, GBA Battle Course 3, N64 Skyscraper, GC Cookie Land, DS Twilight House. Fica claro que a Nintendo escolheu as pistas mais desafiadoras e que funcionam melhor com bastante gente jogando. Os controles e a mecânica da jogabilidade são as mesmas do modo principal. Claro que esse modo deve ser fantástico online, mas só poderemos testar após o lançamento em abril.

Personagens e itens


A Nintendo não foi tão generosa em Mario Kart como foi em Brawl. Até agora poucos personagens foram confirmados. Como sempre eles possuem características diferentes, alguns são mais leves e rápidos, outro mais pesados e estáveis.Entre os confirmados estão a possibilidade de se correr usando Miis, além dos personagens habituais claro. Acompanhe a lista:

Sim, a Nintendo foi bastante conservadora. Preferiu não adicionar personagens muito diferentes, nem personagens fora da série Mario (nada de Sonic e Snake!). Muitos dos characters presentes em Double Dash!! Ficaram de fora.

Entre os itens, teremos muito poucas adições novas. A maioria das novidades vem dos outros games da série. Veja as imagens:

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Mario Kart Channel

Uma das grandes novidades de Mario Kart Wii é que desde o seu lançamento, será disponibilizado um Channel exclusivo para o game que adicionará muita coisa nova. Através dele será possível (algumas coisas ainda não foram divulgadas):

  • Marcar partidas online
  • Liga online e ranking mundial;
  • Rankings locais;
  • Envie e receba Time Attacks online
  • Upload/Download de Ghosts
  • Bate-papo com frases pré-determinadas
  • Assistir corridas

Falta pouco


Com tantas adições, é praticamente certo que Mario Kart Wii trará diversão para todos os públicos e um modo online completo e desafiador. Mas é bom irmos com calma. Dificilmente ele conseguirá superar outros games da série. E dificilmente superará tecnicamente outros games do console. O visual não foi tão bem trabalhado, os controles não são perfeitos, mas Mario Kart é Mario Kart e vice-versa. Tenho certeza de que valerá a pena não só ter o game como passar horas e horas descobrindo todos os segredos de cada pista. Como fã da série, desejo que o fim de abril chegue nos trazendo Mario Kart, porque amamos mesmo é nos divertir, independente dos aspectos técnicos.